Leitura Divina da Palavra de Deus 119 Sl; 105 Sl Metáforas



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Leitura Divina da Palavra de Deus
Mestre Ecart

Leitura Divina da Palavra de Deus

119 Sl ; 105 Sl - Metáforas

  • 119 Sl ; 105 Sl - Metáforas
  • È Lâmpada/luz
  • Ilumina meus passos
  • Luz Clareia caminho { reforçar a Ideia.

A luz nos ajuda a vermos aquilo que não vemos a noite.

  • A luz nos ajuda a vermos aquilo que não vemos a noite.
  • Ilumina nosso passos e clareia a nossa vida

DV 25. Não se torne um pregador vão e superficial da Palavra de Deus por não ouvir a palavra de dentro de si.

  • DV 25. Não se torne um pregador vão e superficial da Palavra de Deus por não ouvir a palavra de dentro de si.
  • Leitura + Estudo= Ler e estudar todos os dias a palavra.

Leitura divina = Texto Sagrado ( Nm 8, 2-10)

  • Leitura divina = Texto Sagrado ( Nm 8, 2-10)
  • Escutar com atenção e rezar a palavra
  • Explicar o livro
  • Compreender a palavra

Método é uma escada, quanto mais você lê, mais você se aproxima da palavra de Deus.

  • Método é uma escada, quanto mais você lê, mais você se aproxima da palavra de Deus.

Leitura assídua já é o estudo

  • Leitura assídua já é o estudo
  • Meditação: mente, razão, procurar a verdade oculta.
  • Oração: impulso fervoroso do coração para Deus.
  • Contemplação: eleva a mente e o coração a Deus

A leitura Divina é o exercício da escuta da palavra de Deus.

  • A leitura Divina é o exercício da escuta da palavra de Deus.
  • Qual o sentido da L.D? É a comunicação com Deus

Oséias 2, 16-20

  • Oséias 2, 16-20

Deus é fiel, mesmo diante da infidelidade do povo.

  • Deus é fiel, mesmo diante da infidelidade do povo.

Matrimônio
Núpcias
Fidelidade/ Aliança

A seduzirei – Eu Deus – é o protagonista

A seduzirei – Eu Deus – é o protagonista

Eu te conduzo ao deserto

A leitura divina é o deserto, lugar que Deus se comunica com o seu povo... Deus fala e nós escutamos.

  • A leitura divina é o deserto, lugar que Deus se comunica com o seu povo... Deus fala e nós escutamos.
  • Deserto = é o lugar da Palavra, lugar onde ele vai se comunicar.

Coração

Coração

Te falarei ao coração:

  • Te falarei ao coração:
  • Interior da pessoa, dentro, o mais profundo do seu ser.
  • A palavra que gera intimidade.
  • Fidelidade
  • Verdade

Vida de oração

Solidão

Silêncio

Confronto

Escuta

Encontro

Buscas

Primeiro grau

Oração sumamente rudimentar. Se o orante se acha todavia imerso no exterior e na desordem interior, sua relação com Deus não poderá ser real; é como a relação do surdo-mudo com os outros (primeiras moradas)

  • Oração sumamente rudimentar. Se o orante se acha todavia imerso no exterior e na desordem interior, sua relação com Deus não poderá ser real; é como a relação do surdo-mudo com os outros (primeiras moradas)

Segundo grau

inícios de autêntica oração meditativa, fundada na nascente sensibilização para as palavras e as coisas de Deus, e para a relação com Ele: o orante é - afirma Teresa - como um surdo-mudo que começa a ouvir (segundas moradas).

  • inícios de autêntica oração meditativa, fundada na nascente sensibilização para as palavras e as coisas de Deus, e para a relação com Ele: o orante é - afirma Teresa - como um surdo-mudo que começa a ouvir (segundas moradas).

Terceiro grau

normalização da meditação, e certa estabilidade de vida espiritual (terceiras moradas).

  • normalização da meditação, e certa estabilidade de vida espiritual (terceiras moradas).
  • começa a oração de união, estados mais ou menos prolongados de profunda união a Cristo, à sua presença, a seus mistérios. Com a conseguinte mudança no sujeito: mudança em sua psicologia, em seu relacionamento com Deus, e em sua atitude com os outros (quintas moradas).

Quarto grau

período de oração extática, rica em graças místicas de todo gênero (sextas moradas).

  • período de oração extática, rica em graças místicas de todo gênero (sextas moradas).
  • oração de união plena, de plena conformidade com a vontade de Deus. Misteriosa união a Ele, caracterizada pela experiência da inabitação trinitária (M7,1); pela experiência esponsal de Cristo Senhor (M7,2); pela especial maturidade do orante e sua mudança de atitudes psicológicas e teologais (M7,7) e pela total disponibilidade ao serviço dos outros, na plena configuração a Jesus (M 7,4).

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