Joao Calvino Institutas Volume 2



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As Institutas

ou


Tratado da Religião Cristã

vol. 2


Edição clássica (latim)

João Calvino

Í N D I C E


EM TERMOS DOS TÍTULOS DOS CAPÍTULOS

E CABEÇALHOS ÀS SEÇÕES DE CADA CAPÍTULO

CAPÍTULO 1

PELA QUEDA E DEFECÇÃO DE ADÃO TODO O GÊNERO HUMANO FICOU SUJEITO À MALDIÇÃO E DECAIU DA CONDIÇÃO DE ORIGEM: ONDE SE TRATA DO PECADO ORIGINAL



  1. Natureza e propósito do conhecimento de nós mesmos ............................................................... 00

  2. O conhecimento próprio embotado pela autoglorificação ............................................................ 00

  3. As duas facetas do real conhecimento de nós mesmos ................................................................. 00

  4. Desobediência, o fator da queda no Éden .................................................................................... 00

  5. O pecado original de Adão afeta toda sua posteridade ................................................................. 00

  6. A depravação adâmica propagada a todos os seus descendentes .................................................. 00

  7. A transmissão da depravação adâmica a toda a posteridade ......................................................... 00

  8. A real natureza do pecado original ............................................................................................... 00

  9. O pecado infesta e domina a todo o ser humano .......................................................................... 00

  10. O pecado procede do homem, não de Deus ............................................................................... 00

  11. A depravação está na própria natureza, entretanto não pertence à natureza como tal

CAPÍTULO II

O HOMEM ESTÁ AGORA PRIVADO DE LIBERDADE DA VONTADE E REDUZIDO A MÍSERA SERVIDÃO



  1. Perigos a serem evitados .............................................................................................................. 00

  2. As pressupostas faculdades da alma e sua função ........................................................................ 00

  3. A vontade humana, na opinião dos filósofos, é livre e soberana .................................................. 00

  4. Os patrísticos, ainda que um tanto ambiguamente, esposam o livre-arbítrio ................................ 00

  5. Acepções de vontade e de liberdade nos patrísticos ..................................................................... 00

  6. Graça operante e graça cooperante e o livre-arbítrio .................................................................... 00

  7. Inconveniência da expressão livre-arbítrio .................................................................................. 00

  8. A concepção agostiniana da liberdade da vontade ....................................................................... 00

  9. Outros patrísticos ao lado de Agostinho ...................................................................................... 00

  10. O senso de nossa dependência para com Deus é o caminho da vitória ...................................... 00

  11. Verdadeira humildade: a única atitude que nos convém ............................................................. 00

  12. Desfeitos os dons sobrenaturais, corrompidos os naturais, contudo o homem ainda possui a razão

  13. A compreensão humana na esfera das coisas terrenas e da sociedade organizada ....................... 00

  14. A compreensão humana na área das artes .................................................................................. 00

  15. A compreensão humana a esplender na variada esfera do saber e do conhecimento secular ...... 00

  16. As capacidades humanas são dons do Espírito, ainda que agora estejam corrompidas .............. 00

  17. Síntese: as capacidades humanas são dons da divina graça ........................................................ 00

  18. Incapacidade da razão humana em penetrar a verdade de Deus ................................................. 00

  19. O testemunho da Bíblia quanto à cegueira espiritual das criaturas humanas .............................. 00

  20. Somente pela iluminação do Espírito Santo se pode conhecer a Deus, e as coisas de Deus ....... 00

  21. Só de Deus advém o remédio para a cegueira humana ............................................................... 00

  22. A própria lei natural atesta a culpabilidade humana ................................................................... 00

  23. A incoerência do arbítrio natural no homem ............................................................................... 00

  24. A insuficiência humana ante o cumprimento da lei ..................................................................... 00

  25. A iluminação do Espírito é a condição do bom entendimento da verdade de Deus .................... 00

  26. Não é só o entendimento que é deficiente, mas também a vontade ............................................. 00

  27. A vontade só pode querer o genuíno bem através do Espírito ..................................................... 00

CAPÍTULO III

DA NATUREZA CORROMPIDA DO HOMEM NADA PROCEDE SENÃO O CONDENÁVEL



  1. A natureza humana é totalmente depravada ................................................................................. 00

  2. A depravação humana é confirmada pelo que diz Paulo em Romanos 3 ...................................... 00

  3. A graça divina restringe a operação da depravação humana .......................................................... 00

  4. À graça especial de Deus se devem até mesmo as ações dignas que o homem natural pratica ...... 00

  5. Sendo corrompida a natureza humana, a vontade se torna escrava do pecado .............................. 00

  6. Somente pela obra da graça em nossa regeneração somos capacitados a fazer o bem que Deus

requer ........................................................................................................................................... 00 7. A revitalização da vontade é obra da graça, não do sinergismo ................................................... 00

8. A Bíblia ensina que só de Deus procede o bem que há em nós ..................................................... 00 9. Também das preces e súplicas da Bíblia se vê que tudo que de bom podemos fazer provém de

Deus ............................................................................................................................................. 00

10. De nós não procede sequer um mínimo intento de fazer o que Deus requer; isso provém

somente da graça de Deus ........................................................................................................... 00 11. Perseverança: obra exclusiva de Deus, não produto do mérito humano .................................... 00


  1. Nada fazemos em colaboração com a graça, senão mediante a operação da graça ........................ 00

  2. Agostinho sustenta que a vontade humana é totalmente acionada pela graça .............................. 00

  3. Agostinho não cancela a vontade humana, mas diz ser ela totalmente dependente da graça ....... 00

CAPÍTULO IV

COMO DEUS OPERA NO CORAÇÃO DOS HOMENS



  1. A vontade humana é cativa do pecado, escravizada ao Diabo ....................................................... 00

  2. A tríplice operação de Deus, do homem e de Satanás nas ações más ........................................... 00

  3. A ação de Deus em tal caso não é simples presciência, nem mera permissão .............................. 00

  4. A ação de Deus nos ímpios e através deles .................................................................................. 00

  5. Satanás também é instrumento do poder de Deus ........................................................................ 00

  6. A operação divina nas próprias ações ordinárias do homem ........................................................ 00

  7. A própria experiência evidencia a operação divina em todos os fatos da vida humana ................. 00

  8. O livre-arbítrio, não é uma questão de levar a bom termo o que é do querer, mas do livre querer

como tal ........................................................................................................................................ 00

CAPÍTULO V



REFUTAÇÃO DAS OBJEÇÕES QUE SE COSTUMAM INTERPOR EM DEFESA DO LIVRE-ARBÍTRIO

  1. Primeira objeção: o pecado necessário não é culpável; o pecado livre é evitável ........................ 00

  2. Segunda objeção: galardão e castigo deixam de ser procedentes ................................................. 00

  3. Terceira objeção: é improcedente a distinção entre o bom e o mau .............................................. 00

  4. Quarta objeção: são descabidas as admoestações e imposições éticas .......................................... 00

  5. Função e eficácia das exortações ao réprobo e ao justo ................................................................ 00

  6. Os preceitos da lei não são a medida de nosso livre-arbítrio ........................................................ 00

  7. A lei consiste de preceitos e promessas; estas inculcam a operação da graça ............................... 00

  8. A evidência quanto à operação da graça patenteada nas três categorias de passagens retro

referidas ........................................................................................................................................ 00

  1. A conversão não é um produto conjunto de Deus e do homem ................................................... 00

  2. Tampouco o livre-arbítrio reabilita as promessas da Escritura ..................................................... 00

  3. Tampouco as reprimendas da Escritura respaldam o livre-arbítrio ............................................... 00

  4. Tampouco o livre-arbítrio é respaldado por Deuteronômio 30.11-14 .......................................... 00

  5. Nem mais favoráveis ao livre-arbítrio são as referências bíblicas ao alienar-se Deus às ações

humanas ..................................................................................................................................... 00

  1. Nem devem nossos atos bons ser atribuídos à natureza em si, produto real de livre-arbítrio ..... 00

  2. A graça nos renova a vontade, donde as ações louváveis serem fruto da graça que nos rege a

vontade ....................................................................................................................................... 00

  1. Gênesis 4.7 não respalda o livre-arbítrio ................................................................................... 00

  2. Tampouco Romanos 9.16 e 1 Coríntios 3.9 ............................................................................... 00

  3. Nem Eclesiástico 15.14-17 ........................................................................................................ 00

  4. Muito menos Lucas 10.30 ......................................................................................................... 00

CAPÍTULO VI

IMPÕE-SE AO HOMEM PERDIDO BUSCAR EM CRISTO A REDENÇÃO



  1. Só em Cristo, o único Mediador, há aceitação do pecador diante de Deus ................................... 00

  2. Mesmo no Antigo Testamento a fé salvífica se polariza em Cristo, o Mediador ........................... 00

  3. Em Cristo, o Mediador, se acham polarizadas as promessas de livramento da Antiga .................. 00

Dispensação ................................................................................................................................. 00

  1. O homem não pode chegar-se a Deus senão em Cristo, o Mediador ............................................ 00

CAPÍTULO VII

A LEI FOI DADA NÃO PARA QUE EM SI RETIVESSE O POVO ANTIGO,

MAS, AO CONTRÁRIO, PARA QUE FOMENTASSE A ESPERANÇA

DA SALVAÇÃO EM CRISTO ATÉ SUA VINDA



  1. A religião mosaica, firmada no pacto da graça, se polariza em Cristo .......................................... 000

  2. Cristo, o real cumprimento da lei, que a ele conduz .................................................................. 000

  3. A lei nos mostra uma perfeição que jamais atingimos, pela qual nos leva, necessariamente, à

condenação ................................................................................................................................ 000

  1. As promessas da lei, contudo, nem são fúteis, nem irrelevantes ................................................ 000

  2. Homem nenhum jamais pôde cumprir a lei integralmente .......................................................... 000

  3. A lei evidencia nossa deplorável condição de pecado ................................................................. 000

  4. A lei evidencia nossa iniludível condição de culpa .................................................................... 000

  5. A lei nos leva a recorrer à graça ................................................................................................. 000

  6. O respaldo dessa função recursiva da lei em relação à graça, em Agostinho .............................. 000

  7. A função inibidora da lei a restringir a prática do mal ............................................................. 000

  8. A função inibidora da lei quando ativa no ainda não-regenerado ............................................... 000

  9. A função iluminadora da lei na vida dos próprios regenerados ................................................ 000

  10. A função teleológica da lei para o crente ................................................................................... 000

  11. A lei está cancelada no tocante à maldição, não a seu magistério ............................................ 000

  12. Cristo nos livra da maldição da lei ........................................................................................... 000

  13. Abolida a lei cerimonial no que tange a seu uso ....................................................................... 000

  14. Cancelado o “título de dívida” representado pela lei cerimonial .............................................. 000

CAPÍTULO VIII

EXPOSIÇÃO DA LEI MORAL



  1. O Decálogo, a divina formulação da Lei Moral ......................................................................... 000

  2. Teor e conteúdo da Lei Moral .................................................................................................... 000

  3. A lei conduz inexoravelmente à condenação e ao desespero, de que só a misericórdia de Deus

pode livrar .................................................................................................................................. 000

  1. O alvo real das promessas e ameaças abundantes na lei ............................................................... 000

  2. A lei ministra a perfeita justiça a que reclama obediência integral ............................................. 000

  3. A lei não é apenas formal e exterior, mas espiritual e interior. Daí reclamar ela pureza de

espírito, não mera observância externa .......................................................................................... 000

  1. Cristo revela o real sentido da lei ............................................................................................... 000

  2. A correta interpretação dos mandamentos ..................................................................................... 000

  3. O alcance do mandamento à luz de seu propósito ...................................................................... 000

  4. O mandamento, ao expressar a violação mais grave, acentua o quanto Deus abomina a cada

e a qualquer pecado correlato ..................................................................................................... 000

  1. As duas tábuas da lei e sua referência ....................................................................................... 000

  2. Os Mandamentos são dez: sua divisão conveniente ................................................................... 000

  3. O prefácio ................................................................................................................................ 000

  4. A relação especial de Deus com seu povo contida na afirmação: “Eu sou o Senhor teu Deus” 000

  5. A relação especial do povo com seu Deus implícita nas palavras:

“Que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” .................................................................. 000

  1. O primeiro mandamento: Não terás outros deuses diante de mim ............................................ 000

  2. O segundo mandamento preceitua o culto espiritual de Deus .................................................. 000

  3. O segundo mandamento proclama a inexorável reação de Deus contra os transgressores

deste preceito .............................................................................................................................. 000

  1. Teor e sentido da cláusula: “que visita a iniquidade dos pais nos filhos..”. .............................. 000

  2. Visitar Deus a iniquidade dos pais nos filhos não equivale a violação de sua justiça .................. 000

  3. Teor e sentido da promessa contida na cláusula: “e usa de misericórdia para com milhares” .. 000

  4. Teor e aplicação do terceiro mandamento ................................................................................ 000

  5. Caráter sagrado do juramento pelo nome de Deus ................................................................... 000

  6. O falso juramento é uma profanação do nome de Deus ............................................................ 000

  7. O juramento leviano, supérfluo ou temerário .......................................................................... 000

  8. Cristo, em Mateus 5.34-37, não proíbe todo e qualquer juramento ........................................... 000

  9. O juramento permitido: necessário, reverente, condigno ......................................................... 000

  10. Teor e aplicação do quarto mandamento ................................................................................. 000

  11. A importância do sábado e seu sentido espiritual .................................................................... 000

  12. O sentido tipológico do dia sétimo .......................................................................................... 000

  13. Cristo, o pleno cumprimento do sábado .................................................................................... 000

  14. Ainda que cancelado, há no sábado aspectos vigentes ............................................................... 000

  15. O espírito e função da observância do domingo ...................................................................... 000

  16. O genuíno sentido do domingo ................................................................................................ 000

  17. Teor e aplicação do quinto mandamento ................................................................................... 000

  18. O princípio geral, ilustrado na reverência para com os pais ....................................................... 000

  19. A promessa anexa ao quinto mandamento ............................................................................... 000

  20. A maldição implícita na desobediência ao quinto mandamento e qualificação da obediência

requerida ................................................................................................................................... 000 39. Teor e aplicação do sexto mandamento ................................................................................... 000

  1. A dupla razão que embasa ao sexto mandamento .................................................................... 000

  2. Teor e aplicação do sétimo mandamento .................................................................................. 000

  3. A condição da opção celibatária ............................................................................................... 000

  4. A necessidade da bênção do matrimônio .................................................................................... 000

  5. A vida conjugal bem como todo nosso ser deve pautar-se pelo decoro e pelo recato .................. 000

  6. Teor e aplicação do oitavo mandamento .................................................................................. 000

  7. A real observância deste oitavo mandamento ........................................................................... 000

  8. Teor e aplicação do nono mandamento ..................................................................................... 000

  9. A maledicência e a mordacidade são violações do nono mandamento ....................................... 000

  10. Teor e aplicação do décimo mandamento ................................................................................. 000

  11. O espírito e a relevância do décimo mandamento ..................................................................... 000

  12. A lei espelha a verdadeira piedade, não meramente seus rudimentos ......................................... 000

  13. A lei referida na Escritura, mais amiúde em termos da segunda tábua, expressa maisexplicitamente a retidão de vida que se requer do homem ....................................................... 000

  14. A essência da lei é fé para com Deus e amor para com o próximo .............................................. 000

  15. Amor ao próximo é a norma do viver ....................................................................................... 000

  16. O próximo é toda e qualquer criatura humana .......................................................................... 000

  17. O absurdo escolástico da redução deste preceito a mero conselho evangélico ......................... 000

  18. Amar o próximo é reconhecidamente um mandamento, não um conselho evangélico aleatório 000

  19. Improcedência da noção de pecados veniais ............................................................................ 000

  20. Todo pecado, na realidade, é um pecado mortal ........................................................................ 000

CAPÍTULO IX

EMBORA FOSSE CONHECIDO AOS JUDEUS SOB A LEI, CRISTO, CONTUDO, SE EXIBIU PLENAMENTE NO EVANGELHO



  1. A superioridade revelacional da dispensação do evangelho ....................................................... 000

  2. O evangelho é a clara manifestação do mistério de Cristo ......................................................... 000

  3. A falácia de Serveto de que o evangelho aboliu todas as promessas da lei ................................ 000

  4. O evangelho não se contrapõe à lei, nem a exclui ..................................................................... 000

  5. A posição singular de João Batista entre a lei e o evangelho ..................................................... 000

CAPÍTULO X

DA SIMILARIDADE DE ANTIGO E NOVO TESTAMENTOS



  1. Razão e perspectiva da abordagem dessa matéria ....................................................................... 000

  2. A unidade dos dois Testamentos ou Pactos ................................................................................. 000

  3. A unidade dos Testamentos em termos das promessas da vida futura ........................................ 000

  4. A unidade dos Testamentos em termos da salvação em Cristo e sua mediação .......................... 000

  5. A unidade dos Testamentos em relação aos sinais do pacto, especialmente os sacramentos ......... 000

  6. Refutação da objeção calcada em João 6.49, 54 .......................................................................... 000

  7. A unidade dos Testamentos em relação à Palavra e à vida eterna de que usufruíram também

os patriarcas ............................................................................................................................... 000

  1. Mesmo no Antigo Testamento a união de Deus com seu povo era espiritual e outorgava a vida

eterna ........................................................................................................................................... 000

  1. Nem pela morte se rompem os laços da união de Deus com seu povo ........................................ 000

  2. A anelada bem-aventurança de seu povo não é terrena, como se vê de Adão e Noé .................... 000

  3. A vida terrena de Abraão é uma sequencia de duras provações .................................................. 000

  4. A carreira terrena de Isaque e de Jacó não é menos um contínuo de tribulações ....................... 000

  5. A bem-aventurada dos patriarcas posta na vida eterna ............................................................. 000

  6. O anseio dos patriarcas pela vida futura à luz de palavras de Jacó, Balaão e Davi ...................... 000

  7. A vida futura nos arroubos de Davi e no vaticínio de Isaías ..................................................... 000

  8. Mais exclamações de Davi quanto à bem-aventurança dos justos, não possível na miséria

dessa vida .................................................................................................................................. 000

  1. Só na vida futura serão atendidos os anseios dos justos e cumpridas as promessas de que são

alvo ............................................................................................................................................. 000

  1. A bem-aventurança futura do justo em contraste com a miséria do ímpio ................................ 000

  2. A esperança da vida futura na palavra de Jó ............................................................................. 000

  3. A esperança da vida futura no ensino dos profetas ................................................................... 000

  4. A esperança da vida futura na visão de Ezequiel 37 e Isaías 26 ................................................. 000

  5. A esperança da vida futura em outras duas passagens: uma de Isaías e outra de Daniel .............. 000

  6. A conclusão incontestável: o Antigo Testamento e o pacto nele contido polarizados nas

promessa da vida futura ........................................................................................................... 000

CAPÍTULO XI

DA DIFERENÇA DOS TESTAMENTOS ENTRE SI


  1. A primeira de cinco diferenças que podem ser salientadas entre os dois Testamentos, diferenças

que, porém, não lhes afetam a unidade ........................................................................................ 000

  1. As bênçãos materiais do Antigo Testamento eram sombras da bênção espiritual da dispensação

do evangelho ................................................................................................................................ 000

  1. A bem-aventurança futura não era apenas tipificada nas bênçãos materiais; mas também a

perdição eterna se espelhava nos castigos terrenos ....................................................................... 000

  1. A segunda diferença: no Antigo Testamento jazem as sombras; no Novo, a realidade .................. 000

  2. A dispensação veterotestamentária como que estágio de infância .............................................. 000

  3. Nem mesmo os grandes luminares da Antiga Dispensação transcenderam esse estágio de

infância ........................................................................................................................................ 000

  1. A terceira diferença: a lei literal é mortificante e transitória; o evangelho é espiritual, vivificante

e eterno ......................................................................................................................................... 000 8. Exposição mais pormenorizada dessa diferença ........................................................................ 000

  1. A quarta diferença: a lei é regime de servidão; o evangelho, regime de liberdade ....................... 000

  2. A dispensação da lei é meramente promissiva; a dispensação do evangelho é consumativa ....... 000

  3. A quinta diferença: o Antigo Testamento é voltado para um povo; o Novo é polarizado para

todos os povos ........................................................................................................................... 000

  1. Diferença entre Antigo e Novo Testamentos em relação à vocação dos gentios ....................... 000 13. Estas diferenças dos Testamentos longe estão de implicar inconstância ou mutabilidade em

Deus .......................................................................................................................................... 000

14. A soberana liberdade de Deus de a tudo dispor segundo seus propósitos ................................ 000

CAPÍTULO XII

PARA QUE DESEMPENHASSE A FUNÇÃO DE MEDIADOR, NECESSÁRIO FOI QUE CRISTO SE FIZESSE HOMEM



  1. A insuficiência mediatorial do homem e a natureza teantrópica do verdadeiro Mediador ............ 000

  2. Cristo, o Mediador celestial, assume, na encarnação, a natureza humana com o fim de nos

redimir ........................................................................................................................................ 000

  1. Cristo, o Mediador celestial, na encarnação assume a natureza humana para prestar, em nosso

lugar, a obediência e expiação que devíamos prestar .................................................................. 000

  1. A encarnação de Cristo não teve outro propósito, senão nossa redenção ................................... 000

  2. Improcedência da tese de que a encarnação de Cristo poderia ocorrer à parte da redenção

humana .......................................................................................................................................... 000

  1. A noção que Osiandro tinha da imagem de Deus e sua improcedência ......................................... 000

  2. A doutrina ilusória de Osiandro discutida e refutada pormenorizadamente ................................ 000

CAPÍTULO XIII

CRISTO SE REVESTIU DA VERDADEIRA SUBSTÂNCIA DA CARNE HUMANA



  1. Realidade da natureza humana de Cristo ................................................................................... 000

  2. O absurdo da tese de marcionitas e maniqueus em sua negação da real humanidade de Cristo ... 000

  3. Considerações adicionais em refutação da tese maniquéo-marcionita contra a humanidade real

de Cristo ..................................................................................................................................... 000

  1. Cristo, homem real, contudo sem pecado, unidas a divindade e a humanidade ........................... 000

CAPÍTULO XIV

COMO AS DUAS NATUREZAS DO MEDIADOR FORMAM UMA PESSOA ÚNICA



  1. Duas pessoas em Cristo, porém uma só pessoa ......................................................................... 000

  2. Atributos próprios de cada natureza e sua inter-relação na pessoa de Cristo .............................. 000

  3. A unidade da pessoa do Mediador .............................................................................................. 000

  4. Em Cristo as duas naturezas não se fundem, nem se separam; ao contrário, são unidas,

porém distintas ............................................................................................................................ 000

  1. Cristo, o Filho de Deus desde a eternidade, improcedência da tese de Serveto .......................... 000

  2. Cristo, Filho de Deus e Filho do Homem ................................................................................... 000

  3. Reiterada a refutação das teses de Serveto ................................................................................. 000

  4. Considerações finais na refutação das teses de Serveto .............................................................. 000

CAPÍTULO XV

PARA QUE SAIBAMOS A QUE PROPÓSITO CRISTO FOI ENVIADO PELO PAI, E QUE ELE

NOS FOI CONFERIDO, TRÊS COISAS SE DEVEM NELE TER EM CONSIDERAÇÃO ACIMA DE TUDO: O OFÍCIO PROFÉTICO, A REALEZA E O SACERDÓCIO


  1. O ofício profético de Cristo ........................................................................................................ 000

  2. Cristo, profeta e culminância das profecias ................................................................................ 000

  3. O ofício real de Cristo: um reino espiritual e eterno .................................................................. 000

  4. O sentido da realeza de Cristo em relação a nós ........................................................................ 000

  5. Natureza e extensão do ofício real de Cristo .............................................................................. 000

  6. O ofício sacerdotal de Cristo: expiação, reconciliação, intercessão ........................................... 000

CAPÍTULO XVI

COMO CRISTO CUMPRIU AS FUNÇOES DE REDENTOR PARA QUE NOS ADQUIRISSE A



SALVAÇÃO, ONDE SE TRATA DE SUA MORTE E RESSURREIÇÃO, BEM COMO DE SUA ASCENSÃO AO CÉU

  1. Cristo, o Redentor e Salvador ...................................................................................................... 000

  2. A ira de Deus superada pela misericórdia polarizada em Cristo ................................................. 000

  3. À parte de Cristo o pecador está sob a ira de Deus; em Cristo desfruta de seu amor ..................... 000

  4. A despeito de nosso pecado e rebeldia, que lhe excitariam a ira, Deus jamais deixou de nos

amar ............................................................................................................................................ 000

  1. Cristo consumou-nos a redenção mediante sua obediência e morte vicária ............................... 000

  2. A morte de Cristo na cruz, amaldiçoada, porém bendita ............................................................ 000

  3. Cristo se sujeita por nós à morte e à sepultura para aplicar-nos redenção e mortificação .............. 000

  4. Procedência e legitimidade da inserção e especificidade do artigo “desceu ao Hades” no Credo 000

  5. Improcedência da interpretação de que Cristo desceu ao Hades para libertar os justos ali

aprisionados .................................................................................................................................. 000

  1. A descida ao Hades é expressão dos tormentos espirituais que Cristo sofreu em nosso lugar ... 000

  2. A descida ao Hades á luz de textos da Escritura em que se prova seu teor espiritual e vicário .. 000

  3. Refutação das objeções suscitadas contra a posição de Calvino quanto ao realismo dos

sofrimentos de Cristo ................................................................................................................ 000

  1. O significado soteriológico da ressurreição de Cristo .............................................................. 000

  2. A relevância da ascensão de Cristo no plano de sua obra redentora ......................................... 000

  3. O sentido de Cristo, em sua ascensão, assentar-se soberanamente à destra de Deus ................... 000

  4. Benefícios que nossa fé deriva da ascensão de Cristo .............................................................. 000

  5. O Cristo que subiu voltará no dia final para julgar a humanidade ............................................. 000

  6. Cristo é supremo Juiz, mas, acima de tudo, ele é nosso benigno Redentor. Autoridade e

relevância do Credo Apostólico ................................................................................................. 000

  1. Cristo, o centro absoluto do Credo, o objeto único de nossa fé e o tesouro exclusivo das

riquezas de nossa salvação .......................................................................................................... 000

CAPÍTULO XVII

CORRETA E APROPRIADAMENTE SE DIZ HAVER CRISTO MERECIDO POR NÓS A GRAÇA DE DEUS E A SALVAÇÃO


  1. Os méritos de Cristo e a graça de Deus não se excluem, nem se conflitam ................................. 000

  2. Na Escritura, o mérito de Cristo e a graça de Deus se acoplam em mutualidade de ação .............. 000

  3. Por sua obediência, Cristo adquiriu e mereceu por nós a graça divina ......................................... 000

  4. A morte vicária de Cristo propicia plena satisfação à justiça de Deus em nosso favor .................. 000

  5. A morte de Cristo é o preço de nossa redenção, donde auferimos perdão, justificação e vida .... 000

  6. Cristo adquiriu mérito não para si, que não lhe era necessário, mas para nós, porquem morreu

na cruz ........................................................................................................................................ 000



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