Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação



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Deep House 

O  Deep  House  é  um  subgênero  popular,  classificado  como  uma  vertente 

introspectiva da House Music. Originou-se no final na década de 1980 com a influência de 

elementos musicais do Chicago HouseFunk e Jazz. O vocal  é um elemento importante e 

está  presente  em  praticamente  todas  as  músicas,  com  influencias  do  Jazz,  as  vozes  são 

suaves,  introspectivas  e  emotivas.  Tonalidade  menor,  notas  sustenidas,  destaque  para  o 

baixo e percussões, programação de bateria, vocais sintetizados, recursos e edições digitais, 



reverber,  delay  e  filtros  em  geral,  transições  sutis,  são  algumas  das  características  do 

subgênero  que  podem  variar,  uma  vez  que  este  subgênero  não  tem  foco  comercial.  A 

canção  Deep  House

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  demonstra  bem  estas  e  outras  características  especificas  do 



subgênero. 

                                                 

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 Disponível em: 



https://soundcloud.com/rodrigo-trasferetti/deep-house

 Acesso em: 20 maio 2016. 

 



 

Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação 

XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – São Paulo - SP – 05 a 09/09/2016

 

 



 

 



Minimal 

O  minimalismo  na  música  surgiu  nos  Estados  Unidos  na  década  de  1960  com 

autores  como:  La  Monte  Young,  Terry  Riley,  Steve  Reich  e  Philip  Glass. 

Sua  estética  ascética,  econômica,  impessoal,  utiliza  o  mínimo  de  meios.  O  minimalismo 

pode  ser  visto  como  uma  reação  ao  “Movimento  Expressionista”,  iniciado  por  Arnold 

Schoenberg,  importante  compositor  erudito  do  fim  do  século  XIX,  no  qual  o  compositor 

despeja  na  música  todas  as  suas  emoções  mais  intensas  e  profundas.  As  canções  são 

geralmente  caracterizadas  por  harmonias  extremamente  dissonantes,  melodias  frenéticas, 

desconjuntadas, incluindo grandes saltos e contrastes explosivos.  

Fruto direto do movimento experimentalista norte-americano, o Minimal foi levado 

às  últimas  consequências quanto  aos  processos  de repetição. Este subgênero se define por 

processos  sistemáticos  de  repetição  e  utilização  do  mínimo  de  elementos  possíveis.  Com 

influências  da  música  Glitch  e  IDMN,  a  maioria  dos  sons  usados  nas  composições  são 

samples  com  decay  muito  curto  (o  que  faz  soar  como  pequenos  clicks  ou  versões 

microscópicas  dos  sons  originais).  O  subgênero  ganha  popularidade  a  partir  do  final  da 

década de 1990. Entre suas principais características destaca-se o uso da tecnologia digital 

(para manipular os sons) criando texturas abstratas e incorporando elementos na obra, além 

de  frequências  exageradamente  graves,  ruídos  sonoros  do  cotidiano,  samples,  andamento 

entre 130bpm e 140bpm (que pode mudar bruscamente de uma hora para outra) e formulas 

de  compasso  em  3/4,  4/4,  ou  7/8.  A  canção  Minimal

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  demonstra  bem  estas  e  outras 



características do subgênero.  

 



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