Instruções aos Autores de Contribuições para o sibgrapi



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7.3.5. Certificação ISO 9001

O termo certificação inflige características bem perplexas em seu significado. Ferreira (2004) adota certificação como o convencimento da verdade ou da certeza de algo, tornando ciente daquilo que está se abordando. Para a ISO, o pensamento não abordou aspectos diferentes considerando os padrões que precisam ser mantidos no desenvolvimento de suas certificações.

A ISO 9001:1994 surgiu como a primeira versão em caráter avaliativo para a certificação de Sistemas de Gestão de Qualidade. Baseada em vinte elementos chaves3 para facilitar a administração das organizações, esta certificação adotou políticas definidas principalmente para gerência de processos e produtos para fábricas em vários níveis de produção [MUTAFELIJA e STROMBERG, 2003]. Melloti et al. 2007 descreve que esta norma possuía uma visão desmembrada de negócios para organizações. A adoção de seus requisitos era instaurada nos processos para a formação de um sistema de qualidade, porém de forma paralela as relações existentes entre as organizações e os fornecedores, muitas vezes dificultando a exclusão de problemas que influenciavam em todo o sistema de gestão adotado.

O uso da versão de 1994 estava subsidiado a elaboração de vários documentos diferentes. Como a primeira certificação abordava um conjunto de várias normas ao mesmo tempo, as organizações precisavam elaborar planos de gestão que adotassem medidas seguras para possibilitar o acompanhamento das práticas e técnicas sugeridas nos vocabulários da ISO 9000:1994. Os requisitos da ISO 9001:1994 muitas vezes se faziam diferentes da estrutura real de muitas organizações obrigando-as a remodelarem suas atividades e tarefas para tentarem se engajar ao modelo de requisitos solicitado pela norma para a

termos de certificação. Para apagar a imagem de inadequação da ISO, em termos de avaliação para a época, em 2000 a certificação ganhou uma nova revisão instaurando novas perspectivas de mercado para processos e produtos, viabilizando adotá-la para obtenção da certificação.

O efeito de mudanças para a época não gerou resultados tão satisfatórios quanto esperados pela ISO. A complexidade aliada a uma difícil tradução e implantação sintetizou mudanças desagradáveis para adequação, e principalmente, a administração de gestão de qualidade em propor novas avaliações e melhorias nas organizações e seus Sistemas de Gestão para Qualidade.

A ISO 9001:2000 foi lançada com o objetivo de incluir o cliente como ponto chave nos processos. Assim como a versão anterior, a atualização de 2000 possui descrições genéricas, possibilitando as organizações a implantarem seus requisitos em seus Sistemas de Gestão para Qualidade independente de porte, produtos ou serviços fornecidos [SPINOLA 2005]. A quantidade de elementos chaves em relação à versão de 1994 foi reduzida deixando a norma mais consistente para propor um entendimento mútuo entre os fornecedores, as organizações e os clientes. Spinola (2005) destaca alguns dos elementos chaves fundamentais (Tabela 7.2) da ISO 9001:2000 tais como:



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