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Depilação e seus efeitos


A depilação consiste em retirar temporariamente os pelos supérfluos, com o objetivo estético em função das modas, dos hábitos socioculturais, além de ser um gesto de higiene. A depilação pode ser praticada por meios mecânicos, químicos ou destruição elétrica4.

A melhor opção depilatória varia de pessoa para pessoa, conforme seu hábito e a sensibilidade da pele. Cada método tem prós e contras. A lâmina, por exemplo, remove o pelo na superfície, o que significa que em três dias ele estará novamente aparecendo. Contudo, raramente da origem aos pelos encravados e não engrossa o fio, como explica Martinez e Rettes (2004) que discorda de Sampaio e Rivitti (2001) quando citam que a raspagem do pelo pode causar pseudofoliculite4.

Estudo publicado no Jornal of Drugs in Dermatology, realizado com 90 homens Afro-Americanos divididos em três grupos com frequência e produtos para barbear diferentes, demonstra que o barbear diário ocasiona mais pseudofoliculite do que o barbear de 2 a 3 vezes na semana independente do tipo de produto utilizado14.

De acordo com pesquisas realizadas por Edman B. o barbear com lâmina também pode provocar aumento de dermatites de contato à fragrâncias, pois ao barbear ocorre a criação de pequenas feridas que aumentam a penetração das substâncias das fragrâncias presentes em sabonetes, espumas barbear e loções pós barba15.

A cera é uma alternativa mais duradoura, pois arranca o fio de dentro do bulbo da pele, fazendo com que ele demore em torno de vinte dias para reaparecer, é mais rápida e menos dolorosa que a cera fria. Tanto a cera fria quanto a quente pode causar mais pelos encravados. O pelo nasce dentro do bulbo, não rompe a pele, enrolando-se sob a superfície e podendo causar inflamação4.

Goldman em 1963 foi o primeiro a descrever a ação de destruição do laser de Rubi sobre os pigmentados folículos pilosos. A teoria da fototermólise seletiva desenvolvida por Anderson e Parrish descrevem um laser de particular comprimento de onda e duração de pulso de luz para atingir um alvo específico denominado cromóforo. A partir desta teoria, concluiu-se que um laser pode destruir um “alvo” seletivamente, preservando as estruturas vizinhas. Chamamos de fototermólise seletiva, ou seja, uma destruição pelo calor de estruturas específicas10.

Atualmente nos tratamentos de depilação são preferidos os lasers que trabalham com o principio da termocinética seletiva para a melanina como cromóforo alvo10.






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