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Míriam da Silva Azevedo

Izaias Ferreira da Silva Junior

Elizabeth Santos

Denise de Quadros - MTb 8458 DRT/RS

Moradora Bloco “I”

Maíra Streit

Denise de Quadros

Denise de Quadros e Maíra Streit 

Leandro Matos

Envio de artigos, matérias, dúvidas e sugestões: cond.parkville@gmail.com.br

Site: www.condominioparkville.com.br

Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores. 

É proibido a reprodução total ou parcial deste conteúdo sem autorização prévia.

  

tema  planejamento  estratégico,  quando  devidamente 



compreendido pelo gestor condominial, costuma tornar-

se  uma  paixão  sem  limites.  Primeiro,  porque  a  concepção 

estratégica força o profi ssional a se questionar constantemente 

sobre o verdadeiro papel do planejamento. O planejamento 

estratégico  é  um  instrumento  que  força,  ou,  pelo  menos, 

estimula  o  gestor  condominial  a  pensar  em  termos  do  que 

é  importante  ou  relativamente  importante,  e,  assim,  a  se 

concentrar nos assuntos de relevância para o condomínio.

O condomínio que não planeja corre o risco de não cumprir 

sua  missão,  porque  não  traçou  objetivos,  nem  defi niu  metas, 

navegou  a  esmo.  Gestor  condominial  incapaz  de  pensar  o 

futuro, sem disponibilizar tempo para traçar planos e analisar 

o  ambiente  que  o  cerca,  sem  gerar  novos  projetos,  mas  que 

vive  apenas  para  resolver  problemas  corriqueiros  do  dia-a-

dia, acabará por causar pesados ônus aos seus condôminos, 

evitáveis  pelo  uso  adequado  do  planejamento  estratégico. 

Porém,  planejar  bem,  com  objetivos  e  metas  ajustados,  e 

com  posterior  implementação  competente,  pede  extrema 

criatividade e exige muito trabalho.

Em  se  tratando  de  estratégia,  os  resultados  pretendidos 

para o condomínio no futuro começam a ser construídos com 

atitudes concretas no presente. Se a competência do gestor é 

a  arma,  o  planejamento  estratégico  é  a  mira,  que  racionaliza 

os  recursos  e  potencializa  o  resultado.  A  estratégia  implica 

movimentar  o  condomínio  da  sua  atual  posição  para  outra, 

no futuro, desejável, arquitetada. O futuro, então, é construído 

desde hoje, a cada ação e investimento, de modo a se chegar 

ao  desenho  esperado,  ou  o  mais  próximo  dele.  Não  planejar 

é  aceitar  um  futuro  qualquer,  do  qual  não  fazemos  a  menor 

ideia de como poderá ser, nem fazemos esforço para que seja 

de  alguma  forma,  e  do  qual  poderemos  não  gostar  quando 

chegarmos lá, o que é o mais provável.

A  falta  de  estratégia  bem  formulada  difi culta  decisões 

de  investimentos  que  tragam  bons  resultados.  Ela  deixa  o 

condomínio  sem  direção  e  pode  levá-lo  por  um  caminho 

sinuoso e sem horizonte, com destino aleatório, até mesmo 

a um abismo.

Tal  é  a  importância  da  ferramenta  da  estratégia  que  até 

o  próprio  Poder  Judiciário,  por  meio  do  Superior  Tribunal 

de  Justiça  (STJ)  –  acostumado  a  apenas  tratar  de  matérias 

jurídicas, adotou e vem discutindo o seu plano estratégico: O 

STJ, representado por seus gestores de metas, participou no dia 

17/03, em Brasília, de workshop destinado a discutir as medidas 

a serem adotadas para o alcance das dez Metas do Judiciário, em 

2010. Nesse contexto, é fácil vislumbrar a necessidade imperiosa 

de  o  condomínio  valer-se  do  planejamento  estratégico  para 

construir  o  melhor  futuro  para  si  e  para  os  condôminos,  e,  a 

cada período, rever o seu plano, de modo a mantê-lo sempre 

direcionado para a perfeição, nunca alcançável, mas perseguida.

Míriam Azevedo  

Síndica




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