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de Ferro Madeira-Mamoré
que ligaria a Bolívia ao oceano Atlântico, facili-
tando o transporte da borracha a ser exportada.
início da expansão industrial
No início do século XX, alguns fazendeiros do oeste paulista, enriqueci-
dos pela produção e exportação de café, começaram a investir parte de seus 
lucros no comércio e na indústria. A atividade industrial também recebeu 
investimentos de grandes comerciantes e de imigrantes, que vinham para o 
Brasil em busca de oportunidades.
Em 1907, o Brasil contava apenas com 3 120 estabelecimentos industriais. 
A maioria das fábricas era de pequeno e médio portes e produzia, principal-
mente, bens de consumo não duráveis, como tecidos, roupas, calçados, cha-
péus, massas alimentícias, sabão, bebidas, etc. O setor têxtil, então o mais 
dinâmico, tinha as maiores unidades fabris.
Entre todas as cidades brasileiras, o Rio de Janeiro concentrava o maior 
número de fábricas. São Paulo começava a despontar como um polo indus-
trial e logo viria a consolidar-se como o principal centro de circulação de 
produtos de exportação 
e importação e como um 
ponto de distribuição de 
bens de consumo. Em 
1920, quando já havia 
mais de 13 mil indústrias 
no Brasil, sua importân-
cia já estava solidificada.
As transações portuárias 
ganharam fôlego com o 
incremento da indústria no 
país. Carregamento de sacas 
de café no porto de Santos
São Paulo. Foto de 1922.
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UnidAde 1 

Ciência e tecnologia
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A vida dos trabalhadores urbanos
A maioria dos trabalhadores urbanos – balconistas, 
empregados domésticos, motoristas de bondes, masca-
tes e ambulantes – encontrava-se empregada no setor de serviços, mas o 
número de operários fabris crescia no mesmo ritmo da produção industrial.
Não havia, em nenhuma fábrica, proteção legal para amparar os traba-
lhadores. Os donos de fábrica estabeleciam as próprias regras, que serviam 
apenas para impor deveres e obrigações aos funcionários.

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