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Estado de Israel (1948)
0
55
110
km
Amã
LÍBANO
SÍRIA
Tel Aviv
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Jerusalém
Beersheba
Sinai
(EGITO)
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Mediterrâneo
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Morto
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Galileia
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31º N
35º L
Colônias judaicas
Estado árabe
Cidade internacional
Palestina (1947)
0
55
110
km
Formação do Estado de Israel
JORDÂNIA
LÍBANO
SÍRIA
Amã
Tel Aviv
Jerusalém
Beersheba
GAZA
CISJORDÂNIA
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Sinai
(EGITO)
Mar
Mediterrâneo
Mar
Morto
31º N
35º L
Estado de Israel em 1949
Área palestina
Cidade internacional
Mar da
Galileia
0
55
110
km
FilME
Veja o filme 
Munique
, de 
Steven Spielberg, 2005.
Com base na operação de 
retaliação orquestrada pelo 
serviço secreto israelense ao 
atentado palestino nas 
Olimpíadas de Munique, o 
filme trata das questões e 
dilemas dos agentes secretos 
e de suas vítimas.
Adaptado de: DUBY, Georges. Grand atlas historique. Paris: Larousse, 2006.
O presidente egípcio Anwar 
Sadat (o primeiro à esquerda) e o 
primeiro-ministro israelense 
Menachem Begin assinam 
tratado de paz mediado pelo 
presidente estadunidense Jimmy 
Carter (ao centro), em 1979. Entre 
outras medidas, o acordo previa 
a devolução da península do Sinai 
aos egípcios e o reconhecimento 
formal, por estes, do Estado de 
Israel. Os demais territórios 
ocupados durante a Guerra dos
Seis Dias permaneceram sob o 
domínio israelense.
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Palestina após a guerra 
de 1948-1949
216
UNIDADE 4 

Ética
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Entre o medo e a esperança
A intransigência de ambos os lados impede um acordo de 
paz e a convivência pacífica entre palestinos e israelenses. 
Em 1987, eclodiu nos territórios ocupados por Israel um tipo 
de rebelião denominado
 
Intifada, na qual os palestinos atira-
vam pedras e paus nos soldados de Israel. No ano seguinte, o 
Conselho Nacional Palestino, que reunia representantes da 
OLP e de outras organizações, proclamou unilateralmente a 
criação de um Estado palestino.
A proclamação não resultou em um Estado palestino soberano e autôno-
mo. No entanto, deu origem à
 Autoridade Nacional Palestinauma espécie 
de governo que tem Yasser Arafat como líder e é reconhecido internacio-
nalmente como instância legítima na negociação de uma solução definitiva 
para a questão palestina.
Em setembro de 2000, os palestinos que viviam em territórios ocupados 
por israelenses iniciaram uma nova Intifada. Ataques fulminantes de tropas 
israelenses apoiadas por tanques de guerra e atentados de grupos palestinos 
provocaram a morte de centenas de civis e militares de ambos os lados.
Em 2001, o Exército israelense sitiou o quartel-general de Yasser Arafat 
em Ramallah, na Cisjordânia, e o manteve cercado até outubro de 2004, quan-
do Arafat adoeceu gravemente, vindo a falecer no mês seguinte.
Em agosto de 2003, o governo do primeiro-ministro de Israel Ariel Sharon 
iniciou a construção de um enorme muro separando Israel da Cisjordânia, 
com o pretexto de impedir a entrada de terroristas palestinos em seu territó-
rio. Em 2004, o Tribunal Internacional de Justiça de Haia considerou o muro 
ilegal, pois deixava 14% do território palestino no lado israelense.
Em 2012, a Organização das Nações Unidas aceitou a inclusão da Palesti-
na como Estado observador não membro da organização mundial. A Pales-
tina não tinha direito a voto, mas essa medida foi considerada um reconhe-
cimento virtual da Palestina como Estado. A ONU reconheceu as fronteiras 
que vigoravam antes da Guerra dos Seis Dias, em 1967.
Grafite de Banksy no muro da 
Cisjordânia, que teria o objetivo 
de impedir a entrada de 
terroristas no território 
israelense. Para a Autoridade 
Nacional Palestina, o muro visa 
incorporar partes dos territórios 
palestinos ao Estado de Israel. 
Foto de 2012.
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Crianças de origem judaica e 
palestina juntas em manifestação, 
realizada em Nova York, Estados 
Unidos, contra os ataques 
israelenses à faixa de Gaza.
Foto de 2014.
Bandeira palestina hasteada 
em frente à sede da ONU, em 
Nova York, Estados Unidos. 
Foto de 2015.
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Professor(a), veja no Procedimento Pedagógico deste capítulo uma sugestão de Atividade 

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