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A independência nos países



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A independência nos países
da África e da Ásia
Antes da Segunda Guerra Mundial formaram-se diversos movimentos 
nacionalistas contra o colonialismo europeu que, desde o século XIX, domi-
nava várias regiões da Ásia e da África – fenômeno também conhecido como 
neocolonialismo. Os países europeus visavam extrair as riquezas naturais das 
colônias e impôr seus produtos às populações nativas. As metrópoles não de-
senvolveram práticas que aperfeiçoassem o crescimento dessas regiões.
Com o início da Guerra Fria, tanto o governo soviético como o estaduni-
dense (que buscavam hegemonia mundial) tinham interesse em atrair as 
colônias europeias na África e na Ásia para suas esferas de influência e, por 
isso, passaram a incentivar a 
autodeterminação dos povos 
nas colônias.
Até 1965, aproximadamente, a maior parte dos movimentos naciona-
listas da Ásia e da África conquistaria a independência de seus países. Em 
alguns casos, essa conquista seria obtida pacificamente; em outros, isso só 
seria possível por meio da luta armada.
Movimentos nacionalistas pela 
independência na África
Em 1945, havia na África apenas quatro países independentes: Etiópia, 
Egito, África do Sul e Libéria. O restante do continente estava sob o domínio 
de cinco nações europeias: Inglaterra, França, Bélgica, Portugal e Espanha.
Entre as décadas de 1930 e 1940, formou-se no Quênia – que era colônia 
britânica – uma organização que agregava o maior grupo étnico da região: 
a Associação Central dos 
Kikuyu
, que exigia a devolução das suas terras. 
Desse movimento surgiu a organização guerrilheira Mau-Mau, liderada por 
Jomo Kenyatta, que a partir de 1952 passou a promover ações armadas con-
tra os ingleses. A independência do Quênia seria conquistada em 1963.
No norte da África, nacionalistas 
da Tunísia, do Marrocos francês e da 
Argélia
se rebelaram contra a França 
entre 1952 e 1954. Em 1956, depois de 
alguns anos de luta armada, a Tunísia 
e o Marrocos se tornaram independen-
tes. Na Argélia, a guerra só terminou 
em 1962, com o triunfo da Frente de Li-
bertação Nacional (FLN) argelina.
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