Histórico e contextualização do Programa


Integração com a graduação



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Integração com a graduação



Indicadores de integração com a graduação
Todos os docentes do Programa atuam na graduação, ministrando ao menos duas disciplinas por ano no curso de Ciências Sociais e/ou noutros cursos da universidade. Entre estes cursos, destacamos aqueles nos quais as disciplinas “Introdução à Antropologia” ou “Antropologia do Corpo e da Saúde” são obrigatórias: Serviço Social, Nutrição, Educação Física, Fisioterapia, Enfermagem e Engenharia Hídrica. Somam-se a estes cursos, aqueles para os quais disciplinas de antropologia são consideradas optativas: História, Geografia, Comunicação, Filosofia, Design, Museologia, etc. Além do trabalho em sala de aula, os docentes do Programa também orientam monografias de graduação nos cursos de Ciências Sociais e de Políticas Públicas. Os três professores que não estão vinculados ao Departamento de Antropologia atuam em seus respectivos departamentos, lecionando e orientando nos cursos de graduação em música, medicina e psicologia.
Os docentes permanentes do Programa contam com quotas de bolsas de Iniciação Científica (PIBIC, BIC, FAPERGS, CNPq/Edital Universal). Cada professor possui de 01 a 02 destas bolsas, concedidas mediante editais públicos a que os professores concorrem no âmbito da UFRGS ou associadas a projetos específicos. Além dos bolsistas, os professores orientam estudantes de iniciação científica voluntários que participam dos grupos e núcleos de pesquisa. Há que se dar destaque para a atuação de docentes do Programa em projetos e ações de suporte e acompanhamento aos estudantes quotistas sociais e étnicos. Neste sentido, destacamos a atuação junto aos indígenas que entraram na universidade por processo especial.
A integração com a graduação também se realiza por meio de bolsas de extensão que engajam os estudantes nas atividades voltadas à organização de eventos e exposições e projetos de intervenção social, especialmente nas áreas da educação e da demarcação de áreas indígenas, do reconhecimento de terras de quilombolas, no apoio e regulação de migrantes, nas políticas de direitos humanos para pessoas em situação de rua e na elaboração de laudos técnicos associados a ações compensatórias a projetos de impacto social. Cada professor pode ter até 02 bolsas de extensão, vinculadas à Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS.
Por fim, destacamos os bolsistas que atuam no auxílio administrativo na secretaria e na coordenação, assim como nas revistas do Programa (Horizontes Antropológicos, Debates do NER, Iluminuras e Espaço Ameríndio). Estes alunos adquirem um conhecimento importante sobre o funcionamento da universidade, os processos de produção e divulgação do conhecimento e de editoria de periódicos científicos.
Os estudantes de graduação que participam dos núcleos tem a oportunidade de iniciar-se na atividade de pesquisa e no debate crítico sobre o conhecimento. Além das reuniões de pesquisa de rotina, os núcleos promovem oficinas voltadas para a formação dos alunos de graduação. No ano de 2015, por exemplo, destacou-se o curso sobre Teoria Feminista na Ciência, oferecido aos alunos de graduação pelo Grupo de Pesquisa da Pós-Graduação “Ciências na Vida”, que contou com a participação de docentes e discentes do Programa, em interação com os alunos de graduação. Salientamos que os núcleos e grupos de pesquisa são um espaço privilegiado extracurricular de formação, bem como as redes de colaboração, como, por exemplo, a Rede Animália, abrigada no Instituto de Estudos Avançados (ILEA) do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), que conta com a colaboração de um docente e de vários discentes do Programa, os quais articularam seminários e eventos ao longo de 2015, promovendo profícua interação entre alunos da graduação e discentes e docentes da pós-graduação.
É neste sentido que se pode dizer que outro instrumento de integração são os eventos científicos promovidos e/ou apoiados pelo Programa e abertos à participação dos alunos de graduação. Entre estes, destacamos aqueles que têm os alunos de graduação como seu principal alvo. São eles: 1) Salão de Iniciação Científica. Todos os docentes permanentes do Programa atuam a cada ano no Salão de Iniciação Científica da UFRGS, acompanham a preparação e apresentação de seus orientandos e participam das bancas de avaliação do Salão. Os docentes também participam do Comitê de Iniciação Científica da UFRGS, onde são definidas as políticas de iniciação e a organização do evento. 2) Olhares Diversos e Contemporâneos. Este evento é promovido pelo Programa e realiza-se com periocidade anual e tem como objetivo principal integrar os estudantes de graduação e de pós-graduação, que apresentam trabalhos científicos que são comentados e avaliados por professores do Programa e de fora. No ano de 2015 houve a cooperação entre o Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFRGS e o Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Santa Maria, tendo sido nesta universidade a realização deste seminário; 3) Oficinas e cursos de curta duração. Os núcleos e grupos de pesquisa também realizam esporadicamente oficinas e cursos de curta duração para os alunos de graduação, como, por exemplo, o já citado “Curso sobre Teoria Feminista na Ciência”, oferecido em 2015. 4) Eventos. Os alunos de graduação são estimulados por seus orientadores e apoiados pelo Programa através dos editais para auxílio trabalho de campo e para participação em eventos científicos nacionais e internacionais, além dos auxílios de programas de fomento à pesquisa, oferecidos pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação da UFRGS, para participar de eventos científicos em outras instituições e cidades.
Por fim, os intercâmbios nacionais e internacionais promovidos pelo Programa e com a participação de alunos de graduação são mais um instrumento de interação entre a graduação e a pós-graduação, destacando-se em 2015 os PROCAD’s, que permitem a capacitação de alunos de graduação e o conhecimento de outras Universidades e Programas de Pós-Graduação em Antropologia, além de fomentar a existência de redes de colaboração entre pesquisadores.




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