História história Passado e Presente – Do Mundo Moderno ao Século XIX


Reprodução/Biblioteca Mário de Andrade, São Paulo



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Reprodução/Biblioteca Mário de Andrade, São Paulo

Regulamentação das lavras e concentração de renda

Capítulo 11 – Sementes da emancipação

  • A partir da segunda metade do século XVIII, adeptos das ideias iluministas tomaram parte em diversos movimentos contra o colonialismo português.
  • Entre os responsáveis pela difusão das ideias iluministas estavam jovens da elite econômica de cidades como Salvador, Vila Rica, Recife e Rio de Janeiro, que haviam estudado em universidades europeias.

Influência iluminista

Capítulo 11 – Sementes da emancipação

  • No final do século XVIII, os pardos livres eram proibidos de ascender na carreira militar ou de ocupar postos de administração públicas.
  • Em 1797, alguns desses membros da elite criaram em Salvador uma sociedade secreta emancipacionista e republicana, conhecida como Cavaleiros da Luz.

Praça da Piedade, em Salvador, BA, em gravura de Rugendas datada de 1835. A igreja havia passado por uma ampliação desde a Conjuração Baiana, mas a desigualdade social se mantinha inalterada.

Reprodução/Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, RJ.

Conjuração Baiana (1798)

Unidade 4 – Política e Participação

NESSA UNIDADE:

  • Brasil: de colônia a império
  • Período regencial
  • Segundo Reinado: Guerra do Paraguai e café
  • O fim da escravidão e do império
  • O século XIX na Europa e nos Estados Unidos

Capítulo 12 – Brasil: de colônia a império

  • Os portugueses venceram o combate conhecido como Batalha do Jenipapo, por ter sido travado às margens do rio de mesmo nome.
  • Os combatentes, em sua maioria vaqueiros e agricultores, arriscaram suas vidas para assegurar a independência do Brasil.

Grupo de teatro encena a história da Batalha do Jenipapo em Campo Maior, PI. Foto de 2015.

Ellyo Teixeira/G1

Capítulo 12 – Brasil: de colônia a império

  • O debate de ideias emancipacionistas e republicanas deu origem a um movimento conspiratório, que ficou conhecido como Insurreição Pernambucana ou Revolução de 1817.
  • O movimento enfraqueceu-se com as divergências entre os proprietários de escravos e os rebeldes abolicionistas.

Vitral no Palácio do Campo das Princesas, em Recife, presta homenagem às lutas libertárias de Pernambuco. O prédio foi concluído em 1841 e hoje é sede do governo do estado de Pernambuco.

Ashlley Melo/JC Imagem

Revolução Pernambucana

Capítulo 12 – Brasil: de colônia a império

  • Em fevereiro de 1821, o rei Dom João VI concordou em jurar fidelidade à Constituição que estava ainda para ser elaborada e em convocar eleições para a escolha dos deputados que iriam representar o Brasil nas Cortes de Lisboa.
  • Temendo perder o trono, Dom João VI anunciou também seu retorno a Portugal.
  • Em abril, a família real e mais quatro mil pessoas zarparam rumo a Portugal. Em seu lugar, o rei deixou o filho, Dom Pedro, que assumiu o poder no Brasil como príncipe regente.

A volta da família real a Portugal

Capítulo 12 – Brasil: de colônia a império

  • Em 1822, Dom Pedro foi proclamado imperador constitucional e defensor perpétuo do Brasil.
  • Mais de 90% da população habitava a zona rural, onde os grandes proprietários de terra exerciam "governos" informais.
  • A cultura concentrava-se nas grandes cidades, onde também circulavam jornais e revistas, a maioria de vida curta e periodicidade incerta.

Esta litografia de 1824 representa uma rua de Recife onde havia comércio de escravizados. Podem-se observar a situação de abandono dos mais pobres, a violência contra os escravizados e poucos brancos. Obra de Augustus Earle Edward Finden.

Reprodução/Coleção Particular, Rio de Janeiro.

Revolução Pernambucana




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