Heloisa soriano ant2a ideias fanáticas e extremismos do nosso dia a dia em uma relaçÃo com a alegoria da caverna



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#23926
IDEIAS FANÁTICAS E EXTREMISMOS DO NOSS DIA A DIA EM UMA RELAÇÃO COM A ALEGORIA DA CAVERNA


ESCOLA TÉCNICA POLIVALENTE DE AMERICANA 
ANA LUISA CARITÁ 
CAROLINA FANTINATTO 
ELEONORA CHAGAS 
HELOISA SORIANO 
ANT2A 
 
IDEIAS FANÁTICAS E EXTREMISMOS DO NOSSO DIA A DIA EM UMA 
RELAÇÃO COM A ALEGORIA DA CAVERNA. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AMERICANA 
2022 


IDEIAS FANÁTICAS E EXTREMISMOS DO NOSS DIA A DIA EM UMA RELAÇÃO 
COM A ALEGORIA DA CAVERNA 
Tragédias causadas pela falta de diversidade de ideias são mais comuns do que você 
imagina. Não as vemos apenas quando aparecem nos jornais, na televisão, ou em 
qualquer outro meio de comunicação, mas também dentro do nosso ambiente mais 
próximo, seja em casa, na escola, ou área de trabalho. É possível identificar os danos 
que a ausência de pluralidade de ideias pode causar. 
Quando criança vemos o mundo pelo olhar de quem nos educa, ainda sem saber que 
existem outras realidades a serem vistas. Frequentemente em diversas culturas o 
âmbito familiar pode prender a criança em uma espécie de caverna proibindo-a de 
conhecer novas culturas ou crenças, estabelecendo assim uma bolha social que 
acaba dificultando de ver o mundo por completo. Criando assim na maioria das vezes 
um adulto frustrado e muita das vezes preconceituoso. A ignorância nos priva da 
socialização e humildade, dessa forma, nos guia para o lado cada vez mais escuro da 
caverna. 
Atualmente estamos convivendo muito com a diversidade cultural e a pluralidade, 
graças a tecnologia o que significa que ainda estamos aprendendo a lidar com o 
diferente. 
Mas apesar de toda evolução do século XXI ainda existe muito preconceito e 
problemas relacionados à diversidade, a pluralidade e a inclusão; ao passar dos anos 
as pessoas foram evoluindo e aprendendo com outras culturas e nações, mas às 
vezes por divergência de ideias, de vestuários, ou até mesmo religião acontece o 
preconceito e a exclusão. 
Vivemos a era da preguiça, em que o comodismo tomou conta das pessoas devido 
ao alto desenvolvimento tecnológico e extremo conforto proporcionado. As pessoas 
têm preguiça de pensar, de duvidar, de questionar, tornando-se meras receptoras de 
informações, conformadas com aquilo que é dito para elas. Não se busca mais saber 
o porquê das coisas serem como são e nem o modo como elas realmente são.
Nos últimos anos, o extremismo político vem crescendo de modo alarmante no Brasil. 
Posicionamentos apaixonados e incoerentes se misturam com discursos inflamados 
e violentos, carregados de reações extremas e radicais. Os que se posicionam desse 
modo não costumam apenas apresentar soluções simples e rápidas para problemas 
complexos e profundos, eles não aceitam o contraditório. Essa é, infelizmente, uma 
tendência mundial e que já foi vista em outros períodos históricos da humanidade. 
Existem grupos fanáticos por ideais, pessoas ou conspirações e que frequentemente 
acreditam que os problemas socioeconômicos do mundo ou do seu país têm origem 
em grandes armações contra as pessoas de ´´bem´´. Uma vez que os extremistas são 
mais convictos de seus conhecimentos, é possível que as pessoas que ainda não 
definiram a sua perspectiva sobre o assunto são constantemente influenciadas por 
noticias falsas ou com conteúdos sensacionalistas. 


O que vemos hoje, infelizmente, são multidões que buscam apenas desconstruir o 
discurso e a autoridade de seu "inimigo", quando deveriam debater de modo civilizado 
formas de construir uma nação mais justa, democrática e desenvolvida. Os políticos 
que compõem as câmaras municipais e assembleias legislativas, o Congresso 
Nacional e o próprio executivo não deveriam utilizar esses espaços para fomentar 
verdadeiras guerras ideológicas, mas para dialogar sobre o futuro de nossa nação. 
Nesses casos, é preciso ter autocrítica, nem sempre seguir as multidões é a melhor 
forma de construir uma democracia. 
Não podemos dar lugar ao fanatismo que engrandece apenas a si mesmo, colocando 
os diferentes como errados, sem ao menos dar a chance de escuta-los e 
principalmente entende-los.
Por fim fazendo um paralelo com a alegoria da caverna escrita por Platão podemos 
dizer que nesse novo cenário os prisioneiros: somos nós homens comuns, a massa, 
o povo, pessoas comuns, que se contentam com o grau inferior de conhecimento e 
não busca o conhecimento racional.
A caverna é a nossa própria mente cheia de 
preconceitos, as sombras na parede são a desinformação, os frutos de nosso 
conhecimento costumeiro, que nos enganam mostrando-se de maneira diferente do 
que realmente são.
A saída da caverna: é o movimento em direção ao conhecimento 
racional e verdadeiro. Abandonar a caverna é buscar conhecer e entender o novo.
A luz solar, que no início causa desconforto, é a pluralidade é enxergar todos os lados 
da moeda, que apesar de machucar é o que nos torna seres únicos e diferentes dos 
outros animais. 
 
 

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