Geografia no cotidiano: ensino médio, 3º ano


Dados dos países da América Anglo-Saxônica – 2014



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Dados dos países da América Anglo-Saxônica – 2014

País

Área (km²)

População (milhões hab.)

PIB (trilhões US$)

RNB per capita (US$)

Canadá

9 984 670

35,5

1,785 51

630

Estados Unidos

9 632 030

318,9

17,420

55 200

Fontes: Atlas geográfico escolar. 6. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2012. p. 181-182; The World Bank. Disponível em: . Acesso em: 8 jan. 2016.

MARIO YOSHIDA
Fonte: IBGE. Atlas geográfico escolar. 6. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2012. p. 37. (Adaptado).

Página 105


Antes da chegada dos colonizadores europeus, a porção norte do território americano era habitada por diferentes grupos étnicos, como os inuítes (esquimós), ao norte; shoshoni, sioux e iroqueses, ao centro; e apaches, ao sul. Contudo, a partir do século XVI, muitos europeus, entre eles espanhóis, ingleses, holandeses e franceses, disputaram essa parte do globo onde, mais tarde, fundariam diversas cidades.
Em 1565, os espanhóis aportaram no atual estado da Flórida, no sudeste dos Estados Unidos. Quatro décadas depois, os ingleses dominariam a costa leste e os franceses ocupariam parte do atual Canadá. Em meados do século XVIII, Québec e Montreal, as duas principais cidades francesas da América, foram conquistadas pelos ingleses, que passaram a administrar esses territórios.

JIM WEST/ALAMY/LATINSTOCK
Os descendentes de populações indígenas representam apenas 1% da população estadunidense atualmente. Na foto, mulher de origem Sioux na Dakota do Sul, 2012.
Com a formação das Treze Colônias Inglesas na América do Norte, a imigração inglesa tornou-se mais intensa. De 1690 a 1775, o número de europeus que viviam nas colônias anglo-saxônicas da América do Norte saltou de 250 mil para 2,5 milhões. Ao contrário das colonizações espanhola e portuguesa, que se ocuparam apenas da exploração das terras recém-conhecidas, os colonos britânicos que se estabeleceram nas colônias do norte chegaram com o objetivo de fixar residência.
Nesse modelo de colonização, foram estabelecidas colônias de povoamento, nas quais os ingleses promoveram o desenvolvimento de um mercado interno, construindo estaleiros navais, casas comerciais, bancos, oficinas manufatureiras e, posteriormente, indústrias.
No entanto, nas colônias do sul, foi introduzido um sistema de exploração colonial fundamentado na monocultura em latifúndios, voltada para o mercado externo. Nesse caso, a necessidade de mão de obra foi, em grande parte, suprida pelo tráfico negreiro, assunto que pode ser aprofundado na disciplina de História. Apesar de terem migrado para as grandes cidades, ainda hoje a maior parte dos afrodescendentes vive nessa região.
O aumento dos impostos pela Inglaterra deflagrou inúmeras revoltas e manifestações, fato que levou os colonos americanos a declarar a independência das Treze Colônias da América em 1776, o que deu origem aos Estados Unidos da América.
No Canadá, entretanto, o processo de conquista da autonomia foi mais lento, ocorrendo somente em 1931, por meio de um tratado com a Inglaterra. Atualmente, esse país integra a Comunidade Britânica das Nações (Commonwealth), criada em 1926, com o objetivo de abolir as tarifas comerciais entre seus participantes.

SCOTT OLSON/GETTY IMAGES
Hoje, os afrodescendentes representam 13% da população dos Estados Unidos. A maioria vive no sudoeste do país. Na foto, família no estado do Mississippi, em 2011.

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