Geografia no cotidiano: ensino médio, 3º ano



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Geografia no cotidiano ensino m dio, 3 ano
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VÁ FUNDO!
Assista a:
Fórum Social Mundial, organização e desenvolvimento
Produção: TV Cultura. Brasil, 2003. 50 min.
Videoaula apresentada pelo arquiteto e ativista social brasileiro Francisco Whitaker sobre o Fórum Social Mundial.
MUNDO DO TRABALHO
A diplomacia sempre foi uma das peças- -chave nas relações políticas entre os diversos países. As negociações nas disputas territoriais, econômicas, políticas e culturais são fundamentais nessas relações, principalmente em períodos de conflitos ou guerras.
Nesse contexto, o papel de embaixadores, cônsules e diplomatas é fundamental para o equilíbrio e a harmonia entre os povos, pois eles são responsáveis por conduzirem as negociações entre nações e empresas, tanto nas áreas política, econômica e cultural, como militar.
Esses profissionais geralmente são formados em cursos como o de Relações Internacionais (RI), Direito Internacional e Comércio Exterior.
1. Junte-se a três colegas e pesquisem sobre as funções que exercem embaixadores, cônsules e diplomatas e sobre as instituições que formam profissionais nessas carreiras.
a) O Instituto Rio Branco: Que cursos oferece? Quando e por que foi criado? Qual sua importância para a diplomacia brasileira?
b) Que outras instituições de ensino superior (IES) oferecem cursos de Relações Internacionais no Brasil?
c) Escolha uma delas e especifique: diretrizes acadêmicas, tipo de profissionais que formam, a importância dos cursos para a sociedade, as pesquisas que desenvolvem etc.
d) Após essa pesquisa, registrem os resultados encontrados e apresentem para a turma.
e) Caso algum aluno se interesse por uma das carreiras dessa área diplomática, esse é um bom momento para buscar mais informações.

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Globalização e antiglobalização: um mundo em crise
No contexto da Nova Ordem Mundial, são inúmeros os movimentos antiglobalização, que defendem questões relativas ao mundo do trabalho, ao meio ambiente, à defesa das culturas locais, às questões de gênero e sexualidade e às questões sociais mais gerais. Fazem parte desses grupos ambientalistas, sindicalistas, estudantes engajados, alguns setores religiosos, organizações sociais e partidos políticos.
Em geral, esses grupos são contrários a algumas medidas adotadas pelos grupos econômicos, como G-7 e G-20, porque entendem que parte dessas políticas não têm legitimidade nem transparência, além de serem elaboradas à revelia da população e de não trazerem benefícios, especialmente para a população dos países mais pobres.
Nesse contexto, outros espaços de diálogo e debate internacional foram criados, como o Fórum Econômico Mundial e o Fórum Social Mundial. Apesar de terem sido criados no bojo da globalização, têm objetivos distintos.
Desde 1971, o Fórum Econômico Mundial é realizado anualmente em Davos, na Suíça, reunindo representantes de organizações não governamentais, governantes dos países ricos, alguns dirigentes de países de menor desenvolvimento econômico, diplomatas de diversas nações e os grandes investidores internacionais. Tem como objetivo organizar estratégias empresariais, industriais em nível global e, a partir da década de 1980, passou a incluir em seus debates temas ligados a conflitos internacionais.
Durante as reuniões do Fórum Econômico, frequentemente ocorrem muitas manifestações de grupos contrários às políticas econômicas neoliberais, tendo em vista que estas são efetivamente defendidas pelos diversos grupos de trabalhos.
O Fórum Social Mundial acontece anualmente desde 2001, no mês de janeiro. Apresenta-se como um espaço aberto a todos os que se contrapõem às políticas neoliberais e às leis do mercado e buscam alternativas para priorizar o desenvolvimento humano em nível local e mundial. Tem como objetivo a formulação de alternativas visando a outro tipo de desenvolvimento e de relações entre os países, estimulando a cooperação e a superação de problemas dos países pobres.
Política neoliberal: política econômica caracterizada pela absoluta liberdade de mercado e limitação da intervenção do Estado na economia. Ao Estado competem apenas os setores imprescindíveis, em um grau mínimo.

WANG ZHAO/AFP
Manifestantes contrários às posições assumidas pelo Fórum Econômico Mundial, em Davos, Suíça, 2011.
A realização desses fóruns trouxe um resultado positivo, uma vez que, diante das inúmeras manifestações contra a globalização e suas consequências, os maiores representantes da economia mundial passaram a rever seus discursos e atitudes.
Além desses movimentos citados é possível encontrar grupos de intelectuais que fazem sérias críticas à globalização. Esses acreditam que a globalização intensificou as desigualdades entre os países ricos e pobres.

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