Geografia no cotidiano: ensino médio, 3º ano



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Geografia no cotidiano ensino m dio, 3 ano
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Nome

IES-Cidade

UF

Endereço eletrônico

Akrópolis

UNIPAR/Umuarama

PR

http://revistas.unipar.br/akropolis

Ateliê Geográfico

UFG/Goiânia

GO

http://revistas.ufg.emnuvens.com.br/atelie

Boletim Goiano de Geografia

UFG/Goiânia

GO

http://revistas.ufg.emnuvens.com.br/bgg

Campo Território

UFU/Uberlândia

MG

http://www.seer.ufu.br/index.php/campoterritorio

Caminhos de Geografia

UFU/Uberlândia

MG

http://www.seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/about/submissions

Espaço Rural

UNIOESTE/Marechal Cândido Rondon

PR

http://e-revista.unioeste.br/index.php/espacoplural

Perspectiva Geográfica

UNIOESTE/Marechal Cândido Rondon

PR

http://e-revista.unioeste.br/index.php/pgeografica

Geoambiente On-line

UFG/Jataí

GO

http://revistas.ufg.emnuvens.com.br/geoambiente/index

Geografia

UNESP/AGETEO/Rio Claro

SP

http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/ index.php/ageteo

Estudos Geográficos

UNESP/ESTGEO/Rio Claro

SP

http://igce.rc.unesp.br/#!/revista-estudosgeograficos

Climep

UNESP/Rio Claro

SP

http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/climatologia

Espaço@Ação

UNESP/Rio Claro

SP

http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/espacoacao

Geotextos

UFBA/Salvador

BA

http://www.portalseer.ufba.br/index.php/geotextos

Percursos

UDESC/Florianópolis

SC

http://www.periodicos.udesc.br/index.php/percursos;

Ra’ega

UFPR/Curitiba

PR

http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/raega

Plurais

UNuCSEH/Anápolis

GO

http://www.revista.ueg.br/index.php/revistapluraisvirtual

Página 327



Revista de Estudos Ambientais

FURB/Blumenal

SC

http://proxy.furb.br/ojs/index.php/rea/index

Redes

UNISC/Santa Cruz do Sul

RS

https://online.unisc.br/seer/index.php/redes

Revista Brasileira de Geografia Física

UFPE/Recife

PE

http://www.revista.ufpe.br/rbgfe/index.php/revista

Geografia (Londrina)

UEL/Londrina

SC

http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/geografia

Hygeia

UFU/Uberlândia

MG

http://www.seer.ufu.br/index.php/hygeia

Geografia: Ensino e Pesquisa

UFSM/Santa Maria

RS

http://cascavel.ufsm.br/revistas/ojs-2.2.2/index.php/geografia

Geoingá

UEM/Maringá

PR

http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/Geoinga;

Okara

UFPB/João Pessoa

PB

http://www.okara.ufpb.br/ojs2/index.php/index

Geográfica Acadêmica

UFRR/Paricarana

GO

http://revista.ufrr.br/index.php/rga

Geografia e Pesquisa

UNESP/Ourinhos

SP

http://vampira.ourinhos.unesp.br/openjournalsystem/index.php/geografiaepesquisa

Geografar

UFPR/Curitiba

PR

http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/geografar

Geo UERJ

UERJ/Rio de Janeiro

RJ

http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/geouerj

Sociedade & Natureza

UFU/Uberlândia

MG

http://www.seer.ufu.br/index.php/sociedadenatureza

Revista Pretexto

FUMEC/Minas Gerais

MG

http://www.fumec.br/revistas/pretexto

RLGG

UEPG/Paraná

PR

http://www.revistas2.uepg.br/index.php/rlagg

Mercator

UFC/Fortaleza

CE

http://www.mercator.ufc.br/index.php/mercator

Boletim de Geografia

UEM/Maringá

PR

http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/BolGeogr

Revista Percurso

UEM/Maringá

PR

http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/Percurso

Revista da Anpege

ANPEGE/Uberlândia

MG

http://anpege.org.br/revista/ojs-2.4.6/index.php/anpege08/index

Revista Terra Livre

AGB/São Paulo

SP

http://www.agb.org.br/index.php/revista-terra-livre

A avaliação
Ao repensar a função social da escola, o processo de ensino-aprendizagem e as práticas pedagógicas coerentes com os novos desafios, impõe-se também a necessidade de refletir sobre a avaliação. Em outras palavras: se pretendemos tornar o processo de ensino-aprendizagem significativo, dinâmico, crítico e flexível, uma visão de avaliação marcada pelo caráter mecânico, repetitivo e mnemônico não se sustenta mais.
Essa busca pelo processo avaliativo coerente com a escola que se quer construir, debatida nos itens anteriores, está contemplada pela LDB 9.394/96, que, em seu artigo 24, determina que a verificação do “rendimento escolar” nos Ensinos Fundamental e Médio deve observar, dentre outros, os seguintes critérios: “a avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais”.
Nas DCNEM (BRASIL, 2012) que trazem orientações específicas sobre a avaliação da aprendizagem é possível observar que há possibilidades para o desenvolvimento de avaliações diversas, desde que levem em consideração questões fundamentais, tais como o Projeto Político Pedagógico da Escola, e sejam utilizadas como um instrumento para os alunos e professores verificarem o processo de ensino e aprendizagem, conforme citação a seguir:

Página 328


A avaliação da aprendizagem, que conforme a LDB pode ser adotada com vistas à promoção, aceleração de estudos e classificação, deve ser desenvolvida pela escola refletindo a proposta expressa em seu projeto político-pedagógico. Importante observar que a avaliação da aprendizagem deve assumir caráter educativo, viabilizando ao estudante a condição de analisar seu percurso e, ao professor e à escola, identificar dificuldades e potencialidades individuais e coletivas.
Já as Diretrizes destinadas a educação básica (BRASIL, 2010) apresentam orientações mais específicas e que devem ser levadas em consideração quando da avaliação da aprendizagem nas diversas disciplinas escolares.
Art. 47. A avaliação da aprendizagem baseia-se na concepção de educação que norteia a relação professor-estudante-conhecimento-vida em movimento, devendo ser um ato reflexo de reconstrução da prática pedagógica avaliativa, premissa básica e fundamental para se questionar o educar, transformando a mudança em ato, acima de tudo, político.
§ 1 º A validade da avaliação, na sua função diagnóstica, liga-se à aprendizagem, possibilitando o aprendiz a recriar, refazer o que aprendeu, criar, propor e, nesse contexto, aponta para uma avaliação global, que vai além do aspecto quantitativo, porque identifica o desenvolvimento da autonomia do estudante, que é indissociavelmente ético, social, intelectual.
§ 2 º Em nível operacional, a avaliação da aprendizagem tem, como referência, o conjunto de conhecimentos, habilidades, atitudes, valores e emoções que os sujeitos do processo educativo projetam para si de modo integrado e articulado com aqueles princípios definidos para a educação básica, redimensionados para cada uma de suas etapas, bem assim no projeto político-pedagógico da escola.
[...]
§ 4º A avaliação da aprendizagem no Ensino Fundamental e no Ensino Médio, de caráter formativo predominando sobre o quantitativo e classificatório, adota uma estratégia de progresso individual e contínuo que favorece o crescimento do educando, preservando a qualidade necessária para a sua formação escolar, sendo organizada de acordo com regras comuns a essas duas etapas.
Sem desconsiderar inúmeras iniciativas pontuais de educadores e instituições diversas, é preciso reconhecer que, após mais de duas décadas da promulgação da LDB (BRASIL, 1996), há ainda muito que se avançar para que os princípios da avaliação contínua e cumulativa, bem como a predominância dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, sejam de fato adotados no sistema educacional brasileiro.
Vale ressaltar que essa concepção de avaliação da aprendizagem vem sendo aprofundada por diversos autores, dentre os quais podemos citar Pozo (2002):
Não há recursos didáticos bons ou maus, mas adequados ou inadequados aos fins perseguidos e aos processos de aprendizagem mediante os quais podem se obter esses fins. A instrução deve se basear num equilíbrio entre o que se tem de aprender, a forma como se aprende e as atividades práticas planejadas para promover essa aprendizagem. Ou seja, a aprendizagem é um sistema complexo composto de três subsistemas: os resultados da aprendizagem (o que se aprende), os processos (como se aprende) e as condições práticas (em que se aprende). (POZO, 2002, p. 66)
Nota-se, portanto, que a avaliação é pensada aqui como parte do processo de aprendizagem e não apenas como meio de verificação de um “conhecimento” acumulado ao final de um processo. Encontram-se nessa concepção elementos fundamentais para entender a importância do estudo do meio, principalmente porque nele os processos e as condições práticas da aprendizagem são valorizados, conforme detalhamos anteriormente.

Página 329


Ainda de acordo com o mesmo autor, é elucidativo conhecer o esquema proposto por ele, indicando a dinâmica entre os três “subsistemas” da aprendizagem:

Esse esquema evidencia que a aprendizagem precisa ser considerada em seus três aspectos fundamentais: as condições em que se realiza (quando, quanto, onde, com quem), os processos (como se aprende) e os resultados ou conteúdos (o que se aprende). Portanto, a análise das situações de aprendizagem deve ser iniciada pelos resultados, enquanto a intervenção (dos professores) inicia-se nas condições de aprendizagem. Na prática, isso significa dizer que, se pretendemos atingir determinados resultados (e certamente sempre esperamos os melhores resultados possíveis), precisamos antes rever as condições e os processos em que se dá a aprendizagem dos educandos.
Para finalizar, é importante destacar que a concepção de avaliação aqui apresentada é, por um lado, recomendada pelos documentos oficiais e aprofundada nos meios acadêmicos. Por outro lado, sabemos que, na prática, precisa ser vivenciada por educadores e educandos, que certamente identificarão, em suas práticas, os limites e as inúmeras possibilidades impostas pelas condições de trabalho em que se encontram. O importante é ter essa forma de avaliação como perspectiva e concretizá-la em momentos oportunos do processo de ensino-aprendizagem. Esperamos contribuir com as reflexões aqui apresentadas, bem como com as orientações oferecidas ao longo dos três volumes desta coleção e na parte específica (segunda parte deste manual).

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