Geografia no cotidiano: ensino médio, 3º ano


a) Ao observar o gráfico, o que se pode notar em relação às transações comerciais entre o México e os Estados Unidos? O que explica esse fato? b)



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Geografia no cotidiano ensino m dio, 3 ano
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a) Ao observar o gráfico, o que se pode notar em relação às transações comerciais entre o México e os Estados Unidos? O que explica esse fato?
b) O que pode acontecer com o México se os Estados Unidos deixarem de importar seus produtos?
c) Que dificuldades pode enfrentar um país que concentra a maior parte de seu comércio em um só parceiro?
4. A charge ao lado seguir representa as contradições do mundo contemporâneo. Observe-a com atenção e responda às questões propostas. Para a compreensão dos termos, peça orientação ao professor de Língua Estrangeira Moderna (inglês) ou consulte um dicionário.

STUART CARLSON © 2008 CARLSON/DIST. BY UNIVERSAL UCLICK
a) Qual a reivindicação feita pelo personagem da charge?
b) Qual é sua nacionalidade?
c) Qual a forma de pressão utilizada pelo personagem para atingir sua reivindicação?
d) Quais contradições são apresentadas na charge em relação à Nova Ordem Mundial?

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5. Muitos fotógrafos buscam mostrar as lutas sociais e os contrastes do mundo. Não se restringindo apenas a documentar o que é turístico ou belo, a análise de suas fotografias nos ajuda a compreender o espaço geográfico. Observe a foto do fotógrafo mineiro Érico Hiller, depois, leia o texto a seguir e responda às questões propostas:
As ansiedades das nações
Interdisciplinaridade Arte
Além das artes plásticas, literatura, música, dramaturgia, entre outros, é importante estimular os alunos a apreciar a fotografia como meio de expressão artística e engajamento social. Veja orientações no Manual do Professor.
Em geral, os sinais do crescimento econômico são comuns entre os [países] emergentes: onipresença de imensas construções, multinacionais abrindo filiais, condomínios de luxo sendo inaugurados, cidades nascendo no meio do nada, ofertas de emprego com altíssimas qualificações, grandes marcas ostentando letreiros nos mais sofisticados shopping centers. Apesar da condição da emergência, no entanto, ainda representam luxo para poucos. E, em vez de diminuir, as diferenças entre ricos e pobres se agravam.
Hoje, mais pessoas moram em cidades que no campo. A migração promove uma urbanização galopante e incontrolável. Mas o mesmo progresso que atrai os trabalhadores rurais para os centros urbanos acaba resultando nas condições que os apartam em bolsões de miséria. Carentes de praticamente tudo e com infraestruturas geralmente pressionadas, as grandes cidades dos países emergentes suscitam análises que fazem nossa opinião oscilar entre a admiração e o horror.
Em Mumbai, na Índia, vi lojas de carros de altíssimo luxo dividirem a rua com favelas enormes. Na cidade do Rio de Janeiro, flagrei uma moradora de rua grávida se banhando no esgoto a menos de 10 metros de um shopping center para ricos. E o que dizer das belas e modernas paisagens de Xangai e Hong Kong?
Difícil saber até que ponto, com o crescimento econômico de seus países, a população está – como se apregoa – reconquistando a dignidade e a cidadania. [...]
Desde jovem, ouço os brasileiros desejarem um futuro promissor. Todos querem e merecem melhorar de vida. No entanto, como construir uma sociedade com estrutura igual a de um país rico sem transformar os desafios ambientais e de infraestrutura das grandes cidades num nó difícil de desatar? De quantos planetas precisaremos dispor se todos os emergentes desejarem ser o que os Estados Unidos são hoje? [...]

ÉRICO HILLER
Shanghai, China, 2007.
Fonte: HILLER, Érico. Emergentes. Disponível em: . Acesso em: 1 o mar. 2016.

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