Geografia Espaço e identidade Levon Boligian, Andressa Alves 3 Componente curricular Geografia


Página 35 (Cinema, esportes e a Guerra Fria)



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Biologia 3 Orientações Professor
Página 35 (Cinema, esportes e a Guerra Fria)
Converse com a classe sobre a relação entre a Guerra Fria e os esportes. Peça aos estudantes que 
comparem o quadro de medalhas mostrado no livro-texto com o de jogos olímpicos recentes, e reflitam 
sobre a interferência das questões político-ideológicas nos esportes. Se julgar pertinente, comente a 
história e a importância dos jogos olímpicos para a humanidade.
Capítulo 3 – Grandes potências econômicas e potências emergentes no cenário 
multipolar
Nesse capítulo serão analisados aspectos do atual cenário geopolítico global e importantes 
características socioeconômicas dos principais polos mundiais de poder. Espera-se que o aluno 
compreenda a complexidade das relações geopolíticas estabelecidas entre os países e a influência dos 
polos mundiais de poder na esfera socioeconômica brasileira.
Página 50 (A influência cultural)
Para enriquecer o estudo a respeito da influência cultural estadunidense, explore com os alunos 
recursos que tratem do assunto. Essa proposta pode ser realizada a partir da leitura e interpretação de 
músicas ou imagens, análise de filmes, livros e seriados, palavras utilizadas no cotidiano dos alunos, 
entre outras.


Página 26
Página 62 (A China)
Para aprofundar o estudo sobre a China e seu sistema de governo, leia o texto a seguir, no qual são 
comentadas algumas características do uso da internet nesse país.
A grande muralha digital chinesa
Há duas grandes muralhas na China: uma de pedra e outra digital. Esta barreira censória limita os 
movimentos online dos cerca de 500 milhões de utilizadores de Internet no país, mas a China continua 
empenhada em manter esta edificação virtual de pé.
Pequim dá emprego a milhares de pessoas para estas bloquearem páginas Web, publicarem mensagens 
favoráveis ao governo e apagarem as opiniões desfavoráveis às autoridades em fóruns online.
O mais recente ataque das autoridades chinesas contra a liberdade de expressão online deu-se contra o 
Weibo, um site de microblogging – semelhante ao Twitter – que conta com mais de 200 milhões de 
utilizadores registados.
Foram publicadas nesta rede social algumas mensagens contendo acusações diretas às autoridades 
(nomeadamente contra a venda de bolsas de sangue doado pelos cidadãos) e por isso o governo chinês 
exigiu que o Weibo fechasse as contas “acusatórias”.
[...]
Em resumo: o governo chinês quer forçosamente controlar os sites da chamada Web 2.0, mas teme que 
o fechamento generalizado deste tipo de vias de comunicação cause manifestações descontroladas, 
pelo que prefere pôr a pressão do lado das empresas que fornecem este tipo de serviço.
Gao Feng, um sociólogo de Pequim, descreve a situação em termos de censura online: “A China 
pretende controlar todos e cada um dos movimentos e opiniões dos seus habitantes. É algo impossível 
e, por muita censura que se aplique à Internet, vão sempre surgir novas vias de comunicação”, indicou o
cidadão à EFE [agência de notícias espanhola].
[...]
Muitos especialistas acreditam que é uma questão de tempo até que as muralhas caiam por terra, 
especialmente com tanta informação potencialmente “subversiva” a circular em redes sociais.
RIBEIRO, Suzana Almeida.
Público. Portugal, 31 ago. 2011. Disponível em: muralha-digital-chinesa-1509944>. Acesso em: 30 abr. 2016.

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