Geografia Ensino & Pesquisa, V. 15, n. 2, maio./ago


Arantes, T. G. F.; Ferreira, W. R



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7361-32378-1-PB (1)
12998-39068-1-PB
Arantes, T. G. F.; Ferreira, W. R

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ISSN 2236­ 4994

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Localização da Área de Estudo

Segundo IBGE (1990) apud Bessa (2007), a Mesorregião do Triângulo Mineiro e Alto

Paranaíba é uma das doze mesorregiões do estado de Minas Gerais, localizada na parte

ocidental do estado, mais especificamente no extremo oeste mineiro. Trata­se de uma

mesorregião formada por 66 (sessenta e seis) municípios, todos agrupados em sete

microrregiões, somando uma área aproximada de 91.284 km².

Tendo em vista estudos como os de Bessa (2007), Cleps (1997), Brandão (1989) e

Guimarães (1990; 2010), pode­se afirmar que esta região é dotada de certo dinamismo

econômico. Isso ocorre, em parte, devido à sua posição espacial relativa no território nacional e ao

seu papel histórico de entreposto comercial e centro regional, que se baseou nas evoluções de

seus sistemas de transportes como base para se conectar espacialmente a outras regiões. Desta

forma, a região em questão assume, em determinados circuitos produtivos, um caráter de hub

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Sua conexão com as regiões industriais de São Paulo e sua posição intermediária na

ligação destas com Brasília e os eixos Norte e Cento­Oeste nacional, aliadas a outros fatores,

lhe guardaram um papel relevante na circulação nacional de bens industrializados e produtos

agrícolas, sendo importantes neste processo as estruturas locais de apoio logístico ao

agronegócio e ao comércio atacadista­distribuidor.

As infraestruturas de transportes presentes nesse recorte espacial são elementos

fundamentais da ligação desse subsistema com outros do circuito produtivo nacional/internacional.

Nesse sentido, são necessárias informações sobre a configuração dos fluxos que perfazem suas

delimitações regionais, na tentativa de apreender como se configura, espacialmente, a circulação de

cargas nessas redes de transportes intra­regionais do Triângulo Mineiro eAlto Paranaíba.

Devido à utilização da abordagem intra­regional dos sistemas de transporte, em detrimento

da inter­regional, descartamos o transporte aéreo de cargas da pesquisa, já que o mesmo

possui a especificidade de realizar conexões com distâncias mais longínquas, o que extrapolaria

nosso recorte espacial. Fizemos o mesmo com o modal aquaviário, uma vez que este possui

inexpressividade dentro do quadro geral do transporte de cargas intra­regional do Triângulo

Mineiro e Alto do Paranaíba.

Destacamos ainda, que o recorte espacial tem o propósito de ilustrar nosso procedimento e

não constitui, de forma alguma, um estudo interpretativo completo sobre a mesorregião do

Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Trata­se, portanto, da produção de mapas temáticos avulsos

elaborados a partir desta região, a qual foi utilizada como base para nossa exemplificação.




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