Filipa lowndes vicente a a rte sem his



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   Germaine Greer, The Obstacle Race, pp. 235-236; [Em nota: Luís Reis 
Santos, Josefa d’Óbidos (Lisboa, s.d.), p. 350]. 
130.
    Vítor Serrão, “Josefa de Ayala Pintora, ou o Elogio da Inocência”, Josefa 
de Óbidos e o Tempo Barroco
 (Lisboa: IPPC, 1991), Catálogo de Exposição [Galeria 
do Rei D. Luís, Palácio Nacional da Ajuda].
131.
    The Sacred and the Profane. Josefa de Óbidos of Portugal (Washington 
D.C.: The National Museum of Women in the Arts; Ministério da Cultura
Gabinete de Relações Internacionais, 1997).
132.
    Lavinia Fontana of Bologna 1552-1614 (Milão; Washington: Electa; The 
National Museum of Women in the Arts, 1998).
133.
    Rouge et Or. Trésors du Portugal Baroque (Paris, Musée Jacquemart-André), 
Catálogo de Exposição.


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com a extensa bibliografia que, nas últimas décadas, tem sido dedicada 
às pintoras europeias dos séculos XVI, XVII e XVIII. Talvez não seja por 
acaso que uma das raras análises de género ensaiadas sobre Josefa de 
Óbidos provenha de um não-português, Edward J. Sullivan, no catálogo 
Crowning Glory. Images of the Virgin in the arts of Portugal, uma exposição 
sobre arte portuguesa no Museu de Newark, uma das zonas de maior 
emigração portuguesa nos Estados Unidos da América
134
. Mais recen-
temente, uma monografia sobre Josefa de Óbidos da autoria de uma his-
toriadora da arte portuguesa, Carla Alferes Pinto, também inclui uma 
perspectiva de género
135
. Mas a maior parte das perguntas que têm sido 
feitas ao percurso de vida de Josefa de Óbidos e, em geral, ao contexto 
de produção da sua obra não usaram a sua identidade feminina como 
uma  das  vertentes  de  análise,  o  que  pode  parecer  algo  contraditório 
quando pensamos na relativa excepcionalidade de uma mulher artista 
no Portugal de Seiscentos ou, em geral, na Europa deste período. 
Consideramos que muitas das questões que têm sido colocadas 
a outras mulheres artistas, noutros contextos cronológicos e geográ-
ficos, poderiam ser aplicadas ao caso de Josefa de Óbidos. Tal não 
significa que faça sentido comparar a sua obra com a das artistas suas 
contemporâneas, até porque, como afirma Vítor Serrão, uma artista 
que passou grande parte da sua vida num convento em Coimbra e 
na vila de Óbidos não pode ser explicada artisticamente através de 
comparações internacionais, que correm o risco de cair numa arti-
ficialidade (o que não quer dizer que ela não tenha sido influencia-
da  por  imagens  vindas  do  exterior,  nomeadamente  através  da  gra-
vura, como refere Serrão e como analisa Luís de Moura Sobral)

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