Filipa lowndes vicente a a rte sem his


8. Pensar o presente: entre as diferenças nacionais e a



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8. Pensar o presente: entre as diferenças nacionais e a 
globalização dos feminismos     
 
 
 
  

 A falácia da “qualidade”    
                                                         
229

 Mudam-se os tempos, não muda o género    
                             
235

 História da arte portuguesa: quem tem medo dos feminismos?                
241

 Museus e exposições: pensar as ausências, desconstruir os cânones        
253

 Globalizar a arte e o feminismo                                                          
259
BIBLIOGRAFIA
 
 
 
 
269
ÍNDICE ONOMÁSTICO    
 
285




9
AGRADECIMENTOS
Devo à minha educação materna a formação de uma consciência fe-
minista. A minha educação formal, pelo contrário, só muito tarde é 
que me expôs a uma perspectiva feminista do conhecimento. De facto, 
somente ao realizar uma pós-graduação em arte contemporânea no 
Goldsmiths College da Universidade de Londres (1994/95) – onde 
esta perspectiva já estava incorporada numa abordagem crítica do ob-
jecto de estudo – é que fui capaz de ter consciência da ausência do 
feminino nas diferentes fases da minha educação. Tendemos a “natu-
ralizar” as formas de conhecimento às quais estamos expostos – “se 
nos ensinam assim, é porque é assim” ou, para dar um exemplo especí-
fico, “se nunca ouvimos falar ou nunca lemos sobre mulheres artistas, 
é porque elas não existem ou não são suficientemente relevantes para 
serem estudadas”. Mas o mais provável é mesmo nem repararmos nes-
sas ausências. Muitas vezes, só vemos aquilo que nos é dado ver, aquilo 
de que temos consciência à partida e que estamos preparados para re-
conhecer. Assim, só passei a procurar livros sobre mulheres artistas ou 
sobre arte e feminismo em livrarias, só me ocorreu organizar um curso 
sobre a relação entre as mulheres e a arte, só reparei na desproporção 
entre mulheres e homens artistas nas narrativas históricas ou na cena 
artística contemporânea, e só escrevi este livro porque, em determi-
nada altura, a minha formação intelectual me mostrou, também, este 
caminho. Não fui eu que o descobri sozinha. Tal como eu, a maior 
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