Filipa lowndes vicente a a rte sem his


partida onde habitualmente se situava a história da arte – das inter-



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partida onde habitualmente se situava a história da arte – das inter-
rogações ao objecto artístico, às interrogações acerca das condições 
de produção do próprio objecto artístico. Uma das propostas da his-
toriadora da arte britânica Griselda Pollock consistiu em reescrever 
as perguntas que a história da arte faz ao seu objecto de estudo
43

42.
    Rosa Bonheur, a artista francesa que alcançou uma enorme notoriedade 
na Europa do século XIX, constitui um caso curioso de filha de um artista ligado 
à comunidade de Saint-Simon, que tinha ideias especialmente progressistas em 
relação às mulheres: “O meu pai, (...) repetiu-me muitas vezes que a missão da 
mulher era elevar a raça humana, que ela era a Messias dos séculos futuros. 
Devo às suas doutrinas a ambição nobre e grandiosa que atribuo ao sexo que 
orgulhosamente afirmo como sendo o meu, e cuja independência defenderei até 
morrer (...)”, Anna Klumpke, Rosa Bonheur: Sa vie, son oeuvre (Paris: Flammarion, 
1908), p. 311.
43.
    Griselda Pollock, Differencing the Canon. Feminist desire and the writing of 
art’s histories
 (Londres e Nova Iorque: Routledge, 1999); Griselda Pollock, ed., 
Generations and Geographies in the Visual Arts. Feminist
 readings (Londres e Nova 
Iorque: Routledge, 1996); Vision and Difference. Femininity, feminism, and the histories 
of art
 (Londres: Routledge, 1988). Tanto quanto sei, o único texto de Griselda 

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