Filipa lowndes vicente a a rte sem his


? Claro que tudo isto não foi uma desco- berta das GG. Mas elas tiveram o mérito de transformar um discurso  30



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? Claro que tudo isto não foi uma desco-
berta das GG. Mas elas tiveram o mérito de transformar um discurso 
30.
    Guerrilla Girls, Confessions of the Guerrilla Girls. How a bunch of masked 
avengers fight sexism & racism in the art world with facts, humour and fake fur
, p. 28.
31.
    Guerrilla Girls, The Guerrilla Girls’ Bedside Companion to the History of 
Western Art
 (Nova Iorque: Penguin Books, 1998).
32.
    H.W. Janson (co-autora: Dora Jane Janson), História da Arte. Panorama 
das artes plásticas e da arquitectura da Pré-história à actualidade
 (Lisboa: Fundação 
Calouste Gulbenkian, 1979).


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circunscrito a um núcleo académico, especializado e reduzido, num 
texto destinado a um público muito mais heterogéneo. No seu último 
livro, de 2003, o humor continua a ser o instrumento para explorar os 
vários estereótipos utilizados para identificar e classificar as mulhe-
res, da solteirona à mulher fatal
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. Hoje, as GG permanecem activas, 
anónimas, humoristas, incisivas e com razões suficientes para conti-
nuarem a sê-lo
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. Mas os seus 
posters já não estão na rua, mas sim em 
bienais de arte, museus e exposições (no Museu de Serralves, no Por-
to, em 2010-2011, na exposição 
Às Artes, Cidadãos!). Será que este 
caminho – que vai da intervenção crítica até serem elas próprias um 
objecto artístico – veio esvaziar o sentido político do seu trabalho?

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