Filipa lowndes vicente a a rte sem his


A S “ R E S E RVA S ” DA H I STÓ R I A DA A RTE PO RTU G U E SA



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A S “ R E S E RVA S ” DA H I STÓ R I A DA A RTE PO RTU G U E SA


A A RTE S E M H I STÓ R I A
222
Os paradoxos do caso português:  
Josefa de Óbidos, Vieira da Silva e Paula Rego
Os  nomes  de  Josefa  de  Óbidos,  Maria  Helena  Vieira  da  Silva  ou 
Paula Rego sugerem-nos alguns dos paradoxos do caso português. 
Por um lado, poderíamos afirmar que elas estão entre os/as artistas 
portugueses/as  mais  conhecidos/as  internacionalmente  –  pensa-
mos  em  termos  de  exposições  fora  de  Portugal,  presença  em  co-
lecções internacionais e em museus estrangeiros, valor no mercado 
internacional da arte ou livros não-portugueses que as referem
299
.
 
Vieira da Silva no 
atelier de La Marechalérie, Yèvre-Le Châtel, 1963. 
Fotografia de Ursula Zangger, Centro de Documentação e Investigação, 
Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, Lisboa. © Ursula Zangger/SPA 2011.
299.
    A historiografia da arte nacional também reconhece nas duas artistas 
aquilo que Pinharanda designou como as suas “capacidades internacionais”: 
ver João Lima Pinharanda, “O declínio das vanguardas: dos anos 50 ao fim do 
milénio”, Paulo Pereira, org. História da Arte Portuguesa, vol. III (Lisboa: Círculo de 
Leitores, 1995), pp. 593-649, p. 604.


223
Paula Rego no estúdio da National Gallery de Londres, ao lado do painel que lhe 
foi encomendado pelo museu. 
© Colin Harvey, National Gallery Studio. Cortesia da artista
Paula Rego endireita a 
Ninfa d’água na reserva da Casa das Histórias Paula Rego
Cascais, 2010. © Carlos Pombo. Cortesia da artista

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