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    “Aurélia de Sousa”, Soleil et Ombres. L’art portugais du XIXème siècle  (Paris: Paris Musées, 1987), pp. 267-269. 293



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292.
    “Aurélia de Sousa”, Soleil et Ombres. L’art portugais du XIXème siècle 
(Paris: Paris Musées, 1987), pp. 267-269.
293.
    Ao escrever sobre Aurélia de Sousa, Maria João Lello Ortigão de 
Oliveira dedicou atenção à cidade de Paris e às suas escolas de arte como 
lugares de aprendizagem no feminino. De igual modo, Adelaide Duarte, num 
livro recente sobre Aurélia de Sousa, integrado numa colecção de pintores 
portugueses, explora os modos como o seu sexo determinou não só a sua 
educação na Academia Julian, como a percepção que a crítica teve da sua obra.  
294.
    Ver: Joaquim da Costa, Aurélia de Souza e a Sua Obra (Porto: Imprensa 
Portuguesa, 1937); Maria Feliciana Ortigão Sampaio Correia de Oliveira, As 
Pintoras Aurélia de Souza e Sofia Martins de Souza
 (Porto: Tip. Rocha, 1964); Lúcia 
Almeida Matos, Aurélia de Souza. A provincial woman artist of Portugal 1866-
-1922
, Tese de Mestrado em Belas-Artes, Syracuse University, 1983 [texto 
dactilografado]; Raquel Henriques da Silva, Aurélia de Souza (Lisboa: Inapa, 2004), 
1.ª ed., 1992; Maria João Lello Ortigão de Oliveira, Aurélia de Sousa em Contexto. 
A cultura artística no fim de século
, col. Arte a Artistas (Lisboa: Imprensa 
Nacional-Casa da Moeda, 2006); Adelaide Duarte, Aurélia de Sousa (Matosinhos: 
QuidNovi, 2010).

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