Filipa lowndes vicente a a rte sem his



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Angelica Kauffman,
 
Sybille,
 Cartão com reprodução fotográfica de quadro 
pertencente à “Dresdner Galerie”, c. 1910, col. da autora.
“A culpa é de Elizabeth Vigée-Lebrun”
Vigée-Lebrun, também ela filha de um pintor, foi protegida pela rai-
nha Maria Antonieta e viu-se, como tal, obrigada a abandonar a França 
durante a Revolução
145
. Ao longo de doze anos de exílio, continuou a 
pintar os retratos dos mais ilustres membros das nações por onde pas-
sou, sobretudo na Rússia, onde viveu durante seis anos
146
. Também se 
notabilizou pelos seus vários auto-retratos, sozinha ou ao lado da filha 
(como já referimos, um dos seus auto-retratos foi encomendado pelo 
grão-duque da Toscana para fazer parte da galeria de auto-retratos de 
artistas dos Medici). Antes da Revolução Francesa, já tinha sido eleita 
145.
    Para uma narrativa da vida de Lebrun contada pela própria, ver: 
Élisabeth Vigée-Lebrun, Mémoires d’une Portraitiste 1755-1842, pref. de Jean 
Chalon (Paris: Scala, 1989). Ver também: Emma Barker, “Women artists and the 
French Academy: Vigée-Lebrun in the 1780”, in Gill Perry, ed., Gender and Art 
(New Haven; Londres: Yale University Press; The Open University, 1999), pp. 
108-127; Patricia Mayayo, Historias de Mujeres, Historias del Arte (Madrid: Ediciones 
Cátedra, 2003), pp. 34-40.
146.
    Jordana Pomeroy e Rosalind P. Gray, eds., An Imperial Collection: Women 
artists from the State Hermitage Museum
 (Nova Iorque: National Museum of 
Women in the Arts, Merrell, 2003). 

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