Faculdade de Motricidade Humana



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2.4.4.  Contraindicações  à  Realização  dos  Protocolos  de  Esforço 
Máximo/Submáximo 
 
 
Segundo  o  ACSM  (2014),  as  contraindicações  podem  ser  relativas  ou 
absolutas e serão apresentadas, como tal, em seguida.  
 
Absolutas: 
o  Alterações  significativas  no  eletrocardiograma  (ECG)  em 
repouso (possível isquemia, enfarte do miocárdio ou outras 
situações cardíacas); 
o  Angina instável; 
o  Disritmias cardíacas não controladas; 
o  Estenose aórtica severa; 
o  Insuficiência cardíaca não controlada; 
o  Enfarte pulmonar ou embolia pulmonar
o  Miocardite ou pericardite agudas; 
o  Aneurisma dissecante; 
o  Infeção sistémica. 
 
 
Relativas: 
o  Estenose coronária; 
o  Doença cardíaca com estenose valvular moderada; 
o  Distúrbio eletrolítico; 
o  Hipertensão arterial severa; 
o  Taquidisritmia e bradidisritmia; 
o  Cardiomiopatia hipertrófica; 
o  Desordens 
neuromotoras, 
musculoesqueléticas 
ou 
reumáticas; 
o  Bloqueio atrioventricular; 
o  Aneurisma ventricular; 
o  Doença metabólica não controlada (ex., diabetes); 
o  Doença crónica infeciosa (ex., HIV). 


19 
 
Todos os indivíduos que apresentem contraindicações do tipo absolutas, 
não devem realizar testes de esforço até que as mesmas estejam controladas 
ou  tratadas.  No  caso  dos  indivíduos  que  revelem  contraindicações  relativas 
será necessário, primeiramente, o fisioligista e, se necessário em conjunto com 
o  cardiologista,  analisar  o  risco-benefício  da  realização  dos  testes  (ACSM, 
2014). 
 



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