Exercícios com Gabarito de Português Verbo, Substantivo e Adjetivo



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Exerc cios com Gabarito de Portugu s Verbo, Substantivo e Adjeti
BOOK 345 - Enfermeiro
Rubem Braga, “A mulher que ia navegar”. 
“‘Muito!’, disse quando alguém lhe perguntou se gostara 
de um certo quadro.”
Se a pergunta a que se refere o trecho fosse apresentada 
em discurso direto, a forma verbal correspondente a 
“gostara” seria 
a) gostasse.
b) gostava.
c) gostou. 
d) gostará. 
e) gostaria. 
66) (FUVEST-2007) 
Muitos políticos olham com 
desconfiança os que se articulam com a mídia. 
Não compreendem que não se faz política sem a mídia. 
Jacques Ellul, no século passado, afirmava que um fato só 
se torna político pela mediação da imprensa. Se 20 índios 
ianomâmis são assassinados e ninguém ouve falar, o crime 
não se torna um fato político. Caso apareça na televisão, o 
que era um mistério da floresta torna-se um problema 
mundial. 
Adaptado de Fernando Gabeira, Folha de S.Paulo
a) Explique a distinção, explorada no texto, entre dois tipos 
de fatos: um, relacionado a “mistério da floresta”; outro, 
relacionado a “problema mundial”. 
b) Reescreva os dois períodos finais do texto, começando 
com “Se 20 índios fossem assassinados...” e fazendo as 
adaptações necessárias. 
67) (FVG - SP-2007) 
Assinale a alternativa em que os 
verbos prever, intervir, propor e manter estão 
corretamente conjugados. 
a) Previu / interviu / propuser / mantesse. 
b) Prevesse / intervisse / proposse / mantesse. 
c) Previu / interveio / propusesse / mantera. 
d) Preveu / intervim / propuser / mantivesse. 
e) Previsse / intervier / propusesse / mantinha. 
68) (FVG - SP-2007) 
Assinale a alternativa em que os 
verbos impregnaroptarsuar estrear preenchem 
corretamente as lacunas das frases abaixo. 
Esse tipo de tinta _____________ de cheiro acre a roupa 
da loja. 
O coronel sempre _____________ pelo praça de maior 
destreza para dirigir a viatura. 
Nos dias de calor, ele _____________ o demais; por isso. o 
ar condicionado do carro. 
O cantor _____________ no teatro da Barra ontem, à 
noite. Um sucesso! 
a) Impreguina, opta, sua, estreiou. 
b) Impregna, opta, soa, estreiou. 
c) Impregna, opta, sua, estreou. 
d) Impreguina, opita, soa, estreiou. 
e) Impregna, opita, sua, estreiou. 


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69) (FVG - SP-2007) 
Pastora de nuvens, fui posta a serviço por uma campina 
tão desamparada que não principia nem também termina, 
e onde nunca é noite e nunca madrugada. 
(Pastores da terra, vós tendes sossego, que olhais para o 
sol e encontrais direção. Sabeis quando é tarde, sabeis 
quando é cedo. Eu, não.) 
Cecilia Meireles 
Esse trecho faz parte de um poema de Cecília Meireles, 
intitulado Destino, uma espécie de profissão de fé da 
autora. 
O tratamento utilizado na 2ª estrofe do poema se 
caracteriza por ser 
a) indireto de 3ª pessoa do singular. 
b) direto de 1ª pessoa do singular. 
c) direto de 2ª pessoa do plural. 
d) indireto de 2ª pessoa do plural. 
e) direto de 3ª pessoa do plural. 
70) (Gama Filho-1997) 
Eu amo a noite solitária e muda, 
Quando no vasto céu fitando os olhos, 
Além do escuro, que lhe tinge a face, 
Alcanço deslumbrado 
Milhões de sóis a divagar no espaço, 
Como em salas de esplêndido banquete 
Mil tochas aromáticas ardendo 
Entre nuvens d'incenso! 
(...) 
Eu amo a noite solitária e muda; 
Como formosa dona em régios paços, 
Trajando ao mesmo tempo luto e galas 
Majestosa e sentida; 
Se no dó atentais, de que se enluta, 
Certo sentis pesar de a ver tão triste; 
Se o rosto lhe fitais, sentis deleite 
De a ver tão bela e grave! 
Gonçalves Dias - "A Noite" 
"fitais/sentis" 
Passando as formas verbais acima para a 3ª pessoa do 
plural do imperativo afirmativo, teremos, 
respectivamente:
a) fitem - sintam. 
b) fitem - sentissem. 
c) fitai - senti. 
d) fitam - sentem. 
e) fitam - sintam. 
71) (GV-2003) 
Leia atentamente o texto e responda à 
questão que a ele se refere. 
Pode-se abordar o estudo das organizações asseverando a 
unicidade de toda estrutura social e evitando qualquer 
generalização, até que se tenha à mão prova empírica de 
similaridade bem aproximada. Foi esse o ponto de vista 
aconselhado à equipe de pesquisa da Universidade de 
Michigan pelos líderes de quase todas as organizações 
estudadas.- Nossa organização é única; de fato, não 
podemos ser comparados a qualquer outro grupo, 
declarou um líder ferroviário. Os ferroviários viam seus 
problemas organizacionais como diferentes de todas as 
demais classes; o mesmo acontecia com os altos 
funcionários do governo. Os dirigentes das companhias de 
seguros reagiam da mesma forma, o que também era feito 
pelos diretores de empresas manufatureiras, grandes e 
pequenas. 
Entretanto, no momento em que começavam a falar de 
seus problemas, as reivindicações que faziam de sua 
unicidade tornavam-se invalidadas. Através de uma análise 
de seus problemas teria sido difícil estabelecer diferença 
entre o diretor de uma estrada de ferro e um alto 
funcionário público, entre o vice-presidente de uma 
companhia seguradora e seu igual de uma fábrica de 
automóveis. Conquanto haja aspectos únicos em qualquer 
situação social, também existem padrões comuns e, 
quanto mais nos aprofundamos, maiores se tornam as 
similaridades genotípicas. 
Por outro lado, o teorista social global pode ficar tão 
envolvido em certas dimensões abstratas de todas as 
situações sociais que ele será incapaz de explicar as 
principais origens de variação em qualquer dada situação. 
O bom senso indica para esse problema a criação de uma 
tipologia. Nesse caso, são atribuídos às organizações certos 
tipos a respeito dos quais podem ser feitas generalizações. 
Assim, existem organizações voluntárias e involuntárias, 
estruturas democráticas e autocráticas, hierarquias 
centralizadas e descentralizadas, associações de expressão 
e aquelas que agem como instrumentos. As organizações 
são classificadas de maneira ainda mais comum, de acordo 
com suas finalidades oficialmente declaradas, tais como 
educar, obter lucros, promover saúde, religião, bem-estar, 
proteger os interesses dos trabalhadores e recreação. 
Adaptado de KATZ, Daniel e KAHN, Robert L., p. 134-135. 
Psicologia Social das Organizações. São Paulo: Atlas, 1970. 
Obs.: Asseverando significa afirmando com certeza, 
assegurando. 
Observe o seguinte período: “Nesse caso, são atribuídos às 
organizações certos tipos a respeito dos quais podem ser 
feitas generalizações”. Nele, ocorre voz passiva analítica; a 
voz ativa correspondente está indicada em: 
a) Nesse caso, são atribuídos (por alguém) certos tipos a 
respeito dos quais podem fazer-se certas generalizações. 


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b) Nesse caso, (alguém) pode atribuir às organizações 
certos tipos a respeito dos quais podem ser 
feitas generalizações. 
c) De fato, (alguém) não pode nos comparar a qualquer 
outro grupo. 
d) Nesse caso, (alguém) atribui às organizações certos 
tipos a respeito dos quais (alguém) pode fazer 
generalizações. 
e) Nesse caso, atribuem-se às organizações certos tipos a 
respeito dos quais se podem fazer generalizações. 
72) (GV-2003) 
Em qual das alternativas não há a necessária 
correlação temporal das formas verbais? 
a) A festa aconteceu no mesmo edifício em que 
transcorrera o passamento de José Mateus, vinte 
anos antes. 
b) Quando Estela descer da carruagem, poderia acontecer-
lhe uma desgraça se o cocheiro não dispuser 
adequadamente o estribo. 
c) Tendo visto o pasto verde, o cavalo pôs-se a correr sem 
que alguém pudesse controlá-lo. 
d) Pelo porte, pelo garbo, todos perceberam que Antônio 
Sé fora militar de alta patente. 
e) Se o policial não tivesse intervindo a tempo, teria 
ocorrido a queda do canhão. 
73) (GV-2003) 
Assinale a alternativa em que todos os 
verbos estejam empregados de acordo com a norma culta. 
a) Você quer, depois de tudo o que me fez, que eu vou ao 
jantar com sua amiga? 
b) Não faz isso, que os meninos estão para chegar e eu 
ainda não preparei o almoço. 
c) Tende dó, meus filhos! Todos nós, pecadores, estamos 
sujeitos a essas tentações. Tende dó! 
d) Quem haveria de dizer que ele pode vim fazer esse 
conserto sem nenhuma dificuldade? 
e) Sai, que esse dinheiro é meu. Não me venha dizer que o 
viu primeiro. 
74) (IBMEC-2006) 
Sapos, desculpas e proxenetas 
Do “vão ter que me engolir” à cafetina Jane: 
fecundos capítulos da novela do mensalão 
(fragmento) 
Em Zagallo já era feio. O então técnico da seleção tinha o 
rosto transtornado de fúria, a voz cheia de rancor, e 
encarava a câmera de TV com ganas de pit bull ferido, 
quando despejou sua famosa frase: “ VOCÊS VÃO TER QUE 
ME ENGOLIR!”. No presidente da República fica muito pior. 
O “eles vão ter que engolir” destinado pelo presidente Lula 
aos adversários na semana passada inscreve-se na galeria 
das grandes grosserias já disparadas pelos presidentes do 
Brasil. Lembra o “Me esqueçam” do general João 
Figueiredo quando, em sua última entrevista como 
presidente, o jornalista Alexandre Garcia lhe perguntou 
que palavras gostaria de endereçar naquele momento ao 
povo brasileiro. Com a ameaça de adentrar goela abaixo de 
uma parcela de brasileiros, o “Lulinha paz e amor” dava 
abrupta marcha a ré em direção aos tempos espinhudos 
do sapo barbudo. 
O presidente Lula tem andado exaltado em seus 
pronunciamentos. Um dia diz que “ninguém tem mais 
moral e ética” do que ele, no outro que a “elite brasileira” 
não vai fazê-lo baixar a cabeça. Por duas vezes, bateu na 
tecla de que, se se deve investigar até o fim as denúncias 
que sacodem o país e punir os culpados, deve-se, também, 
absolver os inocentes e pedir-lhes desculpas. “Que pelo 
menos a imprensa brasileira divulgue e peça desculpas 
àqueles que foram acusados injustamente”, disse, no 
mesmo discurso do “vão ter que me engolir”. É nessa hora 
que eleva o tom de voz e embica num fraseado 
compassado, sinal para a claque dos comícios de que é 
hora de aplaudir. Fica a impressão de que a pregação que 
veio antes, de punição aos culpados, foi, além de 
obrigatório tributo à obviedade, mero contraponto ao 
apelo à absolvição, o ponto que realmente interessa ao 
presidente. “Vamos inocentar!”, isso, na verdade, é o que 
ele mais está querendo dizer. 

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