Exercícios com Gabarito de Português Verbo, Substantivo e Adjetivo



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Exerc cios com Gabarito de Portugu s Verbo, Substantivo e Adjeti
BOOK 345 - Enfermeiro
(Eça de Queirós, A ilustre Casa de Ramires) 


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Projeto Medicina – www.projetomedicina.com.br 
A correlação de tempos que, neste texto, se verifica entre 
as formas verbais existia, descortinassem e comentasse
mantém-se apenas em: 
a) não existe; não descortinem; não comente. 
b) não existiu; não teriam descortinado; não teria 
comentado. 
c) não existira; não tinham descortinado; não tinha 
comentado. 
d) não existirá; não tiverem descortinado; não tiver 
comentado. 
e) não existiria; não descortinavam; não comentava. 
58) (Fuvest-1997) 
Assinale a alternativa em que a 
correlação de tempos e modos verbais NÃO é adequada ao 
contexto. 
a) Ainda aparecerá no Congresso alguém disposto a 
apresentar um projeto que fixe conseqüências para 
aqueles que enganem a sociedade. 
b) Tudo leva a crer que nesses cruzamentos de culturas a 
situação das áreas coloniais apresente um convívio de 
extremos. 
c) Não há dúvida de que, nos traumas sociais, os sujeitos 
da cultura popular sofrem abalos graves. 
d) More alguém nos bairros pobres da periferia de uma 
cidade grande e verá no que resultou essa condição do 
migrante. 
e) A sua conduta será de inconformismo e violência, até 
que um dia certas condições poderiam reconstituir sua 
vida familiar. 
59) (Fuvest-1998) 
A única frase em que a correlação de 
tempos e modos NÃO foi corretamente observada é:
a) Segundo os Correios, se a greve terminar amanhã, as 
entregas serão normalizadas em 13 dias.
b) Para que o agricultor não se limitasse aos recursos 
oficiais, as fábricas também criaram suas próprias linhas de 
crédito.
c) Um dos seus projetos de lei exigia que os professores e 
servidores das universidades fizessem exames antidoping.
d) Na discussão do projeto, o deputado duvidou que o 
colega era o autor da emenda.
e) A Câmara Municipal aprovou a lei que concede 
descontos a multas e juros que estão em atraso.
60) (Fuvest-1997) 
Conta Rubem Braga o conselho que um 
amigo lhe deu certa vez: "Olhe, Rubem, faça como eu, não 
tope parada com a gramática." 
Tratando Rubem por TU e respeitando o padrão culto, o 
amigo deveria dizer: 
a) Olhai, Rubem, faz como eu, não enfrente a gramática. 
b) Olhai, Rubem, faze como eu, não te vás atemorizar com 
a gramática. 
c) Olha, Rubem, faças como eu, cuide de seguir a 
gramática. 
d) Olhe, Rubem, faças como eu, evita fugir à gramática. 
e) Olha, Rubem, faz como eu, não desafies a gramática. 
61) (Fuvest-2003) 
Dos verbos assinalados, só está 
corretamente empregado o que aparece na frase: 
a) A atual administração quer crescer a arrecadação do 
IPTU em 40%. 
b) A economia latino-americana se modernizou sem que a 
estrutura de renda da região acompanhou as 
transformações. 
c) Se fazer previsões sobre a situação econômica já era 
difícil antes das eleições, agora ficou ainda mais 
complicado. 
d) A indústria ficará satisfeita só quando vender metade do 
estoque e transpor o obstáculo dos juros. 
e) Por mais que os leitores se apropriam de um livro, no 
final, livro e leitor tornam-se uma só coisa. 
62) (Fuvest-2003) 
Entre as mensagens abaixo, a única que 
está de acordo com a norma escrita culta é: 
a) Confira as receitas incríveis preparadas para você. Clica 
aqui! 
b) Mostra que você tem bom coração. Contribua para a 
campanha do agasalho! 
c) Cura-te a ti mesmo e seja feliz! 
d) Não subestime o consumidor. Venda produtos de boa 
procedência. 
e) Em caso de acidente, não siga viagem. Pede o apoio de 
um policial. 
63) (Fuvest-1995) 
"(...) O antropólogo Claude Lévi-Strauss 
detestou a Baía de Guanabara 
Pareceu-lhe uma boca banguela. 
E eu, menos a conhecera mais a amara? 
Sou cego de tanto vê-la, de tanto tê-la estrela 
O que é uma coisa bela?" 
[CAETANO VELOSO, 'O Estrangeiro'] 
a) Na linguagem literária, muitas vezes, o mais-que-
perfeito do indicativo substitui outras formas verbais, 
como no verso: "E eu, menos a conhecera mais a amara?. 
Reescreva-o, usando as formas que o mais-que-perfeito 
substituiu. 
b) Tanto 'sou' como 'é' são formas do presente do 
indicativo. Apesar disso, a visão do tempo que elas 
transmitem não é a mesma em uma e outra. Em que 
consiste essa diferença? 
64) (Fuvest-2005) 
Às seis da tarde 
Ás seis da tarde 
As mulheres choram 
No banheiro 
Não choravam por isso 
Ou por aquilo 
Choravam porque o pranto subia 
Garganta acima 
Mesmo se os filhos cresciam 
Com boa saúde 


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se havia comida no fogo 
e se o marido lhes dava 
do bom e do melhor 
choravam porque no céu 
além do basculante 
o dia se punha 
porque uma ânsia 
uma dor 
uma gastura 
era só o que sobrava 
dos seus sonhos. 
Agora 
Ás seis da tarde 
As mulheres regressam do trabalho 
O dia se impõe 
Os filhos crescem
O fogo espera 
E elas não podem 
Não querem 
Chorar na condução. 
(Marina Colasanti - Gargantas abertas) 
Basculante = um tipo de janela. 
Gastura = inquietação nervosa, aflição, mal-estar. 
a) O texto faz ver que mudanças históricas ocorridas na 
situação de vida das mulheres não alteraram 
substancialmente sua condição subjetiva. Concorda com 
essa afirmação? Justifique sucintamente. 
b) No poema, o emprego dos tempos do imperfeito e do 
presente do indicativo deixa claro que apenas um deles é 
capaz de indicar ações repetidas, durativas ou habituais. 
Concorda com essa afirmação? Justifique sucintamente. 
65) (FUVEST-2007) 
O anúncio luminoso de um edifício em 
frente, acendendo e apagando, dava banhos intermitentes 
de sangue na pele de seu braço repousado, e de sua face. 
Ela estava sentada junto à janela e havia luar; e nos 
intervalos desse banho vermelho ela era toda pálida e 
suave. 
Na roda havia um homem muito inteligente que falava 
muito; havia seu marido, todo bovino; um pintor louro e 
nervoso; uma senhora recentemente desquitada, e eu. 
Para que recensear a roda que falava de política e de 
pintura? Ela não dava atenção a ninguém. Quieta, às vezes 
sorrindo quando alguém lhe dirigia a palavra, ela apenas 
mirava o próprio braço, atenta à mudança da cor. Senti 
que ela fruía nisso um prazer silencioso e longo. “Muito!”, 
disse quando alguém lhe perguntou se gostara de um 
certo quadro - e disse mais algumas palavras; mas mudou 
um pouco a posição do braço e continuou a se mirar, 
interessada em si mesma, com um ar sonhador. 

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