Exercícios com Gabarito de Português Verbo, Substantivo e Adjetivo


partir.  38) (FGV-2003)  Examine o termo sublinhado nos períodos  abaixo.  O frasco maior contém mais líquido, é evidente



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Exerc cios com Gabarito de Portugu s Verbo, Substantivo e Adjeti
BOOK 345 - Enfermeiro
partir
38) (FGV-2003) 
Examine o termo sublinhado nos períodos 
abaixo. 
O frasco maior contém mais líquido, é evidente. 
O relato da testemunha não condiz com os fatos 
apontados pelos peritos. 
Ele não intervirá na questão entre o árbitro e o atleta. 
 
Assinale a alternativa correta a respeito desses verbos, 
colocados no pretérito perfeito, mas mantida a pessoa 
gramatical. 
a) Conteve, condiria, interveio. 
b) Conteu, condizia, interveio. 
c) Conteve, condisse, interveio. 
d) Conteu, condisse, interviu. 
e) Continha, condizeu, interviu. 
39) (FGV-2004) 
Assinale a alternativa que contenha, 
corretamente, os verbos das orações abaixo no futuro do 
subjuntivo. 
a) Se o menino se entretiver com o cão que passear na 
rua…Se não couber na bolsa o frasco que você me 
emprestar… 
b) Se o menino se entreter com o cão que passear na 
rua…Se não caber na bolsa o frasco que você me 
emprestar… 
c) Se o menino se entretiver com o cão que passear na 
rua…Se não caber na bolsa o frasco que você me 
emprestar... 
d) Se o menino se entreter com o cão que passear na 
rua…Se não couber na bolsa o frasco que você me 
emprestar... 
e) Se o menino se entretesse com o cão que passeava na 
rua…Se não cabesse na bolsa o frasco que você me 
emprestasse... 
40) (FGV-2004) 
Assinale a alternativa em que o particípio 
sublinhado está corretamente utilizado. 
a) O diretor tinha suspenso a edição do jornal antes da 
publicação da notícia. 
b) Lourival tinha chego ao mercado. Marli o esperava 
próxima da barraca de frutas. 
c) O coroinha havia já disperso a multidão que estava em 
volta da Matriz. 
d) A correspondência não foi entregue no escritório. 
e) Diogo tinha expulso os índios que cercavam o povoado. 
41) (FGV-2004) 
Na língua portuguesa, às vezes, verbos 
diferentes assumem a mesma forma verbal. Isso NÃO 
OCORRE em: 
a) Fui, pretérito perfeito do indicativo de ir e de ser. 
b) Viemos,pretérito perfeito do indicativo de vir e presente 
do indicativo de ver. 
c) Vimos, pretérito perfeito do indicativo de ver e presente 
do indicativo de vir. 
d) For, futuro do subjuntivo de ir e de ser. 
e) Fora, pretérito mais-que-perfeito do indicativo de ir e de 
ser. 
42) (FGV-2004) 
Explique a diferença de sentido entre as 
construções abaixo. 
a) A língua foi perdendo e ganhando. 
b) A língua perdeu e ganhou. 


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43) (FGV-2004) 
Observe o fragmento seguinte: "Há 
palavras que ninguém emprega". Na frase abaixo, 
transcreva as formas verbais sublinhadas, mas adapte-as à 
nova situação. 
Seria preciso que não ______________________ palavras 
que ninguém ____________________. 
44) (FGV-2004) 
Observe a seguinte oração: 
“...os portugueses não haviam sido por uma tempestade 
empurrados para a terra de Santa Cruz.” 
a) Nessa oração, há uma locução verbal. Identifique-a. 
b) Em que voz ela está? 
c) Qual é o verbo principal dessa oração? 
45) (FGV-2005) 
Estamos comemorando a entrega de mais 
de mil imóveis. São mais de 1000 sonhos realizados. Mais 
de oito imóveis são entregues todo dia. Quer ser o 
próximo? Então vem para a X Consórcios. Entre você 
também para o consórcio que o Brasil inteiro confia. 
(Texto de anúncio publicitário, editado.) 
Há quebra da uniformidade de tratamento no emprego 
das formas verbais quer e vem. 
a) Em qual pessoa verbal essas formas estão conjugadas? 
b) Reescreva o trecho - Quer ser o próximo? Então vem 
para a X Consórcios - compatibilizando o tratamento com a 
seqüência do texto. 
46) (FGV-2005) 
O artista Juan Diego Miguel apresenta a 
exposição “Arte e Sensibilidade”, no Museu Brasileiro da 
Escultura (MUBE) de suas obras que acabam de chegar no 
país. Seu sentido de inovação tanto em temas como em 
materiais que elege é sempre de uma sensação 
extraordinária para o espectador. Juan Diego sensibiliza-se 
com os materiais que nos rodeam e lhes da vida com uma 
naturalidade impressionante, encontrando liberdade para 
buscar elementos no fauvismo de Henri Matisse, no 
cubismo de Pablo Picasso e do contemporâneo de Juan 
Gris. Uma arte que está reservada para poucos. 
Exposição: de 03 de agosto à 02 de setembro, das 10 às 
19h. 
A conjugação do verbo rodear está correta no texto? 
Justifique sua resposta. 
47) (FGV-2005) 
Leia atentamente os dois fragmentos 
abaixo extraídos de Vidas Secas de Graciliano Ramos, e 
desenvolva a questão que segue: 
Texto 1: “Alcançou o pátio, enxergou a casa baixa e escura, 
de telhas pretas, deixou atrás os juazeiros, as pedras onde 
jogavam cobras mortas, o carro de bois. As alpercatas dos 
pequenos batiam no chão branco e liso. A cachorra Baleia 
trotava arquejando, a boca aberta.” 
“Fabiano” em: Ramos, G. Vidas Secas. Rio de Janeiro: José 
Olympio, 1947 
Texto 2: “Baleia queria dormir. Acordaria feliz, num mundo 
cheio de preás. E lamberia as mãos de Fabiano, um 
Fabiano enorme. As crianças se espojariam com ela, 
rolariam com ela num pátio enorme, num chiqueiro 
enorme. O mundo ficaria cheio de preás, gordos, 
enormes.” 
“Baleia” em: Ramos, G. Vidas Secas. Rio de Janeiro: José 
Olympio, 1947 
A expressividade do discurso de Vidas Secas ocorre por 
meio da forma singular com que são trabalhados todos os 
níveis gramaticais, mas encontra nos nomes (substantivos 
e adjetivos) e nos tempos verbais, lugar especial na 
construção dos sentidos. Analise essa afirmação 
relacionando comparativamente os dois fragmentos 
selecionados. 
48) (FGV-2005) 
O primeiro passo para aprender a pensar, 
curiosamente, é aprender a observar. Só que isso, 
infelizmente, não é ensinado. Hoje nossos alunos são 
proibidos de observar o mundo, trancafiados que ficam 
numa sala de aula, estrategicamente colocada bem longe 
do dia-a-dia e da realidade. Nossas escolas nos obrigam a 
estudar mais os livros de antigamente do que a realidade 
que nos cerca. Observar, para muitos professores, significa 
ler o que os grandes intelectuais do passado observaram - 
gente como Rousseau, Platão ou Keynes. Só que esses 
grandes pensadores seriam os primeiros a dizer 
“esqueçam tudo o que escrevi”, se estivessem vivos. Na 
época não existia internet nem computadores, o mundo 
era totalmente diferente. Eles ficariam chocados se 
soubessem que nossos alunos são impedidos de observar 
o mundo que os cerca e obrigados a ler teoria escrita 200 
ou 2000 anos atrás - o que leva os jovens de hoje a se 
sentir alienados, confusos e sem respostas coerentes para 
explicar a realidade. 
Não que eu seja contra livros, muito pelo contrário. Sou a 
favor de observar primeiro, ler depois. Os livros, se forem 
bons, confirmarão o que você já suspeitava. Ou porão tudo 
em ordem, de forma esclarecedora. Existem livros antigos 
maravilhosos, com fatos que não podem ser esquecidos, 
mas precisam ser dosados com o aprendizado da 
observação. 
Ensinar a observar deveria ser a tarefa número 1 da 
educação. Quase metade das grandes descobertas 
científicas surgiu não da lógica, do raciocínio ou do uso de 
teoria, mas da simples observação, auxiliada talvez por 
novos instrumentos, como o telescópio, o microscópio, o 
tomógrafo, ou pelo uso de novos algoritmos matemáticos. 
Se você tem dificuldade de raciocínio, talvez seja porque 


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não aprendeu a observar direito, e seu problema nada tem 
a ver com sua cabeça. 
Ensinar a observar não é fácil. Primeiro você precisa 
eliminar os preconceitos, ou pré-conceitos, que são a carga 
de atitudes e visões incorretas que alguns nos ensinam e 
nos impedem de enxergar o verdadeiro mundo. Há tanta 
coisa que é escrita hoje simplesmente para defender os 
interesses do autor ou grupo que dissemina essa idéia, o 
que é assustador. Se você quer ter uma visão 
independente, aprenda correndo a observar você mesmo. 
Quantas vezes não participamos de uma reunião e alguém 
diz “vamos parar de discutir”, no sentido de pensar e 
tentar “ver” o problema de outro ângulo? Quantas vezes a 
gente simplesmente não “enxerga” a questão? Se você 
realmente quiser ter idéias novas, ser criativo, ser inovador 
e ter uma opinião independente, aprimore primeiro os 
seus sentidos. Você estará no caminho certo para começar 
a pensar. 
(Stephen Kanitz, Observar e pensar. Veja, 04.08.2004. 
Adaptado) 
Ou porão tudo em ordem, de forma esclarecedora. 
...e seu problema nada tem a ver com sua cabeça. 
Assinale a alternativa em que os verbos derivados de pôr, 
ter e ver, em destaque nas frases acima, estão 
corretamente conjugados. 
a) Não aprovaríamos o orçamento, a menos que eles se 
dispusessem a negociar, que se detivessem na análise do 
assunto e revissem os custos. 
b) Quando se propuserem a ajudar-nos, não se ativerem a 
detalhes e reverem sua atitude, haverá acordo. 
c) Os que previram seu insucesso não se ateram ao 
potencial do rapaz; tampouco supuseram que ele resistiria. 
d) Mantiveram a justiça porque recomporam os fatos e 
reviram as provas. 
e) O contrato será renovado se preverem problemas mas 
não se indisporem com os inquilinos e manterem a calma. 
49) (FGV-2005) 
A última das três abordagens, entre as 
teorias idealistas, é a que considera cultura como sistemas. 
simbólicos. Esta posição foi desenvolvida nos Estados 
Unidos principalmente por dois antropólogos: o já 
conhecido Clifford Geertz e David Schneider. O primeiro 
deles busca uma definição de homem baseada na 
definição de cultura. Para isto, refuta a idéia de uma forma 
ideal de homem, decorrente do iluminismo e da 
antropologia clássica, perto da qual as demais eram 
distorções ou aproximações, e tenta resolver o paradoxo 
(...) de uma imensa variedade cultural que contrasta com a 
unidade da espécie humana. Para isto, a cultura deve ser 
considerada “não um complexo de comportamentos 
concretos mas um conjunto de mecanismos de controle, 
planos, receitas, regras, instruções (que os técnicos de 
computadores chamam programa) para governar o 
comportamento”. Assim, para Geertz, todos os homens 
são geneticamente aptos para receber um programa, e 
este programa é o que chamamos cultura. E esta 
formulação - que consideramos uma nova maneira de 
encarar a unidade da espécie - permitiu a Geertz afirmar 
que “um dos mais significativos fatos sobre nós pode se
finalmente a constatação de que todos nascemos com um 
equipamento para viver mil vidas, mas terminamos no fim 
tendo vivido uma só!” 
Roque de Barros Laraia. Cultura, um conceito 
antropológico. 16. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 
2003, p. 62. 
Assinale a alternativa em que um verbo, tomando outro 
sentido, tem alterada a sua predicação. 
a) O alfaiate virou e desvirou o terno, à procura de um 
defeito. / Francisco virou a cabeça para o lado, indiferente. 
b) Clotilde anda rápido como um raio. / Clotilde anda 
adoentada ultimamente. 
c) A mim não me negam lugar na fila. / Neguei o acesso ao 
prédio, como me cabia fazer. 
d) Não assiste ao prefeito o direito de julgar essa questão. 
/ Não assisti ao filme que você mencionou. 
e) Visei o alvo e atirei. / As autoridades portuárias visaram 
o passaporte. 
50) (FGV-2005) 
A última das três abordagens, entre as 
teorias idealistas, é a que considera cultura como sistemas. 
simbólicos. Esta posição foi desenvolvida nos Estados 
Unidos principalmente por dois antropólogos: o já 
conhecido Clifford Geertz e David Schneider. O primeiro 
deles busca uma definição de homem baseada na 
definição de cultura. Para isto, refuta a idéia de uma forma 
ideal de homem, decorrente do iluminismo e da 
antropologia clássica, perto da qual as demais eram 
distorções ou aproximações, e tenta resolver o paradoxo 
(...) de uma imensa variedade cultural que contrasta com a 
unidade da espécie humana. Para isto, a cultura deve ser 
considerada “não um complexo de comportamentos 
concretos mas um conjunto de mecanismos de controle, 
planos, receitas, regras, instruções (que os técnicos de 
computadores chamam programa) para governar o 
comportamento”. Assim, para Geertz, todos os homens 
são geneticamente aptos para receber um programa, e 
este programa é o que chamamos cultura. E esta 
formulação - que consideramos uma nova maneira de 
encarar a unidade da espécie - permitiu a Geertz afirmar 
que “um dos mais significativos fatos sobre nós pode se
finalmente a constatação de que todos nascemos com um 
equipamento para viver mil vidas, mas terminamos no fim 
tendo vivido uma só!” 
Roque de Barros Laraia. Cultura, um conceito 
antropológico. 16. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 
2003, p. 62. 
Assinale a alternativa em que o uso dos verbos fazer, haver 
e ser está de acordo com a norma culta. 


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a) Ele não se olhava no espelho haviam três dias. A esposa 
se queixava muito daquela situação. 
b) Faziam dias alegres naquele verão. Muito calor e muita 
mulher bonita. 
c) Não houveram mais casos de dengue nas redondezas, 
desde a intervenção do médico. 
d) Meu maior incômodo são as aves noturnas que vêm 
fazer ninho no forro da casa. 
e) Agora são meio-dia. As pessoas que fazem a sesta se 
dirigem a casa. 
51) (FGV-2006) 
Amor de Salvação 
Escutava o filho de Eulália o discurso de D. José, lardeado 
de facécias, e, por vezes, atendível por umas razões que se 
lhe cravavam fundas no espírito. As réplicas saíam-lhe 
frouxas e mesmo timoratas. Já ele se temia de responder 
coisa de fazer rir o amigo. Violentava sua condição para o 
igualar na licença da idéia, e, por vezes, no desbragado da 
frase. Sentia-se por dentro reabrir em nova primavera de 
alegrias para muitos amores, que se haviam de destruir 
uns aos outros, a bem do coração desprendido 
salutarmente de todos. A sua casa de Buenos Aires 
aborreceu-a por afastada do mundo, boa tão somente 
para tolos infelizes que fiam do anjo da soledade o 
despenarem-se, chorando. Mudou residência para o 
centro de Lisboa, entre os salões e os teatros, entre o 
rebuliço dos botequins e concurso dos passeios. Entrou em 
tudo. As primeiras impressões enjoaram-no; mas, à beira 
dele, estava D. José de Noronha, rodeado dos próceres da 
bizarriz (sic), todos porfiados em tosquiarem um 
dromedário provinciano, que se escondera em Buenos 
Aires a delir em prantos uma paixão calosa, trazida lá das 
serranias minhotas. Ora, Afonso de Teive antes queria 
renegar da virtude, que já muito a medo lhe segredava os 
seus antigos ditames, que expor-se à irrisão de pessoas 
daquele quilate. É verdade que às vezes duas imagens 
lagrimosas se lhe antepunham: a mãe, e Mafalda. Afonso 
desconstrangia-se das visões importunas, e a si se acusava 
de pueril visionário, não emancipado ainda das crendices 
do poeta inesperto da prosa necessária à vida. 
Escrever, porém, a Teodora, não vingaram as sugestões de 
D. José. Porventura, outras mulheres superiormente belas, 
e agradecidas às suas contemplações, o traziam 
preocupado e algum tanto esquecido da morgada da 
Fervença. 
Mas, um dia, Afonso, numa roda de mancebos a quem 
dava de almoçar, recebeu esta carta de Teodora: 
“Compadeceu-se o Senhor. Passou o furacão. Tenho a 
cabeça fria da beira da sepultura, de onde me ergui. Aqui 
estou em pé diante do mundo. Sinto o peso do coração 
morto no seio; mas vivo eu, Afonso. Meus lábios já não 
amaldiçoam, minhas mãos estão postas, meus olhos não 
choram. O meu cadáver ergueu-se na imobilidade da 
estátua do sepulcro. Agora não me temas, não me fujas. 
Pára aí onde estás, que as tuas alegrias devem ser muito 
falsas, se a voz duma pobre mulher pode perturbá-las. 
Olha... se eu hoje te visse, qual foste, ao pé de mim, anjo 
da minha infância, abraçava-te. Se me dissesses que a tua 
inocência se baqueara à voragem das paixões, repelia-te. 
Eu amo a criança de há cinco anos, e detesto o homem de 
hoje. 
Serena-te, pois. Esta carta que mal pode fazer-te, Afonso? 
Não me respondas; mas lê. À mulher perdida relanceou o 
Cristo um olhar de comiseração e ouviu-a. E eu, se visse 
passar o Cristo, rodeado de infelizes, havia de ajoelhar e 
dizer-lhe: Senhor! Senhor! É uma desgraçada que vos 
ajoelha e não uma perdida. Infâmias, uma só não tenho 
que a justiça da terra me condene. Estou acorrentada a um 
dever imoral, tenho querido espadaçá-lo, mas estou pura. 
Dever imoral... por que, não, Senhor! Vós vistes que eu era 
inocente; minha mãe e meu pai estavam convosco.’’ 
“Ora, Afonso de Teive antes queria renegar da virtude, (...) 
que expor-se à irrisão de pessoas daquele quilate.” (L. 12-
13) 
Assinale a alternativa que corresponde ao sentido dessa 
frase e, ao mesmo tempo, respeita a norma culta da língua 
portuguesa. 
A) Ora, Afonso de Teive preferia renegar da virtude, (...) do 
que expor-se à irrisão de pessoas daquele quilate. 
B) Ora, Afonso de Teive antes queria renegar da virtude, 
(...) ao invés de expor-se à irrisão de pessoas daquele 
quilate. 
C) Ora, Afonso de Teive preferia renegar da virtude, (...) a 
expor-se à irrisão de pessoas daquele quilate. 
D) Ora, Afonso de Teive antes queria renegar da virtude, 
(...) sem expor-se à irrisão de pessoas daquele quilate. 
E) Ora, Afonso de Teive queria antes renegar da virtude, 
(...) por expor-se à irrisão de pessoas daquele quilate. 
52) (Fuvest-2001) 
A única frase em que as formas verbais 
estão corretamente empregadas é: 
a) Especialistas temem que órgãos de outras espécies 
podem transmitir vírus perigosos. 
b) Além disso, mesmo que for adotado algum tipo de 
ajuste fiscal imediato, o Brasil ainda estará muito longe de 
tornar-se um participante ativo do jogo mundial. 
c) O primeiro-ministro e o presidente devem ser do mesmo 
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