Exercícios com Gabarito de Português Verbo, Substantivo e Adjetivo



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Exerc cios com Gabarito de Portugu s Verbo, Substantivo e Adjeti
BOOK 345 - Enfermeiro
Meu bem querer 
Meu bem-querer 
É segredo, é sagrado, 
Está sacramentado 
Em meu coração. 
Meu bem-querer 
Tem um quê de pecado 
Acariciado pela emoção. 
Meu bem-querer, meu encanto, 
Tô sofrendo tanto, amor. 
E o que é o sofrer 
Para mim, que estou 
Jurado p’ra morrer de amor? 
(Djavan. Alumbramento. Emi-Odeon. 1980) 
Há certos verbos cujas flexões se desviam do paradigma de 
sua conjugação. São considerados, por isso, irregulares. 
Alguns deles são: dar, estar, fazer, ser e ir. Na estrofe de 
“O menino da porteira”, ocorrem verbos dessa natureza. A 
alternativa que os contém é 


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a) “Toda vez que eu viajava” e “De longe eu avistava”. 
b) “De longe eu avistava” e “Que corria abri[r] a porteira”. 
c) “Que corria abri[r] a porteira” e “ - Toque o berrante, 
seu moço,” 
d) “Que corria abri[r] a porteira” e “Que é p’ra mim ficá[r] 
ouvindo.” 
e) “Depois vinha me pedindo:” e “Que é p’ra mim ficá[r] 
ouvindo”. 
150) (UNIFESP-2005) 
Senhor feudal 
Se Pedro Segundo 
Vier aqui 
Com história 
Eu boto ele na cadeia. 
Oswald de Andrade
A correlação entre os tempos verbais está correta em: 
a) Se Pedro Segundo viesse aqui com história eu botaria 
ele na cadeia. 
b) Se Pedro Segundo vem aqui com história eu botava ele 
na cadeia. 
c) Se Pedro Segundo viesse aqui com história eu boto ele 
na cadeia. 
d) Se Pedro Segundo vinha aqui com história eu botara ele 
na cadeia. 
e) Se Pedro Segundo vier aqui com história eu terei botado 
ele na cadeia. 
151) (UNIFESP-2004) 
TEXTO 1 
... a serpente mostrava ser a mais cautelosa de todos os 
animais selváticos do campo, que Jeová Deus havia feito. 
Assim, ela começou dizer à mulher: “É realmente assim 
que Deus disse, que não deveis comer de toda árvore do 
jardim?” A isso a mulher disse à serpente: “Do fruto das 
árvores do jardim podemos comer. Mas quanto a comer 
do fruto da árvore que está no meio do jardim, Deus disse: 
‘Não deveis comer dele, não, nem deveis tocar nele, para 
que não morrais.’ ” A isso a serpente disse à mulher: 
“Positivamente não morrereis. Porque Deus sabe que, no 
mesmo dia que em que comerdes dele, forçosamente se 
abrirão os vossos olhos e forçosamente sereis como Deus, 
sabendo o que é bom e o que é mau.” 
Conseqüentemente, a mulher viu que a árvore era boa 
para alimento e que era algo para os olhos anelarem, sim, 
a árvore desejável para se contemplar. De modo que 
começou a tomar do seu fruto e a comê-lo. Depois deu 
também dele a seu esposo, quando estava com ela, e ele 
começou a comê-lo. Abriram-se então os olhos e 
começaram a perceber que estavam nus. Por isso coseram 
folhas de figueira e fizeram para si coberturas para os 
lombos. 
(Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas.) 
TEXTO 2 
Você já ouviu a história de Adão e Eva? 
Se não leu, certamente ouviu alguém contar, e deve se 
lembrar do que aconteceu com os dois. Com os dois e com 
a serpente, é claro. 
Conta a Bíblia que Adão e Eva viviam muito felizes no 
Paraíso, onde só havia uma proibição: eles não podiam 
experimentar o gosto da maçã. 
Adão, mais obediente, bem que não queria comer a tal da 
maçã. Mas Eva falou tão bem dela, fez com que parecesse 
tão gostosa, que o pobre coitado não resistiu. 
Foi dar a primeira mordida e perder o lugar no Paraíso... 
Se Eva vivesse hoje, seria uma ótima publicitária, uma 
profissional de propaganda. Afinal, ela soube convencer 
Adão de que valia a pena pagar um preço tão alto por uma 
simples maçã. 
Mas, se a gente pensar bem, Eva não foi a primeira 
publicitária. 
Antes dela, houve uma outra, a serpente. Simbolizando o 
demônio, foi a serpente que criou, na mulher, o desejo de 
experimentar o fruto proibido. 
E, assim, nasceu a propaganda. 
(André Carvalho & Sebastião Martins. Propaganda.) 
A frase “... Deus disse: ‘Não deveis comer dele, não, nem 
deveis tocar nele, para que não morrais.’ ”, em que há as 
falas de Eva e de Deus no texto 1, em discurso indireto 
corresponde a 
a) Deus disse que não se deve comer dele, nem se deve 
tocar nele, para que não morríamos. 
b) Deus disse que não devíamos comer dele, nem tocar 
nele, para que não morreremos. 
c) Deus disse que não devemos comer dele, nem devemos 
tocar nele, para não morrermos. 
d) Deus disse que não deveremos comer dele, nem 
deveremos tocar nele, para que não morrêssemos. 
e) Deus disse que não devemos comer dele, nem tocar 
nele, para que não morremos. 
152) (UNIFESP-2007) 
Entrevista de Adélia Prado, em O 
coração disparado 
Um homem do mundo me perguntou: 
O que você pensa de sexo? 
Uma das maravilhas da criação, eu respondi. 
Ele ficou atrapalhado, porque confunde as coisas 
E esperava que eu dissesse maldição, 
Só porque antes lhe confiara: o destino do homem é a 
santidade. 
Assinale a alternativa em que a frase do segundo 
quadrinho está corretamente expressa na primeira pessoa 
do plural. 
a) E se nós se concentrarmos em sexo e virmos como o 
organismo reage?! 
b) E se nós nos concentrar em sexo e vir como o organismo 
reage?! 


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c) E se nós nos concentrarmos em sexo e virmos como o 
organismo reage?! 
d) E se nós nos concentrarmos em sexo e vermos como o 
organismo reage?! 
e) E se nós se concentrarmos em sexo e vermos como o 
organismo reage?! 
153) (UNIFESP-2007) 
Leia o poema de Bocage 
Olha, Marília, as flautas dos pastores 
Que bem que soam, como estão cadentes! 
Olha o Tejo a sorrir-se! Olha, não sentes 
Os Zéfiros brincar por entre flores? 
Vê como ali, beijando-se, os Amores 
Incitam nossos ósculos ardentes! 
Ei-las de planta em planta as inocentes, 
As vagas borboletas de mil cores. 
Naquele arbusto o rouxinol suspira, 
Ora nas folhas a abelhinha pára, 
Ora nos ares, sussurrando, gira: 
Que alegre campo! Que manhã tão clara! 
Mas ah! Tudo o que vês, se eu te não vira, 
Mais tristeza que a morte me causara. 
Leia os versos e analise as considerações sobre as formas 
verbais neles destacadas. 
I.
Olha, Marília, as flautas dos pastores... — Como o 
eulírico faz um convite à audição das flautas dos pastores, 
poderia ser empregada a forma Ouça, no lugar de Olha
II.
Vê como ali, beijando-se, os Amores... — A forma 
verbal, no imperativo, expressa um convite do eu-lírico 
para que a amada se delicie, junto a ele, com o belo 
cenário. 
III.
Mas ah! Tudo o que vês... — A forma verbal, 
também no imperativo, sugere que, neste ponto do 
poema, a amada já viu tudo o que o seu amado lhe 
mostrou. 
Está correto o que se afirma apenas em 
a) I. 
b) II. 
c) III. 
d) I e II. 
e) I e III. 
154) (UNIUBE-2002) 
A questão abaixo refere-se ao texto 
retirado de “Dom Casmurro”, de Machado de Assis, 
transcrito abaixo. 
Uma noite destas, vindo da cidade para o Engenho Novo, 
encontrei num trem da Central um rapaz aqui do bairro, 
que eu conheço de vista e de chapéu. Cumprimentou-me, 
sentou-se ao pé de mim, falou da lua e dos ministros, e 
acabou recitando-me versos. A viagem era curta, e os 
versos pode ser que não fossem inteiramente maus. 
Sucedeu, porém, que, como eu estava cansado, fechei os 
olhos três ou quatro vezes; tanto bastou para que ele 
interrompesse a leitura e metesse os versos no bolso. 
- Continue, disse eu acordando. 
- Já acabei, murmurou ele. 
- São muito bonitos. 
Vi-lhe fazer um gesto para tirá-los outra vez do bolso, mas 
não passou do gesto; estava amuado. 
No dia seguinte entrou a dizer de mim nomes feios, e 
acabou alcunhando-me “Dom Casmurro”. Os 
vizinhos, que não gostam dos meus hábitos reclusos e 
calados, deram curso à alcunha, que afinal pegou. Nem por 
isso me zanguei. Contei a anedota aos amigos da cidade, e 
eles, por graça, chamam-me assim, alguns em bilhetes: 
“Dom Casmurro, domingo vou jantar com você.” “ ___ Vou 
para Petrópolis, Dom Casmurro; a casa é a mesma da 
Renânia; vê se deixas essa caverna do Engenho Novo, e vai 
lá passar uns quinze dias comigo.” “___ Meu caro Dom 
Casmurro, não cuide que o dispenso do teatro amanhã; 
venha e dormirá aqui na cidade; dou-lhe camarote, dou-
lhe chá, dou-lhe cama; só não lhe dou moça.” 
Não consultes dicionários. “Casmurro” não está aqui no 
sentido que eles lhe dão, mas no que lhe pôs o vulgo de 
homem calado e metido consigo. “Dom” veio por ironia, 
para atribuir-me fumos de fidalgo. Tudo por estar 
cochilando! Também não achei melhor título para a minha 
narração ___ se não tiver outro daqui até ao fim do livro, 
vai este mesmo. O meu poeta do trem ficará sabendo que 
não lhe guardo ranço. E com pequeno esforço, sendo o 
título seu, poderá cuidar que a obra é sua. Há livros que 
apenas terão isso dos seus autores; alguns nem tanto. 
Numere a 2
a
coluna de acordo com a 1
a

I. 
“...encontrei num trem da Central um rapaz aqui 
do bairro, que eu conheço de vista e de chapéu.” 
II. 
“Os vizinhos, que não gostam dos meus hábitos 
reclusos e calados, deram curso à alcunha....” 
III. 
“Há livros que apenas terão isso dos seus 
autores...” 
IV. 
“...estava amuado...” 
( ) o tempo verbal está sendo utilizado para denotar uma 
declaração que ocorre no momento em que se fala. 
( ) o tempo verbal está sendo usado para denotar uma 
ação em curso no passado. 
( ) o tempo verbal está sendo usado para indicar um fato 
consumado. 
( ) o tempo verbal está sendo usado para denotar um fato 
provável, posterior ao momento em que se fala. 
A seguir, assinale a alternativa que apresenta a seqüência 
correta. 
a) II, I, IV, III 
b) II, IV, I, III 
c) I, III, IV, II 
d) III, II, I, IV 


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155) (Vunesp-2002) 
INSTRUÇÃO: A questão abaixo toma 
por base as primeiras quatro estrofes da Canção do 

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