Exercícios com Gabarito de Português Verbo, Substantivo e Adjetivo


partitivas o verbo deve permanecer sempre no singular, de



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Exerc cios com Gabarito de Portugu s Verbo, Substantivo e Adjeti
BOOK 345 - Enfermeiro

partitivas o verbo deve permanecer sempre no singular, de 
forma que a estrutura citada está errada. 
e) A norma gramatical estabelece que nas construções 
partitivas o verbo sempre, por atração, concorda com o 
adjunto, de forma que a estrutura citada está correta. 
122) (UFC-1999) 
Observe o quadro , em que, para cada frase apresentada, 
são dados o modo e tempo gramaticais, a atitude do 
falante e a idéia de tempo.
Assinale a opção que completa as lacunas do quadro na 
seqüência correta: 
a) (1) indicativo, (2) presente, (3) dúvida, (4) futuro; 
b) (1) subjuntivo, (2) futuro, (3) dúvida, (4) presente; 
c) (1) subjuntivo, (2) futuro, (3) intenção, (4) futuro; 
d) (1) indicativo, (2) pretérito, (3) desejo, (4) futuro; 
e) (1) indicativo, (2) pretérito, (3) desejo, (4) presente. 
123) (UFC-2007) 
Texto 1 
Leitor, veja o grande azar A sua 
filha querida 
do nordestino emigrante vai pra 
uma iludição 
que anda atrás de melhorar padecer 
prostituída 
da sua terra distante na vala da 
perdição 
nos centros desconhecidos e além da 
grande desgraça 
depressa vê corrompidos das 
privações que ela passa 
os seus filhos inocentes que lhe 
atrasa e lhe inflama 
na populosa cidade sabe que é 
preso em flagrante 
de tanta imoralidade por coisa 
insignificante 
e costumes diferentes seu filho a 
quem tanto ama 
ASSARÉ, Patativa do. Emigração. In: ____. Cordéis e 
outros poemas. Fortaleza: Edições UFC, 2006, p. 114. 
Texto 2 
Pobre mãe! Mulher da vida, vendendo o corpo por uma 
migalha! Aquilo, saber daquilo, ouvir falar naquilo, 
magoava-o fundamente. Mas a mãe era uma mulher boa, 
limpa, honesta. Que podia fazer? Abandonada no mundo 
pelos pais que fugiram na seca, errou de casa em casa, 
molecota solta, sem rumo, sem uma pessoa para cuidar 
dela. Dizem que era bonita, muito bonita. E terminou 
resvalando, caindo. 
BEZERRA, João Clímaco. A vinha dos esquecidos. 
Fortaleza: Edições UFC, 2005, p. 26. 
O termo resvalando (texto 2, linha 04) pode ser 
substituído, mantendo o significado, por: 
a) escorregando. 
b) amaldiçoando. 
c) lamentando. 
d) resgatando. 
e) chorando. 
124) (UFCE-1996) 
Cecília Meireles escreveu: "Eu não lhe 
DIGO nada..."
a) Acrescentando apenas um prefixo ao verbo em 
maiúsculo na frase anterior, forme outros CINCO verbos 
que lhe sejam cognatos. 
b) Escolha QUATRO destes verbos e escreva uma frase com 
cada um dos escolhidos, observando a conjugação 
adequada. 
125) (UFF-1998) 
Texto I 
OS TUMULTOS DA PAZ 
O amor ao próximo está longe de representar um 
devaneio beato e piedoso, conto da carochinha para 
enganar crianças, desavisados e inquilinos de sacristia. 
Trata-se de uma essencial exigência pessoal e política, sem 
cujo atendimento não nos poremos a serviço, nem de nós 
mesmos, nem de ninguém. Amar ao Próximo como a si 
mesmo é, por excelência, a regra de ouro, cânon fundador 
da única prática pela qual poderemos chegar a um pleno 
amor por nós próprios. Sou o primeiro e mais íntimo 
Próximo de mim, e esta relação de mim para comigo 
passa, inevitavelmente, pela existência do Outro. Este é o 
termo terceiro, a referência transcendente por cuja 
mediação passo a construir a minha auto-estima. 
Eis aí o modelo da paz. 
(PELLEGRINO, Hélio. A burrice do demônio. Rio de Janeiro: 
Rocco, 1989. p. 94) 


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Texto II 
PENSAMENTO DE AMOR 
Quero viver de esperança 
Quero tremer e sentir! 
Na tua trança cheirosa 
Quero sonhar e dormir. 
Álvares de Azevedo 
.......................................................................... 
Todo o amor que em meu peito repousava, 
Como o orvalho das noites ao relento, 
A teu seio elevou-se, como as névoas, 
Que se perdem no azul do firmamento. 
Aqui...além...mais longe, em toda a parte, 
Meu pensamento segue o passo teu. 
Tu és a minha luz, - sou tua sombra, 
Eu sou teu lago, - se tu és meu céu. 
.................................................................. 
À tarde, quando chegas à janela, 
A trança solta, onde suspira o vento, 
Minha alma te contempla de joelhos... 
A teus pés vai gemer meu pensamento. 
.................................................................. 
Oh! diz' me, diz' me, que ainda posso um dia 
De teus lábios beber o mel dos céus; 
Que eu te direi, mulher dos meus amores: 
- Amar-te ainda é melhor do que ser Deus! 
Bahia, 1865. 
(ALVES, Castro. Obra completa. Rio de Janeiro: Aguilar, 
1976. p. 415-6) 
Texto III 
RONDÓ PRA VOCÊ 
De você, Rosa, eu não queria 
Receber somente esse abraço 
Tão devagar que você me dá, 
Nem gozar somente esse beijo 
Tão molhado que você me dá... 
Eu não queria só porque 
Por tudo quanto você me fala 
Já reparei que no seu peito 
Soluça o coração bem feito
De você. 
Pois então eu imaginei 
Que junto com esse corpo magro 
Moreninho que você me dá,
Com a boniteza a faceirice 
A risada que você me dá 
E me enrabicham como o que
Bem que eu podia possuir também 
O que mora atrás do seu rosto, Rosa, 
O pensamento a alma o desgosto 
De você. 
(ANDRADE, Mário de. Poesias completas. São Paulo / Belo 
Horizonte: Martins / Itatiaia, 1980. V. 1. p. 121 ) 
Texto IV 
O AMOR E O TEMPO 
Tudo cura o tempo, tudo faz esquecer, tudo gasta, 
tudo digere, tudo acaba. Atreve-se o tempo a colunas de 
mármore, quanto mais a corações de cera ! São as afeições 
como as vidas, que não há mais certo sinal de haverem de 
durar pouco, que terem durado muito. São como as linhas, 
que partem do centro para a circunferência, que quanto 
mais continuadas, tanto menos unidas. Por isso os antigos 
sabiamente pintaram o amor menino; porque não há amor 
tão robusto que chegue a ser velho. De todos os 
instrumentos com que o armou a natureza, o desarma o
tempo. Afrouxa-lhe o arco, com que já não atira; embota-
lhe as setas, com que já não fere; abre-lhe os olhos, com 
que vê o que não via; e faz-lhe crescer as asas, com que 
voa e foge. A razão natural de toda esta diferença é 
porque o tempo tira a novidade às coisas, descobre-lhe os 
defeitos, enfastia-lhe o gosto, e basta que sejam usadas 
para não serem as mesmas. Gasta-se o ferro com o uso
quanto mais o amor ?! O mesmo amar é causa de não 
amar e o ter amado muito, de amar menos. 
(VIEIRA, Antônio. Apud: PROENÇA FILHO, Domício.
Português. Rio de Janeiro: Liceu, 1972. V5. p.43) 
Assinale a opção em que o fragmento sublinhado não é um 
exemplo de locução verbal: 
a) " faz-lhe crescer as asas" 
b) "certo sinal de haverem de durar pouco" 
c) "que terem durado muito" 
d) "não há amor tão robusto que chegue a ser velho" 
e) "basta que sejam usadas"
126) (UFF-1998) 
Texto I 
OS TUMULTOS DA PAZ 
O amor ao próximo está longe de representar um 
devaneio beato e piedoso, conto da carochinha para 
enganar crianças, desavisados e inquilinos de sacristia. 
Trata-se de uma essencial exigência pessoal e política, sem 
cujo atendimento não nos poremos a serviço, nem de nós 
mesmos, nem de ninguém. Amar ao Próximo como a si 


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mesmo é, por excelência, a regra de ouro, cânon fundador 
da única prática pela qual poderemos chegar a um pleno 
amor por nós próprios. Sou o primeiro e mais íntimo 
Próximo de mim, e esta relação de mim para comigo 
passa, inevitavelmente, pela existência do Outro. Este é o 
termo terceiro, a referência transcendente por cuja 
mediação passo a construir a minha auto-estima. 
Eis aí o modelo da paz. 
(PELLEGRINO, Hélio. A burrice do demônio. Rio de Janeiro: 
Rocco, 1989. p. 94) 
Texto II 
PENSAMENTO DE AMOR 
Quero viver de esperança 
Quero tremer e sentir! 
Na tua trança cheirosa 
Quero sonhar e dormir. 
Álvares de Azevedo 
.......................................................................... 
Todo o amor que em meu peito repousava, 
Como o orvalho das noites ao relento, 
A teu seio elevou-se, como as névoas, 
Que se perdem no azul do firmamento. 
Aqui...além...mais longe, em toda a parte, 
Meu pensamento segue o passo teu. 
Tu és a minha luz, - sou tua sombra, 
Eu sou teu lago, - se tu és meu céu. 
.................................................................. 
À tarde, quando chegas à janela, 
A trança solta, onde suspira o vento, 
Minha alma te contempla de joelhos... 
A teus pés vai gemer meu pensamento. 
.................................................................. 
Oh! diz' me, diz' me, que ainda posso um dia 
De teus lábios beber o mel dos céus; 
Que eu te direi, mulher dos meus amores: 
- Amar-te ainda é melhor do que ser Deus! 
Bahia, 1865. 
(ALVES, Castro. Obra completa. Rio de Janeiro: Aguilar, 
1976. p. 415-6) 
Texto III 
RONDÓ PRA VOCÊ 
De você, Rosa, eu não queria 
Receber somente esse abraço 
Tão devagar que você me dá, 
Nem gozar somente esse beijo 
Tão molhado que você me dá... 
Eu não queria só porque 
Por tudo quanto você me fala 
Já reparei que no seu peito 
Soluça o coração bem feito
De você. 
Pois então eu imaginei 
Que junto com esse corpo magro 
Moreninho que você me dá,
Com a boniteza a faceirice 
A risada que você me dá 
E me enrabicham como o que, 
Bem que eu podia possuir também 
O que mora atrás do seu rosto, Rosa, 
O pensamento a alma o desgosto 
De você. 
(ANDRADE, Mário de. Poesias completas. São Paulo / Belo 
Horizonte: Martins / Itatiaia, 1980. V. 1. p. 121 ) 
Texto IV 
O AMOR E O TEMPO 
Tudo cura o tempo, tudo faz esquecer, tudo gasta, 
tudo digere, tudo acaba. Atreve-se o tempo a colunas de 
mármore, quanto mais a corações de cera ! São as afeições 
como as vidas, que não há mais certo sinal de haverem de 
durar pouco, que terem durado muito. São como as linhas, 
que partem do centro para a circunferência, que quanto 
mais continuadas, tanto menos unidas. Por isso os antigos 
sabiamente pintaram o amor menino; porque não há amor 
tão robusto que chegue a ser velho. De todos os 
instrumentos com que o armou a natureza, o desarma o
tempo. Afrouxa-lhe o arco, com que já não atira; embota-
lhe as setas, com que já não fere; abre-lhe os olhos, com 
que vê o que não via; e faz-lhe crescer as asas, com que 
voa e foge. A razão natural de toda esta diferença é 
porque o tempo tira a novidade às coisas, descobre-lhe os 
defeitos, enfastia-lhe o gosto, e basta que sejam usadas 
para não serem as mesmas. Gasta-se o ferro com o uso, 
quanto mais o amor ?! O mesmo amar é causa de não 
amar e o ter amado muito, de amar menos. 
(VIEIRA, Antônio. Apud: PROENÇA FILHO, Domício.
Português. Rio de Janeiro: Liceu, 1972. V5. p.43) 
Assinale a opção correta para a reescritura dos versos 15 e 
16, do texto II, na terceira pessoa do singular, segundo a
norma culta. 
a) Que eu vos direi, mulher dos meus amores: 
- Amar-vos ainda é melhor do que ser Deus ! 
b) Que eu lhe direi, mulher dos meus amores: 
- Amá-la ainda é melhor do que ser Deus ! 


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c) Que eu a direi, mulher dos meus amores: 
- Amar-lhe ainda é melhor do que ser Deus ! 
d) Que eu te direi, mulher dos meus amores: 
- Amar-te ainda é melhor do que ser Deus ! 
e) Que eu a direi, mulher dos meus amores: 
- Ama-a ainda é melhor do que ser Deus ! 
127) (UFF-2001) 
Mãos Dadas
Não serei o poeta de um mundo caduco. 
Também não cantarei o mundo futuro. 
Estou preso à vida e olho meus companheiros. 
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças. 
Entre eles, considero a enorme realidade. 
O presente é tão grande, não nos afastemos. 
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas. 
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história, 
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da 
janela, 
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida, 
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins. 
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens 
presentes, 
a vida presente. 
ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia e Prosa. Rio de 
Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p.68 
Toda noite - tem auroras, 
Raios - toda a escuridão. 
Moços, creiamos, não tarda 
A aurora da redenção. 
Castro Alves. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 
1976. p. 212 
a) O fragmento de Castro Alves e o poema de Carlos 
Drummond de Andrade apresentam verbos no modo 
imperativo: 
“ Moços, creiamos, não tarda” (v.3) 
“ Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.” (v.7) 
Justifique o emprego do imperativo, correlacionando as 
semelhanças temáticas entre os versos destacados. 
b) Explique, com frases completas, que características da 
poesia socialmente engajada do Romantismo estão 
presentes no texto de Castro Alves e no de Carlos 
Drummond de Andrade. 
128) (UFMT-1996) 
SE NÃO HOUVESSE montanhas! 
Se não houvesse paredes! 
Se o sonho tecesse malhas 
e os braços colhessem rêdes! 
Se a noite e o dia passassem 
como nuvens, sem cadeias, 
e os instantes da memória 
fossem vento nas areias! 
Se não houvesse saudade, 
solidão nem despedida... 
Se a vida inteira não fôsse, além de breve, perdida! 
Eu tinha um cavalo de asas, 
que morreu sem ter pascigo. 
E em labirintos se movem 
os fantasmas que persigo. 
(Canções - Cecília Meireles) 
Na(s) questão(ões) a seguir assinale nos parênteses (V) se 
for verdadeiro e (F) se for falso. 
Julgue os itens.
( ) Trocando o verbo haver (v. 1) pelo verbo existir, 
ficaria: Se não existisse montanhas. 
( ) O sujeito do verbo haver no segundo verso é paredes. 
( ) As formas verbais houvesse (v. 1) e tinha (v. 13) estão 
no mesmo tempo, mas não no mesmo modo. 
129) (UFPA-1997) 
"Concordei, para dizer alguma coisa, 
para sair da espécie de sono magnético, ou o que quer que 
era que me tolhia a língua e os sentidos. Queria e não 
queria acabar a conversação: fazia esforço para arredar os 
olhos dela, e arredava-os por um sentimento de respeito; 
mas a idéia de parecer que era aborrecimento, quando 
não era, levava-me os olhos outra vez para Conceição. A 
conversa ia morrendo. Na rua, o silêncio era completo." 
(Missa do Galo - Machado de Assis) 
A forma verbal mais usada (pretérito imperfeito do 
indicativo) traduz no texto:
a) incerteza 
b) fatos passados em relação ao momento da narração e 
presentes em relação ao momento da conversação. 
c) ações repetidas. 
d) fatos presentes em relação ao momento da narração, 
passados em relação a outros fatos 
e) fatos totalmente passados. 
130) (UFPE-1996) 
Observe os fragmentos (CARTA AO 
PREFEITO, de Rubem Braga, com adaptações). Assinale o 
par de frases cujos verbos estejam atendendo ao 
tratamento de 2ª pessoa do plural. 
a) - Sou um destes estranhos animais com "habitat" no Rio 
de Janeiro. 
- O carioca é, antes de tudo, um forte. 
b) - Ouvi-me, pois, com o devido respeito. 
- Prometestes, senhor, acabar em 30 dias com as 
inundações do Rio de Janeiro. 
c) - ... para agradecer a providência que vossa 
administração tomou nestas últimas
quatro noites. 
- Embora vós administreis à maneira suíça... 
d) - Para dizer isto, escrevo a Vossa Excelência...
- Não sei se a fizestes adquirir na Suíça para vosso uso 
permanente... 


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e) - Sabeis que o (...) ar dos escapamentos abertos... 
- É que atacaste, senhor, o mal pela raiz. 
131) (UFPE-1996) 
Assinale a alternativa em que a forma 
verbal esteja de acordo com a norma-padrão. 
a) Presentei com amor! 
b) O Governador pediu que o Secretário intervisse na 
liberação dos recursos. 
c) Saborei os nossos petiscos. 
d) Se o treinador vir o nível dos atletas, com certeza não irá 
aceitá-los. 
e) As crianças entreteram-se com o espetáculo de danças. 
132) (UFRJ-2003) 
Almeida e Costa comprão para 
remeterem para fora da Província, huma escrava que seja 
perfeita costureira, engomadeira, e que entenda 
igualmente de cozinha, sendo mossa, de bôa figura, e 
afiançada conduta para o que não terão duvida pagala 
mais vantajosamente; quem a tiver e queira dispor, pode 
dirija-se ao escriptorio dos mesmos na rua da fonte dos 
Padres, N. 91. 
(Gazeta Commercial da Bahia, 19 de setembro de 1832) 
 
Do Texto: 
a) selecione 2 (dois) verbos e 2 (dois) substantivos que 
apresentem forma ou emprego diferentes da atual; 
b) reescreva-os na forma vigente. 
133) (UFRJ-2006) 
O sentido do tempo mudou. Essa 
transformação definiu o século XX e dentro de seu campo 
de 
possibilidades pode-se pensar no ingresso no novo 
milênio. O instantâneo, o imediato, o encurtamento da 
espera (...) (Beatriz Sarlo) 
Todos os textos desta prova relacionam-se, em alguma 
medida, ao conteúdo do fragmento acima, no que se 
refere à percepção do sentido do tempo pelo homem. 
Vamos aos textos; não percamos tempo! 
TEXTO I 
Na contramão dos carros ela vem pela calçada, solar e 
musical, pára diante de um pequeno jardim, uma 
folhagem, na entrada de um prédio, colhe uma flor 
inesperada, inspira e ri, é a própria felicidade - passando a 
cem por hora pela janela. Ainda tento vela no espelho mas 
é tarde, o eterno relance. Sua imagem quase embriaga, 
chego no trabalho e hesito, por que não posso conhecer 
aquilo? - a plenitude, o perfume inusitado no meio do 
asfalto, oculto e óbvio. Sempre minha cena favorita. 
Ela chegaria trazendo esquecimentos, a flor no cabelo. Eu 
estaria à espera, no jardim. 
E haveria tempo. 
(CASTRO, Jorge Viveiros de. De todas as únicas maneiras & 
outras. Rio de Janeiro: 7Letras, 2002. p.113) 
Ao longo do texto I, utilizam-se dois tempos verbais. 

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