Exercícios com Gabarito de Português Verbo, Substantivo e Adjetivo


Yahoo tenta comprar AOL e barrar avanço do Google



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Exerc cios com Gabarito de Portugu s Verbo, Substantivo e Adjeti
BOOK 345 - Enfermeiro
Yahoo tenta comprar AOL e barrar avanço do Google 
O Yahoo negocia com a Time Warner a compra do site 
America Online (AOL), segundo a revista Fortune. A 
compra seria uma tentativa de chamar atenção dos 
investidores e tirar o foco do Google. O Yahoo era líder em 
buscas na internet até a chegada do Google, que detém o 
domínio desse mercado. 
(O Estado de São Paulo, 30 out. 2006) 
Em relação aos verbos destacados no texto, é possível 
afirmar que 
a) todos estão no modo subjuntivo e, por isso, expressam 
os fatos como possibilidades. 


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b) todos estão no modo indicativo, no entanto, “seria” 
expressa o fato como possibilidade. 
c) “negocia” e “detém” estão no modo indicativo, ao passo 
que “seria” e “era” estão no subjuntivo; por isso, os 
primeiros expressam os fatos como verdades, enquanto os 
últimos os expressam como possibilidades. 
d) “negocia” e “detém” estão no modo imperativo, ao 
passo que “seria” e “era” estão no modo indicativo; por 
isso, os primeiros expressam os fatos como ordens, 
enquanto os últimos os expressam como verdades. 
e) “negocia”, “era” e “detém” estão no modo indicativo, 
ao passo que “seria” está no modo subjuntivo; por isso, os 
primeiros expressam os fatos como possibilidades, 
enquanto o último o expressa como verdade. 
105) (PUC - SP-2007) 
Considere o trecho “...que detém o 
domínio desse mercado”. Se o sujeito do verbo deter 
estivesse no plural, a escrita correta para o trecho seria 
a) ...que detém o domínio desse mercado. 
b) ...que detem o domínio desse mercado. 
c) ...que detéem o domínio desse mercado. 
d) ...que detêm o domínio desse mercado. 
e) ...que detêem o domínio desse mercado. 
106) (PUCCamp-1995) 
Indique a frase em que o verbo 
(indicado entre parênteses) esteja conjugado 
INCORRETAMENTE. 
a) Poderia haver acordo se eles repusessem a quantia 
gasta indevidamente. (REPOR) 
b) Queria pedir-lhe que revisse minha última questão da 
prova. (REVER) 
c) Se eles intervissem com mais calma, não teria ocorrido o 
tumulto. (INTERVIR) 
d) Poderíamos ter ido todos juntos, se coubéssemos no 
meu carro. (CABER) 
e) Se eles sempre nos contradissessem, já esperaríamos 
seu indeferimento ao projeto, mas nunca houve 
discordâncias entre nós. (CONTRADIZER) 
107) (PUCCamp-1998) 
A frase em que o verbo está 
incorretamente conjugado é: 
a) O aparelho mal regulado não mói direito os cereais. 
b) Até que enfim reouvemos tudo o que havíamos perdido 
indevidamente. 
c) Se você o ver antes de mim, conduza-o ao salão nobre. 
d) Eles se mantiveram calados praticamente durante todo 
o julgamento. 
e) Espero que caibamos todos naquele espaço tão restrito. 
108) (UECE-2002) 
OUTRO NOME DO RACISMO 
Odeio surtos de bom-mocismo, remorsos súbitos, 
arrastões morais. Abomino a retórica politicamente 
correta, paternalismos vesgos, equívocos bem-
intencionados.
Assisto pois com fastio e espanto às discussões sobre a 
implantação de um sistema de cotas, na
universidade, para estudantes de pele negra. No Ceará, 
baseado no mesmo voluntarismo míope, tramita na 
Assembléia projeto que garante cotas no vestibular para 
estudantes da escola pública. As duas propostas padecem 
do mesmo pecado original: pretendem remediar uma 
injustiça histórica através de outra.
A perversa desigualdade brasileira tem raízes profundas, 
construídas ao longo de 500 anos de exploração, 
preconceito e exclusão. Portanto, não será resolvida na 
base de decretos e canetadas oficiais. O tal sistema de 
cotas aponta no alvo errado. Em vez de combater o 
problema em suas causas primeiras, procura apaziguar 
nossas consciências cívicas investindo contra o que, na 
verdade, é só uma conseqüência.
Se queremos, de fato, estabelecer políticas 
compensatórias a favor dos excluídos, que apontemos 
então nossa indignação para o coração da desigualdade: é 
preciso investir maciçamente na educação básica, 
elevando efetivamente o nível da escola pública.
Ao adotarmos cotas e cursinhos pré-universitários 
exclusivos para negros, estaríamos na verdade 
estabelecendo um retrocesso histórico, institucionalizando 
o questionável conceito de raça. Ressuscitaríamos assim, 
quem sabe, as teses de Nina Rodrigues. Reforçaríamos a 
idéia anacrônica de que as raças são naturais e, por 
conseqüência, que uma pode realmente ser superior às 
outras. Assim, só alimentaríamos ainda mais o 
preconceito. Oficializaríamos o gueto e a discriminação.
Os adeptos da idéia se defendem com nova pérola do 
pensamento politicamente correto. Falam de uma tal 
''discriminação positiva''. Em bom português, não passa de 
uma outra forma de racismo. Um racismo às avessas. Mas 
o mais puro e insuportável racismo.
(Lira Neto. O POVO: 14/9/2001) 
Sobre o uso dos tempos verbais no quinto parágrafo , 
pode-se afirmar: 
I.
o futuro do pretérito poderia ser substituído pelo 
futuro do presente sem prejuízo para o sentido do texto 
II. 
a alta freqüência de formas verbais no futuro do 
pretérito imprime às informações um caráter de 
possibilidades remotas, o que reforça o espanto revelado 
pelo autor no segundo parágrafo 
III. 
no discurso de Nina Rodrigues, que é referido 
pelo autor, as formas do presente do indicativo - são e 
pode (...) ser - expressam verdades universais 
Está correto o que se afirma 
a) em I e II 
b) apenas em II 
c) apenas em III 


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d) em II e III 
109) (UECE-1996) 
PARA QUEM QUER APRENDER A GOSTAR 
01 
"Talvez seja tão simples, tolo e natural que você 
nunca tenha parado para pensar: aprenda a fazer bonito o 
seu amor. Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito. 
Aprenda, apenas, a tão difícil arte de amar bonito. Gostar é 
tão fácil que ninguém aceita aprender. 
02 
Tenho visto muito amor por aí. Amores mesmo, 
bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, 
cheios de entrega, doação e dádiva. Mas esbarram na 
dificuldade de se tornar bonitos. Apenas isso: bonitos, 
belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e 
atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos 
jardineiras. 
03 
Aí esses amores que são verdadeiros, eternos e 
descomunais de repente se percebem ameaçados apenas 
e tão somente porque não sabem ser bonitos: cobram, 
exigem; rotinizam; descuidam; reclamam; deixam de 
compreender; necessitam mais do que oferecem; precisam 
mais do que atendem; enchem-se de razões. Sim, de 
razões. Ter razão é o maior perigo do amor. Quem tem 
razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, 
de exigir justiça, eqüidade, equiparação, sem atinar que o 
que está sem razão talvez passe por um momento de sua 
vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é 
um perigo: em geral enfeia o amor, pois é invocado com 
justiça, mas na hora errada. Amar bonito é saber a hora de 
ter razão. 
04 
Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de 
que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando 
do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da 
alegria do encontro, da dor do desencontro a maior beleza 
possível? Talvez não. Cheio ou cheia de razões, você 
espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas 
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