Exercícios com Gabarito de Português Verbo, Substantivo e Adjetivo



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Exerc cios com Gabarito de Portugu s Verbo, Substantivo e Adjeti
BOOK 345 - Enfermeiro


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Projeto Medicina – www.projetomedicina.com.br 
Exercícios com Gabarito de Português 
Verbo, Substantivo e Adjetivo 
1) (Cesgranrio-1994) 
Assinale o item que completa 
corretamente as lacunas. 
_____havido um acréscimo na violência urbana e, 
se______este quadro,_____, em um futuro breve, mais 
vítimas inocentes. 
a) Tem - mantivermos - existirão 
b) Tem - mantermos - existirão 
c) Tem - mantermos - existirá 
d) Têem - mantivermos - existirão 
e) Têm - mantivermos - existirão 
2) (Covest-1997) 
Relacione as frases cujos verbos 
sublinhados estão no mesmo tempo, modo e pessoa 
gramatical. 
1. Que todo homem é um diabo não há mulher que o< 
negue>. 
2. , eu te farei da minha vida participar. 
3.< Ide> em paz, o Senhor vos acompanhe. 
4. Estou preso à vida e< olho> meus companheiros. 
5. Tu não me  a natureza... 
Tu mudaste a natureza. 
(
 essa canção soturna. 
(
-as agora que os reis tremem no seu 
trono. 
(
-me na grade da banca e respiro 
penosamente. 

-a para o pé de mim. 

) Mesmo assim elas procuram um diabo que as 

A seqüência correta é: 
a) 3, 2, 4, 5 e 1 
b) 4, 3, 2, 1 e 5 
c) 5, 1, 4, 2 e 3 
d) 1, 4, 5, 3 e 2 
e) 2, 3, 4, 5 e 1 
3) (Covest-1997) 
Assinale a alternativa correta no que se 
refere ao uso dos pronomes: 
a) Não acredito que entre mim e você surjam problemas 
deste tipo. 
b) Espere-me, pois estarei consigo na próxima semana. 
c) Não há qualquer afinidade entre eu e eles. 
d) Estas flores chegaram para tu. 
e) Pedi que deixasse o documento para mim assinar. 
4) (Covest-1997) 
Excertos do Documento "Pacto pela 
Educação" 
Marco Maciel 
Um sistema político eficaz é aquele capaz de fazer 
dos postulados democráticos o compromisso cotidiano da 
cidadania, não apenas por sua garantia formal, mas por 
seu exercício efetivo. Uma sociedade democrática, por sua 
vez, não se esgota na proteção jurídica dos direitos e 
garantias individuais. Ela se consuma na efetivação dos 
direitos econômicos e sociais, sem os quais teremos 
sempre e fatalmente uma sociedade dualista. 
Considerados sob este aspecto, Política e 
Educação estão submetidas aos mesmos princípios e 
exigem respeito à liberdade individual, acatamento à 
diversidade humana e preservação do pluralismo. 
Parodiando o velho dilema para saber se os países são 
ricos porque são educados, ou são educados porque são 
ricos, existe a convicção de que um bom sistema político 
depende essencialmente de um sistema educacional 
universalizando, eficiente e dinâmico. 
Hoje, sabemos que não são apenas o crescimento 
material, o desenvolvimento econômico o aprimoramento 
social e o desfrute dos bens culturais e espirituais que 
levam uma sociedade adequadamente educada e apta a 
transformar em benefícios coletivos as conquistas da 
ciência e do conhecimento. Mais do que isso, temos 
consciência de que a própria sobrevivência humana está 
condicionada pela possibilidade de acesso a todas as 
formas de conhecimento produzidas pelo homem. 
A manutenção e a expansão em todos os países 
do mundo, estão associadas à possibilidade de adquirirmos 
e aprimorarmos o conhecimento e as técnicas que vêm 
revolucionando formas tradicionais de produção industrial, 
de intensificação do comércio, de criação intelectual e do 
próprio lazer, Sociedades prósperas , portanto, são, 
necessáriamente, não apenas sociedades educadas, mas 
aquelas capazes de se educarem permanentemente. 
Nenhuma fragilidade, por isso mesmo, é mais cruel, 
nenhuma gera mais exclusão e injustiça do que a 
incapacidade de dar a todos a possibilidade de realização 
de suas próprias potencialidades, por meio do 
conhecimento, da educação e do acesso aos bens 
culturais. Este é o desafio que, neste fim de milênio, ainda 
estamos por vencer. 
O dualismo que nos separa sobrevive, porque não fomos 
capazes de vencer o único problema estrutural brasileiro, 
que é o da educação. 
Não me refiro aos aspectos formais, a que 
incluem a diminuição das taxas de evasão e repetência e a 
ampliação dos benefícios proporcionados pela qualidade 
de ensino, mas sim a algo mais abrangente e substantivo, 
que é a educação como instrumento vital da preparação 
para a vida. 
Não basta alfabetizar. Educar é muito mais do que 
isso. É, sobretudo, instrumentalizar o ser humano como 
cidadão, proporcionando-lhe, por meio de sistema 
educacional universalizado, eficiente e de alto padrão de 
qualidade e rendimento, perspectivas de progresso 
pessoal e de mobilidade social. [...] A questão educacional 


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é, efetivamente, o verdadeiro desafio estrutural que 
estamos sendo chamados a vencer neste fim de século. 
Certamente há muitas profundas razões para o nosso 
atraso. Uma de caráter histórico, cultural e sociológico, de 
que é exemplo a circunstância de termos sido o último país 
a abolir a chaga terrível da escravidão [...]. Da escravidão, 
decorrem, em grande parte, o dualismo e a exclusão social 
de que hoje somos uma das principais vítimas em todo o 
mundo, em razão da expressão política, econômica e 
demográfica que atingimos no conceito universal. 
Outras razões são incontestavelmente políticas, 
como o modelo elitista que timbramos em não sepultar e 
que hesitamos muitas vezes em simplesmente reformar. 
Dele decorrem os males atávicos do Estado brasileiro, 
barreira e proteção para os privilégios que beneficiam a 
poucos em detrimento de quase todos. 
É necessário [...] um pacto de Estado para termos 
uma sociedade mais justa, uma economia mais próspera e 
um sistema político que reflita as permanentes aspirações 
nacionais por democracia, desenvolvimento e 
solidariedade social. 
São exemplos da voz passiva: 
Assinale V ou F. 
(
) A sobrevivência humana é condicionada pela 
possibilidade de acesso ao conhecimento. 
(
) O modelo elitista não foi sepultado pelas 
reformas constitucionais. 
(
) Não me refiro aos seus aspectos formais [...] 
(
) O dualismo e a exclusão social decorrem da 
escravidão. 
(
) A manutenção e a expansão do emprego 
parecem estar diretamente ligadas à possibilidade de 
adquirir conhecimentos. 
5) (ENEM-2002) 
“ Narizinho correu os olhos pela 
assistência. Não podia haver nada mais curioso. 
Besourinhos de fraque e flores na lapela conversavam com 
baratinhas de mantilha e miosótis nos cabelos. Abelhas 
douradas, verdes e azuis, falavam mal das vespas de 
cintura fina - achando que era exagero usarem coletes tão 
apertados. Sardinhas aos centos criticavam os cuidados 
excessivos que as borboletas de toucados de gaze tinham 
com o pó das suas asas. Mamangavas de ferrões 
amarrados para não morderem. E canários cantando, e 
beija-flores beijando flores, e camarões camaronando, e 
caranguejos caranguejando, tudo que é pequenino e não 
morde, pequeninando e não mordendo.” 
LOBATO, Monteiro. Reinações de Narizinho. São Paulo: 
Brasiliense, 1947. 
No último período do trecho, há uma série de verbos no 
gerúndio que contribuem para caracterizar o ambiente 
fantástico descrito. Expressões como “camaronando”, 
“caranguejando” e “pequeninando e não mordendo” 
criam, principalmente, efeitos de 
a) esvaziamento de sentido. 
b) monotonia do ambiente. 
c) estaticidade dos animais. 
d) interrupção dos movimentos. 
e) dinamicidade do cenário. 
6) (ESPM-2006) 
A morte do livro 

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