Este estudo busca relatar a abordagem dos profissionais de nutrição na



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#26025
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Relato de experiência de prática supervisionada
DISCUSSÃO 
 
 
Ainda que a pesquisa sobre os hábitos e condutas alimentares de crianças com 
TEA sejam limitadas, a partir desse estudo pudemos observar uma mudança significante 
na vida da paciente. Como a proposta era de conseguir garantir uma segurança alimentar 
através de novas maneiras de consumo do alimento que não fosse somente pastoso, o 
período de pouco mais de um mês já foi suficiente para observar e registrar uma 
melhora notável.
Além da mudança da dieta para alimentos que não fossem tão processados, a 
investigação sobre as alergias da paciente foi fundamental para que os quadros de 
constipação, vômitos e fissuras nos lábios fossem praticamente erradicadas. Somada a 
essa mudança no plano alimentar, a suplementação com vitaminas tem papel 
fundamental na evolução da paciente, visto que a introdução desses suplementos 
garantem um consumo de energia que antes não era observado, dando energia para ela 
fazer atividades que antes não procurava fazer, melhora na percepção de espaço e na 
tentativa de comunicação.
Segundo Fraguas (2019), a suplementação complementar na dieta de crianças 
com TEA é uma maneira de corrigir as deficiências no organismo do paciente, mas 
ainda assim é necessário que essa investigação seja individual, visto que as crianças que 
estão no espectro autista são únicas e o diagnóstico não é unificado ou tabelado por 
diretrizes exatas.


Além das mudanças alimentares e comportamentais, o tratamento da criança 
com TEA tem de ser um esforço multidisciplinar, envolvendo também fisioterapeutas e 
psicólogos, garantindo a promoção da saúde da pessoa com TEA, como propõe 
Mangagnin (2019). 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
 
 
Através da realização desse acompanhamento na abordagem alimentar com uma 
criança no espectro autista, podemos concluir que as intervenções propostas foram 
eficazes e puderam proporcionar uma melhora na saúde da paciente em pouco mais de 
um mês.
A paciente vem mostrando grandes avanços no que se refere às condutas 
elaboradas, reduzindo o quadro de inflamação intestinal, tendo perceptíveis ganhos 
cognitivos, portanto, devendo manter a nova conduta nutricional. 
Alguns exames como clostridium difficile, 25ODH, PTH, ácido metilmalônico, 
homocisteína e B12 precisam ser refeitos, pois ainda não apresentam normalidade e 
uma nova suplementação para correção de deficiências nutricionais e metabólicas. 
 
REFERÊNCIAS 
 

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