Espiritual: é possível abordar



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Saúde da Alma

Receituário 

mediúnico e sua 

aplicabilidade nos 

dias atuais

Anamnese  

espiritual: 

é possível abordar 

esta porção?

Fluidos, 

campos 

biológicos  

e perispíritos

Saúde

Alma

da

N º   5   •   J A N   /   F E V   /   M A R   2 0 1 2



A Europa abre suas portas 

para a inserção da 

espiritualidade na saúde



2

Saúde da Alma



Editorial

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Toda vez que adentramos um novo ano, confirma-se 

em nosso íntimo a sensação estranha de que o tempo 

passou rápido demais e não houve o aproveitamento 

desejado.  Tudo indica que esta sensação está relaciona-

da à fase de transição por que passa o Planeta e que é 

própria das grandes mudanças. 

 Foi assim, no passado, quando civilizações, como a 

sumeriana, egípcia, helênica, romana e outras, desapare-

ceram, após passarem pelo mesmo ciclo: gênese, desen-

volvimento, apogeu e decadência. Nada, porém, que se 

compare com a crise  atual, que antecede a transforma-

ção definitiva da Terra. Segundo o Benfeitor Emmanuel, 

ela nos conduzirá ao início de uma nova civilização, que 

começará a ser construída em clima de paz e concórdia 

por volta de 2057. 

Quais os sinais dessa crise? Eles estão presentes na 

nítida deterioração que se observa na saúde, no compor-

tamento dos seres humanos, na qualidade do meio am-

biente, nas relações sociais, na economia, na tecnologia 

e na política. 

 Estranha comunidade a nossa, capaz de gastar 

bilhões de dólares em armamentos militares, enquanto 

milhões de seres humanos - a maior parte crianças - mor-

rem de fome todos os anos e outros tantos permane-

cem subnutridos; 40% da população mundial não têm 

acesso aos serviços médicos e 35% aos benefícios indis-

pensáveis da água potável. Em quase todos os países, a 

tecnologia tem sido colocada a serviço da ambição sem 

freios, envenenando, de forma sistemática, o ar que 

respiramos, os alimentos que comemos, através da 

poluição atmosférica e dos milhares de produtos quí-

micos, utilizados sem precaução e sem controle, que 

contaminam nossas fontes naturais.

 Nos paises mais desenvolvidos há um aumento 

progressivo das doenças degenerativas, tais como o 

câncer, as moléstias cardíacas, as cerebrais, etc. Em 

todo o mundo, não há como negar o aumento dos 

casos de depressão e ansiedade, e mesmo de esquizo-

frenia. São evidentes os sinais de desintegração social: 

aumento de crimes violentos, suicídio de jovens, de al-

coolismo e consumo de drogas, do número de mortos 

no trânsito das cidades e das estradas; dificuldade de 

aprendizagem e perturbações no comportamento das 

crianças. A esse quadro, juntam-se ainda as anoma-

lias econômicas: desemprego, desigualdade de distri-

buição da renda e da riqueza e as atividades políticas 

menos dignas.

 Paralelamente a tudo isso, há um maior interesse 

pelas práticas religiosas.  Tudo se passa como se o ser 

humano namorasse o país da luz, mas não tivesse 

forças nem determinação para vencer o medo e atra-

vessar a ponte para alcançá-lo. 

A civilização planetária assiste, assim, à sua pró-

pria decadência. É o final de um ciclo, de um estilo de 

vida milenar, calcado no egoísmo. 

Como enfrentar a crise? Segundo o historiador in-

Reflexões no ano novo




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