Esferas2-parte1-miolo-001-208. pdf



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CAMPOS ESFERAS2-PARTE1-MIOLO-001-208
CAMPOS ESFERAS2-PARTE1-MIOLO-001-208
Atividade em grupo
 
  Reúna-se com mais três colegas e respondam:
•  O que as máscaras lembram?
•  Quando pedimos para alguém tirar a máscara, o que queremos dizer?
•  O que podem representar, nos dias de hoje, as máscaras que vocês viram?
•  Como é o uso das máscaras em diferentes situações da vida humana?
 
  Agora, organizem uma curta encenação dramática sobre o uso de máscaras na vida cotidiana. Observem 
as orientações a seguir.
•  Procurem, em jornais, sites ou revistas, fotos de rostos de pessoas.
 •  Recortem as fotos no contorno do rosto e, se necessário, colem-nas em pedaços de cartolina para 
usá-las como máscaras. Recortem cada máscara na altura dos olhos de quem for usá-la e prendam-na 
com elástico.
 •  Estabeleçam o jogo de cena em que as máscaras serão usadas, de acordo com as personagens que re-
presentarem.
 •  Redijam as falas das personagens.
 •  Montem uma pequena encenação dramática (séria ou cômica) de, no máximo, cinco minutos. Estabele-
çam uma situação concreta para que cada componente/máscara do grupo faça sua representação. Antes 
de  começarem,  apresentem  uma  breve  explicação  sobre  as  personagens  que  vocês  irão  representar. 
Organizem um ensaio, se acharem necessário.
A  ação  do  poema  é  a  composição  e  publicação 
dos Lusíadas; os outros sucessos que ocorrem são de 
fato episódicos, mas fiz por os ligar com a principal 
ação. Tão sabida é a fábula ou enredo dos Lusíadas 
e  a  vida  do  autor,  que  nem  tenho  mais  explicações 
que fazer a este respeito, nem será difícil ao leitor o 
distinguir no meu opúsculo o histórico do imaginado: 
mas  não  separará  decerto  muita  coisa,  porque  das 
mesmas ficções que introduzi têm sua base verdadei-
ra as mais delas.
ALMEIDA GARRETT. Prefácio. In: ______. Camões. Lisboa: Popular, 1946. p. 159-160.
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Capítulo 10 – O leitor literário do Romantismo português
Leia a parte XXIII do Canto Décimo do poema:
XXIII
O texto integral da obra Camões está 
disponível em:
Acesso em: 2 maio 2016.
No sepulchro siquer... Raça d’ingratos!
Nem isso! Nem um tumulo, uma pedra,
Uma lettra singela! — A vós meu canto,
Canto de indignação, último acento
Que jamais sahirá da minha lyra,
A vós, ó povos do universo, o envio.
Ergo-me a delatar tamanho crime,
E eterna a voz me gelará nos lábios, 
Lyra da minha pátria, onde hei cantado
O lusitano — invilecido! — nome,
Antes que n’esse escolho, em praia extranha.
Quebrada te abandone, este so brado
Alevanta fi nal e derradeiro: 
Nem o humilde logar onde repoisam
As cinzas de Camões conhece o Luso.

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