Escola Estadual Profª. Edleuza O. da Silva



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PROVA FINAL DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA 3º PERIODO JULHO 2021
 (IFSP) 

 A partir da segunda metade do século XIX, o Brasil viu surgir 

gradativamente o declínio da mão de obra escrava e a introdução da mão de obra livre 

do imigrante, que se dirigiu à lavoura cafeeira. 

Sobre a relação café 

– mão de obra, assinale a alternativa correta. 

a) o café prosperou na Bahia, que já se destacava com o fumo e o cacau; a mão de 

obra utilizada era a do imigrante espanhol que logo se adaptou ao calor e costumes 

baianos, sendo assalariado. 

b) a lavoura cafeeira se estendeu do norte do Paraná até o oeste de Santa Catarina, 

sendo os alemães e poloneses trazidos da Europa para trabalharem como meeiros ou 

terceiros. 

c) o café se instalou desde o Pará até São Paulo. Foi o responsável pela chegada dos 

japoneses, que tiveram muita dificuldade de adaptação (dada a diferença da língua e 

dos costumes), logo superadas. São eles, os responsáveis pela instalação de sítios e 

chácaras no Brasil. 

d) o café, produzido em latifúndios, se estendeu por todo o litoral brasileiro; a mão de 

obra escrava era responsável pelo plantio e a imigrante, alemã e italiana, pela 

secagem e descascagem, havendo harmonia no convívio entre os trabalhadores e os 

patrões. 

e) a lavoura cafeeira, por se adaptar melhor às áreas temperadas, encontrou na zona 

da Mata (MG) e na província de São Paulo as condições ideais. Na região do Vale do 

Paraíba, a produção ocorreu de maneira tradicional, sendo utilizada a mão de obra 

escrava. Estendendo-se para o interior paulista, a mão de obra do imigrante italiano 

substituiu a escrava, inicialmente através da parceria e, depois, através do sistema de 

colonato. 

 

9- Em 1534, a Coroa portuguesa dividiu o território em 15 partes que ficaram 



conhecidos como: 

a) governos gerais 

b) Tratado de Tordesilhas 

c) capitanias hereditárias 

d) Tratado de donatários 

e) Sesmarias 

 

10- (Enem-2010) Substitui-se então uma história crítica, profunda, por uma crônica 



de detalhes onde o patriotismo e a bravura dos nossos soldados encobrem a 

vilania dos motivos que levaram a Inglaterra a armar brasileiros e argentinos 




para a destruição da mais gloriosa república que já se viu na América Latina, a 

do Paraguai. 

CHIAVENATTO, J. J. Genocídio Americano: a Guerra do Paraguai. São Paulo: 

Brasiliense, 1979 (adaptado) 

O imperialismo inglês, “destruindo o Paraguai, mantém o status quo na América 

Meridional, impedindo a ascensão do seu único Estado economicamente livre”. Essa 

teoria conspiratória vai contra a realidade dos fatos e não tem provas documentais. 

Contudo essa teoria tem alguma repercussão. 

DORATIOTO, F. Maldita guerra: nova história da Guerra do Paraguai. São Paulo: Cia 

das Letras, 2002 (adaptado). 

Uma leitura dessas narrativas divergentes demonstra que ambas estão refletindo 

sobre 


a) a carência de fontes para a pesquisa sobre os reais motivos dessa Guerra. 

b) o caráter positivista das diferentes versões sobre essa Guerra. 

c) o resultado das intervenções britânicas nos cenários de batalha. 

d) a dificuldade de elaborar explicações convincentes sobre os motivos dessa Guerra. 

e) o nível de crueldade das ações do exército brasileiro e argentino durante o conflito. 

 

 



 

 

  



 

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