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Com água na boca
Para a glória de Deus, faça o melhor em classe. Deixe o povo com água na boca. Primeiro pela aula em si; segundo pela curiosidade. O ser humano é por natureza curioso. Aguce essa curiosidade. Não fale tudo numa única aula. Deixe um pouco para a semana que vem.

Na igreja onde sou pastor costumamos, no final de cada aula, despertar os alunos quanto ao próximo assunto a ser estudado, mostrando-lhes a possibilidade de aprenderem coisas novas e como poderão solucionar algumas questões em casa e resolver outras em classe. Este é um dos motivos pelos quais eu não adoto revistas. Já usei muito, mas hoje não. Isso não é uma crítica para quem as usa. Temos boas revistas que podem e devem ser usadas com o máximo proveito. Porém, as revistas geralmente costumam ter lições diferentes umas das outras, a pesar de estarem todas sob um mesmo tema. Sem contar que muitas vezes acomoda aquele professor que ao invés de usá-las apenas como roteiro, não faz novas pesquisas, lê toda revista na sala de aula, não acrescenta nada de novo e, como resultado, torna a aula cansativa e enfadonha.

Eu prefiro uma seqüência bíblica. Quando fui pastor em Santa Catarina a igreja que pastoreei não usava revistas. Eu sempre as usei nas poucas igrejas onde fui pastor. Assim que cheguei no Sul disse ao conselho que gostaria de adotar uma revista. Foi quando eles me sugeriram que eu fizesse um teste por alguns meses. Caso não me adaptasse, a igreja adquiriria as revistas. Para minha surpresa peguei gosto pela coisa, visto que o aproveitamento da classe foi bem maior. Além de acabar de uma vez com aquela velha briga, "gente leia a revista!", "vocês precisam ler a revista!", "quem leu a revista em casa?", e economizar um bom dinheiro.

Ao retornar a São Paulo assumi uma igreja que adotava revistas. Propus um teste de três meses sem as revistas. Aí foi a igreja que pegou gosto. A minha classe, por exemplo, cresceu em todos os sentidos porque ninguém perdeu o interesse pela escola bíblica dominical. Em nossa igreja o professor tem liberdade de adotar ou não uma revista (desde que seja de uma editora idônea) e também escolher, juntamente com a sua classe, o tema que quiser.

Nossa escola dominical está crescendo bastante e todos são unânimes em afirmar que isso é o resultado de uma escola dinâmica e criativa. Os professores partem do princípio de que ninguém é uma tabula rasa, na qual são impressas, progressivamente, imagens e informações, e sim, que todos, professores e alunos, têm potencial para fazer uma escola dominical cada vez melhor.

Vale a pena investir na escola bíblica dominical!






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