Dos espíritos degredados na Terra, foram os hebreus que constituíram a raça mais forte e mais homogênea, mantendo inalterados os seus caracteres através de todas as mutações



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Dos espíritos degredados na Terra, foram os hebreus que constituíram a raça mais forte e mais homogênea, mantendo inalterados os seus caracteres através de todas as mutações. Mas, se era grande a sua certeza na existência de Deus, muito grande também era o seu orgulho, dentro de suas concepções da verdade e da vida. Consciente da superioridade de seus valores, nunca perdeu oportunidade de demonstrar a sua vaidosa aristocracia espiritual, mantendo-se pouco acessível à comunhão perfeita com as demais raças do orbe. (A caminho da Luz, Emmanuel, pg. 65)

Somos obrigados a reconhecer que Israel, num paradoxo flagrante ensinou de todos os tempos a fraternidade, a par de uma fé soberana e imorredoura. Sem pátria e sem lar, esse povo heróico tem sabido viver em todos os climas sociais e políticos, exemplificando a solidariedade humana nas melhores tradições de trabalho; sua existência histórica, contudo, é uma lição dolorosa para todos os povos do mundo, das conseqüências nefastas do orgulho e do exclusivismo. (A caminho da Luz, Emmanuel, pg. 66)

Dentre os exilados de Capela, certo grupo considerável de espíritos se caracterizava por um conjunto muito especial de qualidades e defeitos. Unidos entre si por fortes vínculos raciais, gostos e costumes, formavam uma sociedade extremamente solidária entre os seus membros, idealista e operosa, mas de exacerbada vaidade, orgulho impenitente e fanático exclusivismo. Falamos dos hebreus, cuja história terrena começa há quarenta séculos. (Aureo, Universo e Vida, pg. 106)

Espíritos dotados de grande desenvolvimento intelectual, mas de insaciável apetite de posse e de poder, os hebreus opuseram-se tão teimosamente à vitória da fraternidade ampla, em seu mundo de origem, que acabaram banidos para a Terra, a fim de que, no contato forçado com outros povos e sob o guante de amargas experiências, aprendessem as lições do amor e da humildade, do desprendimento e da abnegação. (Aureo, Universo e Vida, pg. 106)

Por três mil anos esse povo permaneceu seminômade, vivendo basicamente de pastoreio, de agricultura de auto-sustentação e de artesanato, e em contínuos combates de sobrevivência com outros povos. Durante esse tempo cresceu em número, até abrigar todos os membros espirituais da sua raça, enquanto consolidava as suas tradições e o seu culto – o único declarada e indisfarçadamente monoteísta de todos os povos antigos. (Aureo, Universo e Vida, pg. 107)

A história do povo de Israel é como um traço de união que liga o Oriente ao Ocidente, a ciência secreta dos templos à religião vulgarizada. Apesar das suas desordens e das suas máculas, a despeito desse sombrio exclusivismo que é uma das faces do seu caráter, ele tem o mérito de haver adotado, até enraizar-se em si, o dogma da unidade de Deus, cujas consequências ultrapassaram suas vistas, preparando a fusão dos povos em uma família universal, debaixo de um mesmo Pai e sob uma só Lei. (Léon Dénis, Depois da Morte, pg. 57)

“A individualização mediúnica abriu as portas da espiritualidade para os hebreus, permitindo a criação, na Palestina, do clima necessário ao advento do Messias, daquele que devia trazer, não mais as "messes" da terra, mas as do céu. O Evangelho representou a grande ceifa desses bens celestes, bens subjetivos, na seara mediúnica da cultura subjetiva. A simbologia bíblica encontra a sua interpretação histórica nos estudos espíritas da evolução humana”. (O Espírito e o tempo, H. Pires, pg. 34)








































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