Dos abutres não reza a história



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Informação n.º2/2015 

 

DOS ABUTRES 



NÃO REZA A HISTÓRIA 

 

Na  sequência  de  uma  “



reportagem”  emitida  num  programa  de  natureza 

sensacionalista  de  um  canal  de  televisão  público  (apesar  das  questões  colocadas 

terem sido respondidas pelo SNQTB) cumpre esclarecer o seguinte: 

 

1. Não existe gestão danosa ou desvios de dinheiro no SNQTB

 

2. Todos os investimentos feitos pelo Sindicato visaram e visam a criação das 

condições que permitam prestar um serviço de excelência aos nossos 17.500 

sócios e aos cerca de 50.000 beneficiários do SAMS/QUADROS

 

3. 

As contas do Sindicato são auditadas por entidade externaaprovadas 



pelo  Conselho  Geral  e  estão  publicadas  no  site  do  Sindicato,  acessíveis  a 

todos, particularmente aos sócios; 

 

4. Fundação Social do Quadro Bancário (FSQB) foi constituída em 2000, visando a 

construção  de  empreendimentos  sociais,  com  o  objectivo  primordial  de  promover  a 

protecção de situações sociais desfavorecidas dos sócios do SNQTB e seus familiares. 

 

 



Em  2009,  foi  proferida  decisão  judicial  que  declarou  a  nulidade  do  acto  de 

constituição da FSQB, a qual teve como exclusivo fundamento o entendimento que 

Um  sindicato  …  não  pode  constituir  uma  fundação  que  tenha  como objectivo  a 



prestação de serviços não apenas aos seus associados, mas também a terceiros…“. 

Ou  seja,  mesmo  sabendo-se  que  para  prestar  a  assistência  aos  sócios  seria 

necessário,  nalguma  situações,  protocolar  o  apoio  a  terceiros,  a FSQB  era 

demasiadamente solidária

 

Nessa medida, de acordo com parecer de reputado jurisconsulto foram alterados os 



estatutos da FSQB, ajustando-os à referida decisão judicial, sendo estes registados 

na Segurança Social e publicados no Diário da República.  

 

Assim, a FSQB prosseguiu a sua actividade, de plena e total boa-fé, tendo 



concluído  a  edificação  do  (internacionalmente  premiado)  Complexo  Social  de 

Alcabideche. 

 

No  quadro  acima  referido,  o  SNQTB,  enquanto  instituidor  da  FSQB,  manteve  as 



naturais relações institucionais entre instituidor e fundação. 

 



5. O crédito contraído junto da Caixa Geral de Depósitos, ocorreu no âmbito 

da  situação  acima  referida.  Foram  prestados  todos  os  esclarecimentos  à 



CGD, estando esse crédito a ser integralmente cumprido.  

 

6.  Quanto  ao  processo-crime  que  corre  no  DIAP  diga-se:  continuaremos  a 



prestar toda a colaboração requerida e saberemos respeitar o segredo de 

justiça. Mesmo que outros não o façam.  

 

7.  As  infundadas  acusações  referidas  na  reportagem  em  causa  socorrem-se  dos 

depoimentos de um candidato derrotado em anterior acto eleitoral no SNQTB e 

por  “


corajosas”  declarações  a  coberto  do  anonimato,  com  toda  a 

credibilidade” que esse estatuto confere... Elucidativo! 



 

8.  A  inquestionável  objectividade  dos  números  desmente  todas  as  acusações. 

Recordamos alguns dados que permitem avaliar a gestão do SNQTB: 



Ano 

Rendimentos anuais 

Resultados Líquidos 

2000 


15.886.197,76 € 

2.674.516,17 € 

2001 

18.871.155,93 € 



3.869.490,67 € 

2002 


20.493.649,06 € 

2.706.481,48 € 

2003 

22.259.160,27 € 



2.053.240,69 € 

2004 


26.085.258,21 € 

388.407,18 € 

2005 

31.212.427,03 € 



1.684.801,56 € 

2006 


32.744.468,51 € 

1.571.711,03 € 

2007 

35.989.735,49 € 



750.348,08 € 

2008 


39.621.701,55 € 

7.272.939,60 € 

2009 

45.715.702,42 € 



4.132.875,63 € 

2010 


46.726.388,16 € 

2.882.487,50 € 

2011 

47.488.446,01 € 



3.773.038,82 € 

2012 


48.932.997,15 € 

3.007.014,98 € 

2013 

49.673.839,02 € 



2.150.216,13 € 

2014 


50.099.406,16 € 

2.405.624,36 € 

 

Além disso, o SAMS/QUADROS é reconhecidamente um subsistema de saúde de 



excelência, com comparticipações nas despesas de saúde muito acima da média.  

 

Estamos  certos  que  os  nossos  sócios,  com  a  sua  habitual  clarividência,  saberão 



distinguir  o  trigo  do  joio.  Pela  nossa  parte  continuaremos,  como  sempre,  a 

trabalhar na defesa dos direitos e interesses dos quadros e técnicos bancários. 

Finalmente,  uma  palavra  de  apreço  e  gratidão  para  todas  as  manifestações  de 

solidariedade que temos vindo a receber. 



 

Lisboa, 29 de Junho de 2015 



A DIRECÇÃO 



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