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CASE: QUIMIPLAST

Fabricante de periféricos para injeção de plástico, 

a Wittmann não se atém somente ao desenvol-

vimento de tecnologia de ponta, que beneficia os 

mais variados segmentos industriais, mas oferece 

soluções que, para muitos, poderiam ser inviáveis. 

A Wittmann, em conjunto com a empresa Auto-

mação Técnica, encontrou a tecnologia ideal para 

a produção de brincos de identificação de animais 

confeccionados pela Quimiplast. O que a princípio 

pode parecer simples, exigia uma aplicação especial 

para sua execução.

A parceria foi fechada em 2005 e os primeiros 

produtos já estão sendo fabricados na planta fabril 

da Quimiplast, instalada em Dourados (MS). O 

projeto foi uma oportunidade de colocar em prática 

um ponto importante de nossa filosofia de trabalho, 

de oferecer ao cliente a solução mais econômica e 

eficiente possível.

O PROJETO

A Quimiplast – fabricante de peças plásticas 

injetadas e sopradas – precisava de um equipamen-

to que executasse a colocação automática de 16 

insertos metálicos no molde, para posterior injeção 

do produto: um macho fixador com ponta metálica, 

responsável pelo furo na orelha do animal no mo-

mento da aplicação. Os brincos compõem o sistema 

de identificação de animais bovinos, bubalinos, 

suínos, ovinos e caprinos. A atividade seria inviável 

se realizada manualmente. 

Tudo indicava a necessidade de se utilizar um 

robô elétrico. Porém, a união das forças das três em-

presas envolvidas permitiu que o projeto fosse viabi-

lizado com um robô pneumático, o que representou 

ao cliente uma redução de 50% nos investimentos. 

Os custos seriam maiores ainda se fosse utilizado 

um equipamento semi-automático que exigisse a 

colocação manual dos insertos, um a um, o que 

demandaria um tempo enorme e precioso numa 

produção industrial.

O DESAFIO

O destaque e o desafio do projeto foi a utilização de 

um robô com acionamento pneumático em dois eixos 

e servomotorizado em um eixo para a realização desta 

tarefa em questão. Geralmente, esta função é realiza-

da somente com acionamento servomotorizado nos 

três eixos. Os equipamentos que compõem a solução 

são: um robô Wittmann 

modelo W720 M1000; o 

sistema vibratório para 

alimentação de insertos 

e o sistema de garras 

para coleta, transporte e 

colocação no molde, for-

necidos pela Automação 

Técnica. 

Foram necessárias 

adaptações no molde 

para atender às neces-

sidades operacionais do projeto, como a colocação 

de dois pinos de guia no molde e de localizadores 

na injetora para a determinação das coordenadas. O 

robô também sofreu pequenas alterações para maior 

precisão no movimento do curso vertical. 



KNOW-HOW

A superação deste desafio e o desenvolvimento 

da solução abrem um precedente para que outros 

transformadores de plásticos possam se beneficiar da 

predisposição da Wittmann na busca por soluções 

ideais aos seus clientes. 

“A Wittmann foi a empresa que entendeu nossas 

necessidades e encarou o desafio, além de nos prestar 

um ótimo atendimento. Outras companhias não 

quiseram assumir o risco ou não acreditaram que 

este projeto fosse viável”, conta o sócio-administrador 

da Quimiplast, Wilson Marchesin.

Para a Automação Técnica, também foi um 

AUTOMAÇÃO






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