Descomplicando a Mobilidade Urbana


  |  CAPÍTULO 2 - FERRAMENTAS DE PARTICIPAÇÃO POPULAR



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CAPÍTULO 2 - FERRAMENTAS DE PARTICIPAÇÃO POPULAR 
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CAPÍTULO 2 - FERRAMENTAS DE PARTICIPAÇÃO POPULAR 
Figura 2. 
Proposta-resumo de organograma
Fonte: Elaboração própria.


Figura 3 
Ciclo de 
comunicação. 
Fonte: Adaptado 
de Manual de 
BRT (2008)
5
 e 
ITDP (2020).
3.5. 5º passo: processo de comunicação e mobilização 
social para funcionamento do dispositivo
Com  relação  à  comunicação,  é  importante  identifi car  o  público-alvo  e 
diversifi car, ao máximo, as formas e as ferramentas de comunicação, nota-
damente com a utilização de materiais físicos impressos; redes sociais ofi -
ciais da secretaria ou empresa/órgão e da Prefeitura; divulgação em mídias 
de rádio e televisão; dentre outros. 
No que se refere ao processo de mobilização social, é essencial que este 
envolva os líderes comunitários, as associações de bairros e as demandas 
parlamentares, que servirão de orientação para as demandas e referências 
pessoais de cada comunidade.
O processo de recebimento das demandas por parte do setor respon-
sável  também  é  decisivo  ao  sucesso  do  dispositivo  de  participação.  Além 
disso, devem ser criados canais de comunicação diretos entre os membros 
do dispositivo e o setor responsável. Para o estabelecimento de tais canais, 
as  ferramentas  utilizadas  devem  ser  aquelas  de  conhecimento  da  comu-
nidade, tal como o aplicativo WhatsApp e troca de mensagens via e-mail. 
Sugere-se, também, a criação de números telefônicos corporativos e contas 
de e-mails exclusivos para o recebimento e acompanhamento de deman-
das encaminhadas pelos membros dos dispositivos. Estes canais de comu-
nicação e mobilização também devem ser utilizados para a divulgação de 
informações úteis às comunidades locais.
Apresenta-se  como  referência  o  ciclo  de  comunicação  recomenda-
do pelo ITDP (2020), que parte da identifi cação do público-alvo para que 
possa ser desenvolvida uma mensagem que será distribuída e captada por 
este público-alvo, de forma a engajar a população no acompanhamento do 
dispositivo de participação e, assim, gerar o marketing do sistema, que se 
retroalimenta, conforme ilustra a Figura 3.
5. Disponível em: itdpbrasil.org/manual-de-
-brt-guia-de-planejamen-
to/> acesso em: dezembro
2020. 


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