Descomplicando a Mobilidade Urbana


  |  CAPÍTULO 1 - PLANO MUNICIPAL DE MOBILIDADE URBANA



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Descomplicando a Mobilidade Urbana - Manual de Ações para Gestores Públicos
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CAPÍTULO 1 - PLANO MUNICIPAL DE MOBILIDADE URBANA 
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CAPÍTULO 1 - PLANO MUNICIPAL DE MOBILIDADE URBANA 


Figura 1. 
Estações de bicicletas em Fortaleza/CE. 
Fonte: Bicicletar, 2020.
Figura 2. 
Rede cicloviária de Fortaleza/CE. 
Fonte: Google Maps, 2020
1.5.1 Experiência de Fortaleza/CE
Para  uma  cidade  com  população  superior  a  1  milhão  de  habitantes, 
Fortaleza  possui  um  grande  conjunto  de  aspectos  positivos  a  serem 
ressaltados no que se refere ao Plano de Mobilidade Urbana. A cida-
de  apresenta  a  maior  densidade  demográfi ca  do  país,  índice  superior 
ao  da  cidade  de  São  Paulo,  segundo  dados  do  IBGE  de  2010,  e  a  região 
metropolitana de Fortaleza é a maior do Norte e Nordeste e a 6ª do Brasil 
no que se refere à população, com 4.074.730 milhões de pessoas (O POVO, 
2018). Após a exposição de todos esses dados é de se imaginar a magnitu-
de dos desafi os encontrados na capital cearense e a necessidade de uma 
boa  mobilidade  urbana.  A  publicação  do  Plano  de  Mobilidade  Urbana 
de Fortaleza data de 2015 e, posteriormente, foi integrado ao Plano Mestre 
Urbanístico e de Mobilidade, o Fortaleza 2040.
De 2015 para 2020, a cidade de Fortaleza avançou em diversas áre-
as.  Foram  implantadas  162  estações  de  bicicletas  públicas  compartilha-
das, número que representa pouco mais que o dobro dos equipamen-
tos disponíveis até o fi nal de 2019, quando totalizava 80 estações, e cerca 
de 320km de rede cicloviária na cidade, sendo 195 km de ciclofaixas, 111 km 
de  ciclovias,  10  km  de  ciclorrotas  e  0,2  km  de  passeio  compartilhado 
(Figuras 1 e 2).
A cidade também implementou um conjunto de ações para o fomento 
do  transporte  ativo  e    para  a  redução  de  acidentes  graves,  atuando 
na redução das velocidades de algumas de suas vias, de 60km/h para 50km/h 
ou  40km/h,  na  construção  de  34  travessias  elevadas  para  pedestres  e  44 
prolongamentos de calçadas no entorno de escolas e unidades de saúde 
e  na  implementação  de  nova  sinalização  horizontal  e  vertical  (Figura  3), 
pintura  de  faixas  de  retenção  para  motociclistas,  implantação  de  placas 
alertando  a  proibição  de  estacionamento  nas  áreas  de  esquinas  para 
melhorar  a  visibilidade,  além  de  tachões  que  reduzem  gradualmente 
a velocidade do condutor.

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