Descomplicando a Mobilidade Urbana


CAPÍTULO 7 - A CALÇADA COMO INSTRUMENTO DE PROMOÇÃO DA CAMINHABILIDADE



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Descomplicando a Mobilidade Urbana - Manual de Ações para Gestores Públicos
CAPÍTULO 7 - A CALÇADA COMO INSTRUMENTO DE PROMOÇÃO DA CAMINHABILIDADE 
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CAPÍTULO 7 - A CALÇADA COMO INSTRUMENTO DE PROMOÇÃO DA CAMINHABILIDADE 


4.3 Rebaixamento em esquinas 
As esquinas são locais de interseção das vias, onde, geralmente, ocorrem aci-
dentes de trânsito envolvendo pedestres. As normas existentes no Código 
de Trânsito Brasileiro e na NBR 9050/2015 da ABNT defi nem como devem ser 
executados os rebaixamentos das calçadas nestes casos. Adicionalmente, a 
área das esquinas deve ser livre de obstáculos, como árvores, postes de ilu-
minação, hidrantes, entre outros elementos, e deve comportar os pedestres 
antes da travessia. 
É importante, também, que o raio de curvatura da esquina seja mini-
mizado, não excedendo 4,50m, a fi m de incentivar a redução da velocida-
de dos veículos no momento da conversão. Vale ressaltar que em esquinas 
onde há pouca visibilidade entre pedestres e motoristas é recomendada a 
extensão do meio-fi o. Por fi m, um projeto de esquina deve assegurar cone-
xões adequadas, acessíveis e seguras entre calçadas adjacentes, conforme 
ilustrado na Figura 7. 
Quando o melhor posicionamento para a faixa de pedestres for no ali-
nhamento com a calçada da via transversal, admite-se o rebaixamento total 
da calçada na esquina, que deve ser projetado considerando a segurança 
do pedestre através da instalação de balizadores, distantes de 1,20m a 1,50m 
um do outro.

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