Descomplicando a Mobilidade Urbana



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4.2 Rebaixamento de Calçadas
É compreendido como rebaixamento de calçada toda rampa construída ou 
instalada no passeio, destinada a promover a concordância de nível entre o 
passeio e o leito carroçável, garantindo a melhoria das condições de mobi-
lidade e acessibilidade a todos. Os rebaixamentos de calçada devem ser 
construídos na direção do fl uxo da travessia de pedestres. 
Calçadas  altas  e  desniveladas  tornam  a  travessia  um  desafi o  diário. 
Dessa forma, o rebaixamento das calçadas tem o intuito de nivelá-las com o 
leito carroçável, possibilitando uma travessia sem obstáculos e de maneira 
contínua. As rampas podem ser executadas com diferentes comprimentos, 
dependendo da altura da calçada existente, como ilustra a Figura 6:
O comprimento variável das rampas, apresentado na Figura 2, é calcu-
lado através da seguinte equação: 
C= h x 100 / i
Onde, i é a inclinação da rampa, em porcentagem (i ≤  8,33%); h é a altu-
ra do desnível e C é o comprimento da projeção horizontal.
Além disso, a inclinação dos rebaixamentos na rampa central e nas 
rampas das abas laterais não deve ser superior à 8,33% (1:12) e a largura míni-
ma do rebaixamento deve ser de 1,50m. O rebaixamento não pode diminuir 
a faixa livre de circulação de, no mínimo, 1,20m da calçada e, para implanta-
ção do piso tátil direcional na faixa livre, ela deverá ter, no mínimo, 1,50m de 
largura. 
Figura 6. 
Dimensionamento 
de rampas
FONTE
Manual de Calçada 
Acessível de Cabo 
Frio (2020).
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