Descomplicando a Mobilidade Urbana


• Com estações  manuais   •



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Com estações 
manuais
 

Com estações 
automáticas
 

Misto 
(com estações 
automáticas 
e manuais)
 

Híbrido 
(operação com 
e sem estação)
 

Sem estação 
(dockless)
 

Aumento da 
capacidade 
de retirada e 
devolução de 
bicicletas;
 

Custo de 
implantação 
mais baixo.
 

Alocação de 
estações manuais 
em pontos de 
maior demanda 
com possibilidade 
de funcionamento 
24h das demais 
estações 
automáticas.
 

Sem restrição 
de horário de 
operação; 
 

Menor custo 
operacional.
 

Flexibilidade para 
o usuário;
 

Baixo investimento 
inicial
 

Sem custo de 
implementação 
da estação;
 

Necessita da 
força de trabalho 
humano, que 
restringe os horário 
operacionais; 
 

Custo de operação 
mais elevado.
 

Maior 
complexidade 
operacional.
 

Número limitado 
de vagas nas 
estações; 
 

Custo de 
implementação 
mais elevado.
 

Custo de uso 
adicional ou multa: 
se estacionada em 
local inapropriado.
 

Impacto no espaço 
público: bloqueio 
no espaço da 
calçada 
 

Difícil controle 
operacional na 
distribuição de 
bicicletas
 

Sistema Metrobici, 
Bucaramanga, 
Colombia.
26
 
 

Sistema 
EnCicla, Área 
Metropolitana 
Valle de Aburrá, 
Colombia. 
28
 
 

Sistema Bike Rio, 
Rio de Janeiro, 
Brasil 
27
 

Sistema Biketown, 
Portland, EUA. 
29
 
 

Sistema Omni, 
Costa Rica. 
30
 
VANTAGEM
DESVANTAGENS
EXEMPLOS & 
REFERÊNCIAS
Quadro 4. 
Exemplos, 
forças e fraquezas 
de diferentes 
tipos de sistemas 
de bicicletas 
compartilhadas. 
Fonte: 
Elaborado 
pelos autores.
Para  mais  informações  sobre  forças  e  fraquezas  dos  diferentes  tipos 
de  sistemas  acesse  o  Guia  de  Sistemas  de  Bicicletas  Compartilhadas 
(ITDP, 2018, p. 18).
25. https://www.smgov.net/
Departments/PCD/Plans/
Bike-Action-Plan/
26. https://metrobicibga.
wixsite.com/misitio
27. https://bikeitau.com.br/
bikerio/
28. https://encicla.metropol.
gov.co/
29. https://www.biketownp-
dx.com/
30. https://omni.cr/bici/
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CAPÍTULO 3 - REGULAMENTAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE UM PLANO CICLOVIÁRIO
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CAPÍTULO 3 - REGULAMENTAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE UM PLANO CICLOVIÁRIO


IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE BICICLETAS COMPARTILHADAS
Independentemente do tamanho da sua cidade, para que se tenha um 
sistema de bicicletas compartilhadas bem sucedido é necessário um bom 
alinhamento político, visando a garantia de disponibilidade de fundos, o 
direito de uso do solo e a coordenação entre vários órgãos municipais (ITDP, 
2018).
Para obter apoio político à implementação do sistema, é necessário que 
a cidade tenha clareza sobre os objetivos que se pretende alcançar com sua 
implementação. Com isso em mãos, é importante: proporcionar orientação 
quanto aos benefícios do uso da bicicleta; apresentar exemplos de projetos 
bem sucedidos; conhecer outros sistemas já implementados; e se articular 
com profi ssionais responsáveis por projetos semelhantes.
De  acordo  com  o  Guia  de  Sistemas  de  Bicicletas  Compartilhadas  (ITDP, 
2018), as cidades devem começar o processo de planejamento do sistema 
de bicicletas compartilhadas seguindo 3 etapas: identifi cação de metas e 
métricas a alcançar; escolha do tipo de sistema e defi nição das diretrizes 
de planejamento; e desenvolvimento dos planos fi nanceiros e de negócios.
As estações possuem espaços de estacionamento, terminais/totens 
e bicicletas. Elas podem ser manuais ou automáticas (com variações nes-
ses modos), modulares, fi xas ou permanentes (construídas na própria via). 
Alguns sistemas ainda operam com tecnologia mista, com algumas esta-
ções manuais e outras automáticas operando simultaneamente. As esta-
ções manuais exigem a presença de um operador para retirada e entrega 
dos veículos, as estações fi xas dão autonomia ao usuário na utilização do 
mesmo e as estações móveis e modulares não necessitam de escavações e 
trincheiras, reduzindo tempo e custos de implementação e são removíveis.
Os 
terminais
 (totens ou quiosques), geralmente eletrônicos, são onde 
os usuários podem obter informações e, em alguns casos, pagar pelo uso 
do sistema. Estes totens podem servir também como centro de comunica-
ção entre as estações e espaços de estacionamento e controle. Cumprem, 
ainda, a função de ajudar os usuários a encontrar uma estação numa deter-
minada rua.


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