Data 05/06 NÚmero da ata



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DATA

05/06

NÚMERO DA ATA

18


ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA

GESTÃO C.A.M.A. 2019
PRESENTES:

Alice Mesquita, Amanda Caroline, Dafne Bromberg, Ferdinando Diniz, Fernanda Anbar, Fernando Moraes, Flávia Yarshell, Gabriela Frioli, Gabriela Vilares, Gabriel Munhoz, Giovana Leonelli, Guilherme Wanderley Igor Mendes, Jefferson Hong, Letícia Melo, Luís Milani, Luma Pugsley, Marcella Ceppo, Marina Akiti, Mauro Battistella, Nicole Jensen, Pedro Mazotti, Priscilla Bennett, Sofia Camargo, Tamara Yamamoto, Thaís Lourenço, Victoria Peron, Victor Thut, Vinicius Aguiar.


REPASSES

COORDENADORIAS:
CULTURA E EXTENSÃO: Sem repasses.
EDUCAÇÃO:

Gabriela Vilares diz enviarão os questionários sobre o primeiro bloco de rodízios do terceiro ano em breve.

Mauro conta que segunda-feira entregaram ofícios sobre Propedêutica. Nos questionários enviados à sala obtiveram os dados de que quem fez prova AB teve o dobro de exames do que os que fizeram prova CD. Pediram para arredondar as notas dos relatórios de todos, pois o departamento só aplicou essa medida para quem tinha nota acima 6,6. Além disso, solicitaram à coordenação do curso explicações acerca do formato do exame.
EXTERNAS E INTERCÂMBIO: Sem repasses.
INTERNATO: Sem repasses.
MÍDIAS: Sem repasses.
OUVIDORIA: Sem repasses.
PATRIMÔNIO:

Guilherme diz que os armários foram depredados, descobriram as pessoas envolvidas e conseguiram arrumá-los. Trocaram lâmpadas da frente, a lâmpada no banheiro masculino, compraram 4 lixeiras com tampa, e lixeiras para o banheiro. Conta que a fiação está com problemas, mas dependem do 61 para consertá-la.

Gabriel Munhoz pergunta se os envolvidos irão pagar pelos danos.

Guilherme diz que conseguiram contratar facilmente, sem gastos.

Pedro pergunta sobre o lixo do palquinho e o do salão.

Guilherme diz que compraram um lixo pro palquinho, resolvendo a situação.


PATROCÍNIO E VENDAS: Sem Repasses.
PERMANÊNCIA:

Nicole diz que pediram auxílio refeição com base no plantão de bolsas, mas o Dr. Brant ainda está analisando o caso, porque caso aprovado também deveria abrir oportunidade para outros cursos, que ainda apresentam maior demanda. Acredita que será aprovado ano que vem exclusivamente para os bolsistas.


SAÚDE MENTAL:

Luma conta que Victor pediu para marcar uma reunião com ela e Alice Sayeg acerca do Projeto de Planejamento Estratégico, sugeriram dois encontros para decidir as demandas levadas. Todo o resto do projeto está parado, Dr. Malheiros falou que iria marcar uma reunião com o Dr. Ushida e Luma para novas cobranças, mas ainda não foi marcou.

Flávia Yarshell sugere marcar uma reunião apenas com Victor por enquanto.

Luma diz que Victor já está ciente do que está acontecendo, e por isso acha melhor falar diretamente com o Dr. Ushida. Explica a história dos encontros terem sido adiados 1 mês por conta das férias do professor.

Fernando Moraes conta que foi em uma reunião da FUSM (Frente Universitária de Saúde Mental) e que a Semana da Saúde Mental estava marcada para maio, mas essa não aconteceu e não tem data prevista para ser realizada.

Ferdinando pergunta se isso será feito em setembro.

Flávia pergunta sobre o programa da lista de profissionais que forneceriam auxílio por preço mais barato aos alunos, planejado ano passado.

Luma diz que fariam uma lista de profissionais que atenderiam os alunos a preço mais acessível, porém apesar de cobranças, o projeto ainda não foi confirmado.


SOCIAL:

Igor diz que a Copa do Mundo de Futebol Feminina começará essa sexta-feira e que na abertura haverá aperitivos da cantina, estão divulgando o evento, que começará às 15h. Continuam vendendo ingressos da festa Capitu e já realizaram algumas vendas.

Letícia diz que fariam o Happy Hour das Bandas esse mês, mas a Comissão do Sexto fará uma festa no final do semestre pré-férias.

Luma pergunta a data. Letícia diz que é muito perto das férias e por isso ficariam muitos eventos seguidos.


DIRETORIA
EXECUTIVO:

Ferdinando diz que montou um esquema e texto sobre a randomização. Tentaram marcar uma reunião com o Dr. Malheiros, mas sua secretária informou que isso foi conversado no ano passado no CID, portanto conversaram com Flávia para saber mais detalhes. Luma disse que irá conversar com Fabíola, da patologia, que conhece o professor responsável pelo programa.

Luma diz que na reunião do CID do ano passado o assunto foi abordado, mas na ata enviada pareceu que só comentaram acerca dessa possibilidade. Aparentemente o primeiro ano testado foi este e, até a reunião, não havia sido aplicado, por essa razão não quiseram fazer o teste na Santa Casa e, à época, Flávia não conseguiu falar com esse professor. Neste ano houve o teste e obteve uma aprovação boa, ainda acha que valeria a pena levar para o Dr. Malheiros.

Flávia diz que a professora Fabíola já falou com ele ano passado sobre o tema.

Gabriela V. diz que foi aplicado esse ano, mas o sistema já está desenvolvido há 10 anos.

Ferdinando diz que faziam uma pesquisa com alunos, mas não tinham aprovação do projeto na USP, porém este ano, ao ser aplicado, obtiveram avaliação positiva do corpo discente.

Flávia acha importante esperar o ano terminar e deixar esse assunto para a própria gestão, pois os resultados desse software ainda não são certos, pois ainda está aplicado há pouco tempo (menos de um ano).

Luma diz que discutimos semana passada e vale levar, apesar de ter sido aplicado apenas um ano.

Gabriel Munhoz diz que o CID já foi informado. Sabendo que o CID já deu um feedback de hesitação por não ter um dado concreto de que o projeto é positivo, concorda com Flávia em esperar mais um ano e levar na própria gestão. Recomenda revotar o assunto.

Ferdinando diz que no CID só foi conversado, mas que temos dados mais concretos agora. Apresentar o projeto não seria ruim. Diz que ninguém na reunião do ano passado sabia ao certo como o sistema funcionava.

Luma diz que sabendo que o questionamento fora de que nunca tinha sido aplicado, vale saber se o professor tem uma pesquisa de opinião/satisfação para levar algo concreto em reunião do CID.

Flávia diz que a Fabíola foi atrás, que apresentou o projeto, mas que o CID não aprovou depois de discutir.

Luma conta que uma pessoa a procurou, pois um pai queria fazer uma doação para o Hospital via C.A.M.A. Ferdinando diz que irá levar para o NDH, pois há uma encarregada pelo RH e doações.

Luma diz que na reunião com pauta divulgada, em que foi confirmada a manutenção da postura da Assembleia do ano passado, foi decidido que Kelvin perguntaria para Carrara acerca das punições para quem desrespeitasse as regras sobre o consumo de álcool.

Kelvin a contou que o Dr. Carrara o informou que quando a pessoa for identificada, ele decidirá qual punição será aplicada. Mas quando não soubermos quem for o culpado, o nome da pessoa, o C.A.M.A. levará uma multa financeira com valor a definir. Luma diz que não sabe se eles podem realmente fazer isso ou não. Acha que a partir de agora isso deve ser explicado nas reuniões com quem quer fazer evento aqui, explicar quais são as possíveis punições. Acha que como C.A.M.A. devemos ter a postura de não contar quem era o aluno, mas acredita que a pessoa tem que arcar com os custos da eventual multa.

Ferdinando diz que isso é uma medida para coibir a possibilidade de eventos.

Fernanda Anbar acha que não mudará a postura das pessoas. Luma acredita que seja uma proteção para que a pessoa responsável pague pela multa.

Gabriel Munhoz acha importante deixar combinado que não iremos expor o nome.

Nicole diz que se tiver um problema, podemos dar a opção de expor o nome da pessoa ou solicitar que ela pague

a multa.


Fernanda acha válido falar sobre a multa, mas acha que não existe a diferença efetiva na postura dos alunos.

Flávia acha que dizer as opções é estranho. Acha que deve ser um combinado entre os alunos de não expor os nomes de todos.

Luma acha que a partir do momento que votamos regras para os eventos, estamos falando para os alunos que, se seguirem-nas, dará tudo certo.

Munhoz acredita que é a mesma conduta da multa no caso da Prefeitura. Concorda que nao seja função do C.A.M.A. cobrar dos alunos.

Ferdinando concorda com Luma, se a pessoa segue as regras e algo der errado é aceitável bancarmos como órgão, mas é injusto se a pessoa descumprir as regras propostas termos que pagar pela eventual multa.

Luma completa que não temos dinheiro para arcar com essa despeza.

Flávia diz que o mesmo tom da ameaça de perder a casa. Não tem como responsabilizar o aluno pelas suas atitudes, acredita que todos os alunos estão concordando com os riscos assumidos.

Luma diz que eles devem seguir as regras, portanto só responsabilizaríamos aqueles que rompessem completamente as regras.

Ferdinando acha que são duas situações diferentes, principalmente envolvendo eventos, pois criamos as regras. Acha que os alunos que reservam o C.A.M.A não podem alegar não estar cientes sobre os riscos.

Gabriel Munhoz acha que são coisas diferentes. Não acredita que dê para partir do pressuposto que as punições com multas serão exclusivas de eventos fora das regras.

Luma diz que nessa condição, em que as regras forem seguidas, o C.A.M.A. pagará pela multa.
PROCURADORIA:

Igor diz que irá atrás dos documentos para extinção da filial, pois o contador disse que daria pra fazer atualização da Receita Federal e a extinção da filial ao mesmo tempo.


SECRETARIA: Sem repasses.
TESOURARIA:

Luis conta que a conta de água aumento muito no último mês, colocarão avisos nos banheiros e no Instagram e procurarão torneiras automáticas visando maior economia.


EXTRAORDINÁRIOS
NDH:

Alice Mesquita diz que acontecerá o Planejamento Estratégico e que há 12 vagas para os discentes. Os professores pediram para um aluno de cada curso representar o NDH. Foram elencadas prioridades para o encontro, uma delas representa uma demanda de discentes e docentes: o distanciamento entre alunos, professores e funcionários, sobretudo nos últimos 3 anos. Sugeriu-se fazer mais eventos, como o de Maria Fernanda Terra, que aproximam esses indivíduos. Alice conta que o Mackenzie e a Fundação Escola de Sociologia estão fazendo vários eventos com relação à direitos humanos e poderia ser um bom momento para explorarmos esse assunto. Diz que foi muito discutido o fato de que durante o internato, há o mesmo tipo de abordagem pelos alunos da Medicina e pelos estágios da Fonoaudiologia e Enfermagem, ocorrendo certa redundância de atendimentos, exemplifica que diferentes pessoas medem a pressão do mesmo paciente sem que haja comunicação entre os indivíduos. Acredita que isso atrapalhe o atendimento do paciente e que demonstra a falta de integração da equipe multidisciplinar. Diz que passamos na UBS junto aos alunos da Enfermagem, mas não existe uma relação entre os cursos e que os alunos da Fonoaudiologia e Enfermagem reclamaram muito dos estágios por conta disso.

Além disso, relata que estão terminando de moldar o EAD sobre violência institucional e bullying sistemático, diz que alunos e professores terão livre acesso a um curso de 6-8h sobre o tema. Acrescenta que nos últimos meses as denúncias contra esse tipo de violência pararam e que isso foi motivo de questionamento pelo NDH. Fora questionado se as denúncias diminuíram por conta das conversas instauradas sobre o tema ou se estão acontecendo, mas não estão sendo levadas para frente. Para confirmar isso, querem aplicar uma pesquisa para a toda Faculdade sobre a violência no período universitário. Uma integrante da pós-graduação comentou sobre o etarismo, preconceito contra pessoas mais velhas, que têm dificuldade para se integrar e não conseguem participar de todas as atividades adequadamente. Conta que no último Planejamento Estratégico, algumas pessoas de outros cursos faltaram e acabaram perdendo oportunidade de participar. Sugere eleger suplentes neste ano para não perder o espaço de representação.
COMISSÃO DA MENSALIDADE:

Nicole diz que a reunião teve 2 partes. Na primeira parte Dr. Brant comparou orçamento fechado para 2019 e os gastos efetivos da faculdade. Comentou que os gastos estão menores do que o esperado pois a contratação de professores planejada está demorando mais do que o previsto. Contrataram professores para propedêutica de GO, clínica e pediatria. Querem contratar pessoas com potencial de carreira acadêmica e que se adequam à Santa Casa e Dr. Adriano disse que isso é um processo difícil de ser feito. Comentaram acerca da dificuldade de manter os professores por conta de salários mais competitivos em outras instituições. No entanto foi mencionado que um dos pontos que atrai os professores à FCMSCSP é o fato de trabalharem menos do que a sua carga horária prevista, o que permite que os professores dediquem mais tempo à produção acadêmica e científica.

Na segunda parte da reunião Dr. Brant falou sobre o projeto de bolsa restituível. Quer divulgar o projeto até junho, e o edital deve estar pronto até agosto, disse que o projeto estava bem encaminhado. Disse que as bolsas terão caráter meritocrático, de forma que alunos com bom desempenho tenham abate de porcentagens de seu saldo devedor, bem como atividades acadêmicas e de pesquisa também resultaram em abate de porcentagens do saldo devedor.

Ferdinando pergunta se essas bolsas serão aplicadas desde o primeiro ano. Nicole diz que sim.

Luma pergunta se terá critérios diferentes ao longo dos anos. Nicole diz que não, os critérios para preenchimento serão exclusivamente socioeconômicos.

NDE:


Gabriel Munhoz diz que o tema principal da reunião foi o teste de Progresso. A professora Daniela Bivanko conversou sobre o estatuto e o regimento do "grupo caipira", que enviou toda a documentação para o Dr.Malheiros. Foi mencionado que não existem punições em caso de desistência. Dra. Daniela mostrou algumas questões, e foi verificado que a dificuldade varia muito, mas a maioria é de boa qualidade e os professores presentes julgaram de boa qualidade. O NDE considerou aprovado o ingresso no teste do progresso e o projeto será levado para o CID. Gabriel conta que outros pontos foram mencionados na reunião: Dr. Malheiros reclamou da postura da Atlética, considerou algumas atitudes problemáticas, como por exemplo levar muitos calouros em carros, disse que essa prática pode ser considerado trote. Dr. Malheiros reforçou convite para o evento sobre cidadania no dia 12/06, e pediu para o C.A.M.A. também reforçar a divulgação.

Dr. Malheiros também disse que o COBEM ocorrerá entre os dias 29/09 e 10/10. Nesse ano a faculdade conseguirá enviar um representante do C.A.M.A., do CID e do NDE.

Ferdinando pergunta sobre o aluno continuidade, que foi no ano anterior.

Victor Thut disse que Dr. Malheiros apenas disse que conseguirão enviar 3 vagas para professores e 3 vagas para alunos.

Victor Thut disse que Professor Wagner não trouxe um projeto sobre as Dependências, e Dr. Malheiros pediu para que os membros continuem a refletir sobre critério para carga horária, EAD, etc. Dr. Carrara havia prometido aprovar o modelo de DPs na reunião da Congregação em agosto. Nicole pergunta se já não fora aprovado na última congregação. Victor Thut responde que sim, mas que aprovaram sem modelo definido.

Gabriel Munhoz diz que realizarão o simulado do ENADE para o sexto ano. Victor Thut diz que Marina ficou responsável de avisar o sexto ano, mas recomenda que o C.A.M.A. também divulgue pois a faculdade contratou uma empresa e está pagando por esse serviço. Luma pergunta se o simulado é para apenas o sexto ano. Victor Thut responde que sim.

Victor Thut conta que Professora Tânia é a nova chefe do departamento de Saúde Coletiva.

Victor Thut explica questão das férias do internato e o que vai acontecer com cada turma:

Para turma LIII, sexto ano em 2020 e turma LIV passa a valer novo esquema de férias do internato. Dr. Malheiros reforçou que isso é apenas uma hipótese, e não gostaria que vários alunos fossem perguntar individualmente para ele.

Victor Thut explica que no modelo atual há 4 semanas de férias distribuídas ao longo do ano. A ideia nova é 5 semanas de férias, 2 em julho, 2 em janeiro, e 1 semana na Semana da Pátria (INTERMED). Além disso os internos passariam a ter um recesso de natal e ano novo, o que não existe atualmente. Muitos internos e professores acham ruim o internato ocorrer nesse período, pois diversos serviços não funcionam e o aluno acaba ficando ocioso. Esse recesso irá "emendar" com as férias de janeiro.

Victor Thut explica o que vai acontecer com a turma LIV: o quarto ano acaba em novembro, os exames do quarto ano serão realizados em dezembro, e após os exames as férias do quarto ano se iniciam em dezembro. Em 2020 começa o internato com as primeiras férias de janeiro, ou seja, o internato começa 13/01, segue direto até as férias de julho, ocorrerá o recesso na Semana da Pátria, e depois ocorre uma pausa para recesso de dezembro e ano novo que "emendam" com as férias de janeiro do sexto ano.

Nesse período de transição, a turma LIII fará o eletivo I do sexto ano nos 20 primeiros dias de dezembro deste ano.

Luma esclarece que será realizada apenas metade do eletivo, ou seja, as demais 3 semanas serão reorganizadas para o final do sexto ano.

Victor Thut diz que após esse período ocorrerá o recesso de natal e ano novo e a turma LIII também retornará dia 13/01 para o início do sexto ano. Dessa forma, todos os internos começam e param juntos nas férias.

Victor Thut explica como acontecerá para as turmas LIV, LV, LVI. Diz que a Faculdade tem um plano de adequação da grade horária, a ideia é implantar em 2021 ou 2022, com alteração mais significativa no eletivo do sexto ano. Até julho, todos terão rodados nos rodízios. No período após o mês de julho está planejado um programa denominado planejamento de carreira. Victor Thur diz que isso tinha causado ansiedade nos alunos, mas ressalta que o internato não irá acabar em julho e explica que a ideia é termos um currículo mais específico a partir de julho. É um período com atividades presenciais como o restante do ano, portanto o aluno não será liberado antes de cumprir essa carga horária.

Gabriel Munhoz diz que os eletivos foram reformulados como “Planejamento de Carreira” para que haja maior estruturação, contando com atividades obrigatórias e carga horária pré-determinada. Conta que o projeto acabaria em outubro e o sexto ano se encerrará para liberar os alunos para estudar para residência. Os professores aprovaram essa mudança para o começo do sexto ano, a fim de que os alunos aproveitem melhor essa oportunidade e não desviem o foco por estarem preocupados com as provas de residência.

Marina pergunta se em caso de falta de tempo, a turma LIV ficaria no modelo atual dos eletivos. Victor Thut diz que nesse caso, já irão começar o internato mais tarde, com os rodízios normais e menos tempo de eletivo, que será realocado para o começo do sexto ano.

Luma sugere emitir uma nota oficial. Entretanto Gabriel Munhoz diz que não é algo oficial, porque foi uma conversa informal. Flávia diz que após reunião do CID isso ficará definido.

Gabriel Munhoz conta sobre a adequação das vestimentas. Diz que o Dr. Malheiros retomou a questão novamente no NDE e que dessa vez, os comentários foram mais abrangentes. O professor Wagner comentou sobre alunos dormindo no chão da sala de aula, sobre comer marmita dentro da aula, sobre pés na cadeira e comportamentos inadequados de modo geral. Ânimos ficaram tão exaltados que o Dr. Malheiros estava a postos de enrijecer o código de postura dos alunos, o que fora apoiado pelos professores. Gabriel Munhoz contou que o C.A.M.A. estava avisando os alunos, e Dr. Malheiros sugeriu que o Centro Acadêmico liderasse uma proposta e enviasse para a Diretoria, para que seja anexada e vire uma regra da Faculdade.

Ferdinando questiona se isso é função do C.A.M.A. Munhoz diz que concorda, mas que se isso não partir da gente provavelmente a Diretoria irá tomar posturas autoritárias.

Flávia diz que se os professores estão tão incomodados, não tem muito o que fazer porque inevitavelmente as regras vão voltar. Entretanto, se estão incomodados que os alunos comam na aula, é preciso cobrar locais como a Copa no 61 para que os alunos comam, talvez precisemos de melhoria dos espaços de convivência. É um esforço que vale a pena defender.

Luma diz que Dr. Malheiros a chamou para uma reunião perguntando quais eram as melhorias necessárias para que as pessoas venham comer no C.A.M.A., pois os funcionários estão reclamando da presença dos alunos na Copa.

Flávia diz que os alunos não vêm para cá por falta de tempo ou por distância e diz que precisamos de um espaço na Faculdade para almoçarmos.

Alice Mesquita diz que isso foi um ponto importante questionado no SAEME. Luma diz que o Dr. Malheiros alega que essa concessão do espaço envolve uma burocracia gigante.

Flávia diz que é justificável o mal-estar, porém é uma demanda dos alunos essa promoção de espaços.
PAUTAS


  1. Eventos no C.A.M.A.

Luma explica o que aconteceu no After. Na quinta feira Pedro Teixeira conversou com Letícia e disse que 10 pessoas viriam para o C.A.M.A. depois da Libertação. Na sexta-feira foi postado no evento do Facebook da Libertação, convidando as pessoas, estabelecendo o valor de entrada e descrição de bebidas. Luma disse que questionou Pedro pois esse não era o combinado, e esse evento não poderia acontecer. Explicou que não tinha como fazer uma reunião porque era contra todas as regras propostas pela gestão. Leticia e Luma conversaram com Pedro Teixeira e explicaram que discutiram em várias reuniões ordinárias e que as regras criadas eram saudáveis para boa convivência no C.A.M.A., e que por conta delas os eventos anteriores estavam acontecendo adequadamente.

Luma conta que Pedro falou que entendia o ponto, mas que o evento iria acontecer de qualquer jeito. Diante disso Luma disse que iria avisar os alunos que o evento não era permitido e que o C.A.M.A. iria enviar um texto, explicando que o evento foi organizado sem conhecimento da gestão, era contra as regras, e era perigoso por conta das ameaças da diretoria e dos vizinhos.

Duas horas depois dessa conversa ele enviou uma mensagem dizendo que Luma estava certa, e como o after poderia ter consequências graves ele cancelaria o evento. No dia seguinte Luma viu que o convite ainda se mantinha em diversos grupos, e explicou os riscos em alguns. Disse que conversou com ele e pediu para no mínimo ele conter as proporções do evento e os possíveis danos. Depois disso os organizadores do after fizeram um texto, convidando para outra festa e cancelando o evento.

Luma conta que foi na festa "Libertação" e quando acabou diversos alunos estavam indo para o C.A.M.A. Não tinha como impedir essa movimentação, mas veio até o C.A.M.A para tentar ajudar a controlar o barulho.
Gabriel Munhoz diz que chegou antes no C.A.M.A. e algumas pessoas mais velhas estavam gritando na rua antes de entrar na casa.

Luma conta que quando chegou tinham poucas pessoas, fecharam a porta, colocaram tatame no exaustor e deixaram a porta fechada. Ela, Igor e Pedro ficaram na parte de cima controlando a entrada e saída e controlando o barulho. Diz que muitos alunos vieram para o evento. Diz que foi contra trazer isso como pauta porque já foi discutido sobre consequências e não gosta de ideia de sugerir punições. Pensa que o que Kelvin trouxe sobre as punições da diretoria podem ter o benefício de conscientizar os alunos. Diz ser a favor da manutenção das regras para que a situação não se torne caótica.

Luma sugere manter as regras dos eventos, continuar alugando o C.A.M.A. mas fazer um adendo nas reuniões e emitir uma nota explicitando as possíveis punições. Acha que nas reuniões com organizadores precisa falar da possibilidade das duas punições, e que a pessoa está sujeita a penalidades e deve se responsabilizar sobre isso.

Igor questiona que nessas condições as pessoas que seguem as regras dos eventos poderiam levar multas, enquanto pessoas que só entram no C.A.M.A. e não seguem nenhuma regra podem não ser multadas.

Luma diz que a pessoa que reservou e seguiu as regras não tomaria a multa porque o C.A.M.A. já concordou com o evento que cumprisse as regras. Acha que é bom expor para a faculdade que as pessoas estão sujeitas a essa multa.

Igor pergunta sobre os eventos que seguem as regras. Questiona sobre eventos que seguem todas as regras mas acabam depois dos horários estipulados. Luma acha que nesse caso os organizadores também não deveriam pagar a multa, pois isso valeria para eventos que fogem totalmente das regras.

Gabriel Munhoz não acredita que a gestão deve criar regras que não são cumpridas.

Luma diz que as regras são seguidas e que o C.A.M.A. pede que os alunos cumpram-as, mas que não existe formas de obrigar os alunos a segui-las.

Ferdinando diz que existe um meio termo, sabe que as regras não funcionam totalmente mas que é necessário ter elas para ter critérios para se basear.

Luma diz que ocorreram 3 meses com diversos eventos, e todos eles seguiram as regras. Os eventos feitos foram confirmados e aprovados, o único que descumpriu todas as regras foi esse "after" mencionado.

Gabriel Munhoz menciona que se quiser fazer um evento agora totalmente fora das regras a única coisa que impede seria o medo de uma multa imaginária.

Nicole diz que gestão fez as regras como forma de seguir o que foi decidido em Assembléia. Lembra que foi combinado entre os alunos os riscos de perder a casa e riscos individuais sobre o descumprimento da proibição de bebidas alcóolicas. Diz que temos que partir do pressuposto que os alunos não querem perder a casa, mas acredita que se os eventos acontecerem sem controle isso irá acontecer. Acha que a gestão deve esperar bom senso dos alunos, de forma que eles reconheçam a importância das regras e dos eventos controlados. Diz que os riscos foram compartilhados por todo o corpo discente, e as consequências também devem ser compartilhadas entre todos.

Ferdinando diz que a gestão atual está fazendo sua parte, mas existem pontos fora da curva, como esse after. Diz que está tranquilo pois nossa gestão tem feito de tudo para manter harmonia com os alunos que queiram realizar eventos no C.A.M.A.

Gabriel Munhoz diz que se incomoda com o fato das regras acordadas entre C.A.M.A e corpo discente serem descumpridas por alguns alunos. Diz que esse grupo específico de alunos trai a decisão de assembleia.

Luma diz que na assembleia não foi decidido sobre regras do evento. Diz que o grupo que fez o after desrespeitou os alunos a não seguir as regras e colocar a casa em risco.

Ferdinando diz que atualmente o C.A.M.A. faz o básico para não perder a casa, mas que isso depende da colaboração dos alunos.

Nicole diz que historicamente as punições não foram efetivas.

Ferdinando diz que seu maior medo é o evento do after abrir precedente para outros eventos que não seguem nenhuma das regras.

Flávia concorda, diz que os alunos deram seu respaldo durante a Assembléia. Acha importante daqui para frente divulgar que existe a possibilidade de pagar a multa para a faculdade e que todos os alunos estão sujeitos a punição individual. Luma diz que divulgaremos uma nota para todos os acadêmicos com esse fim.

Igor questiona se os alunos que cumpriram todas as regras e mesmo assim a diretoria multar o Centro Acadêmico, se os organizadores do evento ou se o C.A.M.A. irá pagar a multa.

Pedro diz que é necessário informar os alunos que irão reservar o C.A.M.A. da possibilidade deles serem multados.

Igor não concorda em votar apenas abster o nome dos alunos da diretoria, diz que é preciso votar se o aluno que não segue as regras será punido ou não.

Gabriel Munhoz é a favor de avaliar individualmente os casos que sejam multados pela faculdade. Nicole concorda, recomenda deixar essa situação em aberto.

Igor diz que se o evento está dentro das regras a pessoa não deveria arcar com a multa. Gabriel discorda, acha que a presença do C.A.M.A. como membros de escala não legitima o consumo de álcool nos eventos pois ele continua proibido. Diz que as pessoas de escala apenas tentam controlar o barulho. Igor diz achar problemático o C.A.M.A. não arcar a multa se o evento seguir todas as regras que foram estipuladas pela própria gestão.

Luma diz que as regras são na verdade sugestões, pois os problemas podem aparecer independente de segui-las ou não, pois a situação do C.A.M.A. com a Diretoria da faculdade e com as denúncias de barulho são muito instáveis. Por isso acha importante deixar em aberto e discutir caso a caso.

Votação 1: divulgar nota sobre a possibilidade de punição individual e multa da diretoria + reforçar isso reuniões com organizadores dos eventos.

Sim: contraste

Não: 0


Abstenções: 0
Votação 2: avaliar caso a caso em eventuais episódios de multa

Sim: contraste

Não: 0


Abestnções: 3
Alice pergunta sobre a festa junina. Luma diz que irão avisar sobre a nova situação e as comissões irão decidir o que será feito.




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