Da violncia



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ARENDT, Hannah. Da Violência
American Political Science Review, junho, 1968. 

98 – “Notes on the Post-Indmitrial Society”, The Public Interest, n” 6, 1967. 

99 – Ver apêndice XVI, p. 58. 

100 – Jouvenel, op. cit., pp. 114 e 123, 101 – Ibidem, pp. 187 e 188. Respectivamente. 

102 – Fanon, op. cit., p. 95. 

103 – Robert M. Fogelson, “Violence as Protest”, in Urban Riots: Violence and Social Change, Procedimentos da 



Academia de Ciência Política, Universidade de Colúmbia, 1968. 

104 – Ibidem

105 – Ibidem. Ver também o excelente artigo “Official Interpretation of Racial Riots” de Allan A. Silver na mesma 

coleção. 

106 – Ver apêndice XVII, p. 58. 

107 – “Em Colúmbia, antes da revolta do ano passado, por exemplo, um relatório sobre a vida estudantil e um 

outro sobre acomodações para os professores haviam permanecido, empoeirados, no escritório do 

presidente”, conforme relatou Fred Hechinger no New York Times, “The Week in Review” de 4 de maio, 1969. 

108 – Rudi Dutschke, conforme citação no Der Spiegel, (10 de fevereiro de 1969, p. 27). Günter Grass, falando 

do mesmo ponto de vista após o ataque a Dutschke na primavera de 1968, também salienta a relação entre 

reformas e violência: “O movimento de protesto da juventude trouxe à evidência a fragilidade de nossa 

democracia insuficientemente estabelecida. Nesse ponto ele obteve sucesso, mas não está nada certo onde 

este sucesso nos levará; ou trará ele as reformas há tanto necessárias... ou a incerteza trazida agora à luz 

dará origem a falsos profetas com mercados promissores e propaganda gratuita”, Ver “Violence 

Rehabilitated,” in Speak Out! Nova Iorque, 1969. 

 

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109 – Outra questão que não podemos discutir aqui é a de até que ponto será todo o sistema universitário capaz 

de reformar-se. Penso não haver qualquer resposta geral. Embora seja a rebelião estudantil um fenômeno 

global, os sistemas universitários não são de forma alguma uniformes e variam não apenas de país a país 

mas freqüentemente de instituição a instituição; todas as soluções para o problema devem nascer e 

corresponder a condições estritamente locais. Assim, em alguns países a crise universitária poderá até 

mesmo espalhar-se para transformar-se em uma crise governamental – conforme Der Spiegel (23 de junho de 

1969) pensou ser possível no discutir a situação na Alemanha. 

110 – Ver apêndice XVIII, p. 59. 

111 – Pareto, citado de Finer, op. cit

112 – Ver Günter Grass e Pável Kohout, Briefe über die Grenze, Hamburgo, 1968, pp.88 e 90, respectivamente; e 

Andrei D. Sakharov, op. cit

113 – Herbert J. Gans, “The Ghetto Rebellions and Urban Class Conflict” in Urban Riotsop. cit. 

114 – Ver o importante artigo de Henry Steele Commanger, nota 74. 

 

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