Da violncia



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ARENDT, Hannah. Da Violência
RevolutionsNova Iorque, 1966. 

45 – “Idea for a Universal History with Cosmopolitan I ntent” , Terceiro Princípio, in The Phílosophy of Kant, 

edição Modern Library. 

46 – Para uma excelente discussão dos óbvios sofismas nessa posição, ver Robert A. !\isbet, “The Year 2000 and 

Ali That”, in Commentary, junho, 1968, e as mal-humoradas observações críticas no número de setembro. 

47 – Hegel, op. cit., p. 100 H. 

48 – O incidente é relatado sem comentários por Wolin e Schaarop. cit. Ver também o relatório de Peter Barnes 

“An Outery’: Thoughts or. Being Tear Gassed”, in Newsweek (junho de 1969). 

49 – Spender (op. cit., p. 45) relata que os estudantes franceses durante os incidentes de maio em Paris 

“recusaram categoricamente a ideologia de ‘output’ (rendement), do ‘progresso’ e as assim chamadas 

pseudoforces’.” Na América, tal ainda não acontece no que concerne ao progresso. Estamos ainda cercados 

por comentários sobre forças “progressivas” e “regressivas”, tolerância “progressiva” e “repressiva”, e outros 

semelhantes. 

50 – Para uma esplêndida exemplificação desses empreendimentos não apenas supérfluos, mas também 

perniciosos, ver Edmund Wilson, The Fruits of the MLA, Nova Iorque, 1968. 

51 – Georges Sorel, Reflections on Violence, “Introduction to the First Publication” (l906), Nova Iorque, 1961, p. 

60. 

52 – The Power Elite, Nova Iorque, 1956, p. 171; Max Weber nos primeiros parágrafos de Politics as a Vocation 



(1921). Weber aparentemente estava consciente de que concordava com a esquerda. Cita ele nesse contexto a 

observação de Trotsky em Brest-Litovsk, “Todo Estado baseia-se na violência”, e acrescenta, “É de fato a 

verdade.” 

53 – Power: The Natural History of its Growth (1945) 

54 – lbidem, p. 93. 

55 – lbidem, p. 110. 

 

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56 – Ver Karl von Clausewitz, On War (1832), Nova Iorque, 1943, cap. I; Robert Strausz-Hupé, Power and 

Community, Nova Iorque, 1956, p. 4; a citação de Max Weber: Macht bedeutet jede Chance, innerhalb einer 

sozialen Beziehung den eigenen Willen auch gegen Widerstand durchzusetzen, é tirada de Strausz-Hupé. ‘ 

57 – Escolhi meus exemplos casualmente, uma vez que pouco importa para que autor recorremos. É apenas 

ocasionalmente que a voz da dissensão se faz ouvir. Assim, afirma R. M. McIver que “O poder coercitivo é um 

critério do Estado, mas não a sua essência... É verdade que não existe Estado, onde não haja uma força 

irresistivel... Mas o exercício da força não cria um Estado”. (In The Modern Sta/e, Londres, 1926, pp. 222-

225.) A grande força desta tradição pode ser percebida através da tentativa de Rousseau de escapar a ela. 

Procurando um governo em que inexista o domínio, não encontra ele nada melhor que une forme 

d’association... par laquelle chacun s’unissant à tom n’obéisse pourtant qu’à lui-même. A ênfase na obediência 

e, portanto na autoridade, mantém-se inalterada. Londres, 1952, p. 122 

58 – The Notion of lhe State, An Introduction Political Theory foi publicado pela primeira vez em italiano em 1962. 

A versão inglesa não é apenas uma tradução, escrita pelo próprio autor, é. a edição definitiva tendo sido 

publicada em Oxford em 1967. Quanto às citações, ver. pp.– 64, 70 e 105. 

59 – Ibidem, p. 129 

60 – Considerations on Representative Government (l861),”Liberal Arts Library”, pp. 59 e 65. 

61 – John M. Wallace, Destiny His ChoiceThe Loyalism of Andrew Marvell, Cambridge, 1968, pp. 88-89. Devo 

esta referência à gentileza de Gregory Des Jardins. 

62 – Ver apêndice XI, p.56. 

63 – op. cit., p. 98. 

64 – The Federalist, No. 49. 

65 – op. cit., p.7. Cf. também p. 171, onde, discutindo o significado exato das palavras “nação” e “nacionalidade”, 

insiste ele corretamente que “os únicos guias competentes nesta selva de tantos significados diferentes são 

os lingüistas e os historiadores. É a eles que devemos recorrer em busca de ajuda”. E ao fazer a distinção 

entre a autoridade e o poder, volta-se ele para a expressão de Cícero: potestas in populo, auctoritas in senatu

66 – Existe o governo autoritário, mas este nada tem em comum com a tirania, a ditadura, ou o domínio 

totalitário. Para uma discussão dos fundamentos históricos e da significação política do termo, ver What is 




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