Da violncia



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ARENDT, Hannah. Da Violência
N

OTAS

 

 

 



 

1 – Harvey Wheeler, “The Strategic Calculators”, in Nigel Calder, Unless Peace Comes, Nova Iorque, 1968, p.109. 

2 – Herrn Eugen Dührings Umwalzung der Wissenschaft (1878), Parte II, cap. 3. 

3 – Conforme observa o General André Beaufre in “Battlefields of the 1980s”: Somente “naquelas partes do 

mundo não cobertas pela dissuasão nuclear”, é a guerra ainda possível, e mesmo esse “conflito armado 

convencional”, apesar de todos os seus horrores, está na realidade já limitado pela sempre presente ameaça 

de uma transformação em guerra nuclear. (In Calder, op. cit, p.3.) 

4 – Report from Iron Mountain; Nova Iorque, 1967, a sátira da mentalidade da Rand Corporation e de outros 

think tanks está provavelmente mais próxima da realidade, com o seu “tímido olhar por sobre as fronteiras 

da paz”, do que a maioria dos estudos “sérios”. O seu argumento principal, de que a guerra é tão essencial 

para o funcionamento de nossa sociedade que não ousamos aboli-la a menos que descubramos maneiras 

ainda mais criminosas de lidar com os nossos problemas, chocará apenas aqueles que esqueceram até que 

ponto a crise de desemprego da Grande Depressão foi resolvida apenas com o início da Segunda Guerra 

Mundial ou aqueles que negligenciam convenientemente ou procuram ignorar a extensão do atual 

desemprego latente por detrás de várias formas de subterfúgios. 

5 – Noam Chomsky in America Power and the New Mandarins, Nova Iorque, 1969; a resenha de Richard N. 

Goodwin do livro de Thomas C. Schelling Arms and Influence, Yale, 1966, in The New Yorker (17 de fevereiro 

de 1968). 

6 – Existe certamente, uma vasta literatura sobre a guerra e os conflitos armados, porém diz respeito aos 

instrumentos da violência, e não à violência como tal. 

7 – Ver Engels, op.cit., Part II, cap. 4. 

8 – Wheeler, op. cit, p.107; Engels, ibidem

9 – Andrei D. Sakharov, Progress, Coexistence and Intellectual Freedom, Nova Iorque, 1968, p.36. 

10 – Wheeler, ibidem

11 – Nigel Calder, The New Weapons, in op. cit., p. 239. 

12 – M. W. Thring, “Robots on the March”, in Calder, op. cit., p. 169. 13 – Vladimir Dedijer, “The Poor Man’s 

Power”, in Cal der, op. cito p. 29. 

14 – Devo esta antiga observação de Engels, em um manuscrito de 1847, a Jacob Barion, Hegel und die 



marxistische Staatslehre, Bonn, 1963. 

15 – É bastante sugestivo que Hegel fale nesse contexto de “Sichselbstproduzieren”. Ver Vorlesungen über die 



Geschichte der Philosophie, ed. Hoffmeister, p. 114, Leipzig, 1938. 

16 – Ver apêndice I, p. 51 

17 – Ver apêndice II, p. 51 

18 – Noam Chomsky observa corretamente entre os motivos para a rebelião aberta a recusa “em tomar o seu 

lugar ao lado do ‘bom alemão’ a quem todos nós aprendemos a desprezar”. op. cit., p. 368. 

19 – Frantz Fanon, Les Damnés de Ia Terre (The Wretched of the Earth) (1961), edição Grove Press, 1968, p. 61. 

Estou fazendo uso desse trabalho por causa de sua grande influência na atual geração de estudantes. O 

próprio Fanon, porém, tem muito mais dúvidas sobre a violência do que os seus admiradores. 

Aparentemente somente o primeiro capítulo do livro, “Concerning Violence”, foi muito lido. Fanon sabe da 

“brutalidade total e pura (a qual), se não for imediatamente combatida, invariavelmente leva à derrota do 

movimento em poucas semanas (p. 147). 

A respeito da recente escalada da violência no movimento estudantil, ver a instrutiva série “Gewalt” na revista 

alemã Der Spiegel (10 de fevereiro de 1969) e a série “Mit dem Latein am Ende” (N?s 26 e 27, 1969). 

20 – Ver apêndice III, p. 52. 

 

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21 – O último destes epítetos fariam sentido se tivesse significado descritivo. Por trás dele, entretanto, está a 

ilusão da sociedade de Marx de produtores livres, a liberação das forças produtivas da sociedade, a qual foi 

alcançada na verdade não pela revolução, mas pela ciência e a tecnologia. Essa liberação, além disso, não é 

acelerada, mas seriamente retardada, em todos os países que passaram por uma revolução. Em outras 

palavras, atrás de suas denúncias de consumismo está a idealização da produção, e com ela a antiga 

idolatria da produtividade e criatividade. “A alegria da destruição é uma alegria criativa” – de fato, se se 

acredita que a “alegria do trabalho” é produtiva; a destruição é o único “trabalho” que pode ser realizado 

através de simples instrumentos sem a ajuda de máquinas, embora as máquinas façam o trabalho, 

certamente, de maneira muito mais eficiente. 

22 – Esse desejo de ação é especialmente aparente nas pequenas empresas relativamente ofensivas. Os 

estudantes investiram-se com sucesso contra as autoridades do campus que estavam pagando aos 

empregados da cafeteria e do campus menos do que o salário mínimo legal. A decisão dos estudantes de 

Berkeley de participarem da luta para transformar um terreno vazio pertencente à Universidade em um 

“Parque do Povo” deveria ser incluída entre esses empreendimentos, embora tenha provocado a pior reação 

até hoje de parte das autoridades. A se julgar com base no incidente de. Berkeley parecem ser precisamente 

essas ações “não-políticas” que unificam os estudantes por detrás de uma vanguarda radical. ‘‘Um referendo 

estudantil, que foi ocasião da maior participação já vista na história da política estudantil, resultou em 85 

por cento dos quase 15.000 votos a favor do uso do terreno “como Parque do Povo”. Ver o excelente relatório 

de Sheldon Wolin e john Schaar, “Berkeley: The Battle of People’s Park”, New York Review of Books, (19 de 

junho de 1969). 

23 – Ver apêndice IV, p. 53. 

24 – Jerome Lettvin, do “M.I.T.”, no New York Times Magazine, (18 de maio de 1969). 

25 – Ver apêndice V, p. 53. 

26 – O contínuo deslocamento de pesquisas básicas das Universidades para os laboratórios industriais é muito 

significativo. 

27 – Loc. Cit. 

28 – Stephen Spender, The Year of the Young Rebelds, Nova Iorque, 1969, p. 179. 29 – George Wald in The New 


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